3
jul
Portfolio – Elena Kalis

water_Elena_Kalis

Antes de começar o texto aquático que será este post, quero explicar algumas coisas. Muitos leitores tem se descabelado pela sumida que demos. Entendo a posição de vocês, porém estamos fazendo algumas mudanças visando apenas trazer um conteúdo melhor para todos. Prometo que não vão se arrepender de esperar.

Agora vamos ao que realmente interessa. O tema de hoje são fotografias de meninas debaixo d’água. Um tema para pedófilos? Calma, não é nada disso! Este é o grande foco dos trabalhos da fotógrafa Elena Kalis chamado Underwater.

Kalis, que mora em um singelo lugar chamado Bahamas (ótimo lugar para este tipo de fotografia), usa o seu estilo “aquático” para gerar fotografias que tornam-se verdadeiras poesias visuais. Algumas delas possuem forte referências em obras famosas, um exemplo são as baseadas em “Alice no País das Maravilhas”.

Para os que acham que tirar foto debaixo d’água é fácil, Kalis prova ser uma ótima fotógrafa com retratos e fotografias em PB nas séries “Impressions” e “African-Caribbean“.  Um ótima dica para quem gosta de fotografia vista como arte.

alice_Elena_Kalis

1
jul
Sobre micro contos, nerdice e robôs gigantes

Szervusztok!

Acho que eu sou o colaborador mais ausente desse blog, mas isso vai acabar. Massacrado pela vergonha de constar nos créditos desse austero site e contribuir tão pouco, estou assumindo o posto novamente. Vou tentar publicar assuntos variados sempre enfocando a temática nerd.

Vou falar primeiramente de uma experiência muito positiva que tenho tido com o Twitter. Ando escrevendo micro contos em 140 caracteres sobre o cotidiano da nerdice (pra quem possa interessar acesse http://www.twitter.com/vincevader) e uma galera tem acompanhado e curtido. Estou vendo de lançar um web book no segundo semestre com esse material que atá já me rendeu uma entrevista no JT e outra no Mundo do Marketing.

O segundo tópico é sobre o Transformers. Bom, está nos cinemas a parte 2 e dizem que é bem duvidosa a qualidade. Porém, eu queria mostrar os geniais transformers de verdade:

E o desocupado top 1:

Até me lembrou o dia que eu fui assistir o primeiro Transformers no cinema e um cara sai falando “Puta filme forçado, meu…”. O que ele queria? Uma obra do Bigas Luna com robôes que viram carros?

Nos vemos por aqui! Até!

25
jun
Michael Jackson… Mito Contemporâneo

michael_jackson

Desde que me conheço por gente, eu tenho aversão à palavra ídolo, porque remete sempre a uma entidade superior, capaz de fazer algo que você não é capaz, nem se tentar com muito afinco, e geralmente, atribuída a um ser humano… Porém, num esforço para me contradizer, em alguns casos, abro certas exceções… Will Eisner, Freddie Mercury, e agora, Michael Jackson.

Michael Jackson para mim não era só rei do pop, era um exemplo do prodígio que foi Mozart para a música contemporânea.

Um músico, cantor, compositor, ator, publicitário, escritor, produtor, diretor, dançarino, instrumentista e empresário, escondido, nos últimos anos na sombra de escândalos de pedofilia, excentricidade e operações plásticas. Sempre que estudei música na minha vida, usei esse homem como referência, pela proficiência em tirar verdadeiras obras de arte, de ruídos incomuns. Se alguém for no youtube, agora, ver o que o molequinho de 11 anos fazia com o gogózinho, vai cair pra trás. Michael era um prodígio desde que nasceu para o estrelato até este triste dia.

De fato, triste não simplesmente por sua morte, mas pelas pessoas que não tiveram a mesma oportunidade, de crescer ouvindo seus trabalhos, em sua época de ouro, com clipes polêmicos, que quebravam as barreiras dos efeitos especiais Hollywoodianos. De esperar o domingo pra assistir a seus clipes no Fantástico, e ver gravações dos shows dele, arquitetados por ilusionistas famosos. Grandes parcerias, com os melhores músicos do mundo. Slash, Madonna, Van Hallen, Paul McCartney, entre outros.

Em uma curta biografia, Michael Joseph Jackson, nascido em 29 de agosto de 1958, natural de Gary, Indiana, começou sua carreira em 1969, aos 11 anos, no grupo Jacksons 5, composto dele e mais quatro irmãos, no qual demonstrou habilidade e carisma assustadores. 10 anos depois, trabalhou em seu primeiro álbum, Off The Wall, um sucesso só vencido mais tarde, pelo álbum Thriller, em 1982. Produzido por Quincy Jones, este foi não só o álbum de maior sucesso de Michael, como também o que garantiu seu nome na história da música, sendo um dos mais vendidos, levando 8 Grammys. Mas a melhor história não é essa.

Em 1983,  a gravadora Motown fez uma festa de comemoração de 25 anos, munida de um público repleto de celebridades, levado ao ar pela TV americana, em rede nacional. Após várias apresentações de inúmeros artistas negros, eis que entra Michael, sozinho para cantar uma das músicas de seu novo álbum, Billie Jean. Em um dado momento, ele para de cantar, vai a um canto do palco e volta dando um estranho passo de costas, levando a platéia à loucura. Desde então, caros trovadores de plantão, Michael Jackson é o sinônimo da expressão “Rei do Pop”.

Entre outras coisas, Michael é o primeiro cantor afro-americano a aparecer constantemente na MTV, e mais do que isso, é considerado o responsável por fazer os videoclipes serem formas de marketing para músicos e bandas. Doou milhões de dólares à instituições de caridade, em sua Dangerous World Tour.

Cinco de seus álbuns ganharam a alcunha de os mais vendidos mundialmente de todos os tempos, sendo eles Off the Wall (1979), Thriller(1982), Bad(1987), Dangerous (1991) e History: Past, Present and Future – Book I (1995)

E agora, nos deixa, boas tardes de música nas listas de mp3 da vida, animando meus dias de trabalho… E sai de cena, andando de costas, fazendo a ilusão do Moonwalk… Michael, sentiremos sua falta…

24
jun
Publicidade infantil – Proibir ou Liberar?

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Na semana passada a publicidade infantil esteve em destaque, quando no dia 18 foi discutida por audiência pública em Brasília. A audiência debateu o projeto de lei nº 5921, do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB – PR), que propõe a proibição de propaganda voltada às crianças. Um dos principais alvos dos opositores desse tipo de publicidade é aquele direcionado à venda de bebidas e alimentos. Com isso mais uma vez a publicidade entre em pauta na capital federal.

Nessa situação o problema central a ser resolvido é até onde comerciais que induzem ao consumo de produtos infantis podem ser prejudiciais ao desenvolvimento de uma criança. Quando um “pimpolho” está na frente de uma TV, é claro que existe um fascínio tremendo quando trenzinhos apitam, rios de chocolates correm por bosques coloridos e bonequinhos engraçadinhos conversam com o “portento” (uma criança fofa e esperta).

Aí é só esperar para que o pequeno chegue perto do produto que viu em um mundo mágico para abrir o berreiro dizendo que se não comprar será a criança mais infeliz do mundo e que depois dos 25 anos não poderá mais ter filhos pelo trauma. É assim que órgãos defensores, psicólogos e superprotetores devem enxergar o mundo. Então cabe aos anunciantes educar a população mirim quanto ao tipo de alimentação que será consumida? Alguém concorda comigo que quem detém o poder de comprar ainda são os adultos?

Não nego o fato de que a publicidade fala diretamente com o povo e qualquer um está sujeito as suas idéias, mas acredito que nesse caso, o que mais vale é o bom senso de quem quer vender seu produto dosado com a educação dedicada pelos pais sob a supervisão do CONAR.

Não acho que devemos gritar na cabecinha em desenvolvimento de ninguém insinuando que só aquele produto que é bom. Mas minha infância passou pelo Bocão, da Royal, pelos comerciais do chiclete Ping Pong, pelas maravilhosas vilas de chocolate do Toddynho e por muito “Compre Baton” em minha mente. Hoje sou grandinha,feliz e muito obrigada.

Eu tive o privilégio de fazer minhas próprias escolhas. Ninguém me privou e me colocou em uma bolha de vidro e assim pude aprender o que é certo e o que é errado muito bem. Principalmente pude entender que nem tudo o que queremos podemos ter e a vida muitas vezes é feita de privações. Acredito que vale muito mais a pena educar os pais a manterem uma vida saudável para seus filhos do que obrigar os anunciantes a se calarem.

A publicidade deve se atentar a qualquer efeito que possa causar em crianças ou em qualquer outro nicho da população sim. Mas será que, por exemplo, quando balas, pirulitos e biscoitos pararem de serem vistos por esse público a obesidade infantil vai diminuir? Espero que se o projeto for aprovado isso realmente aconteça, para pelo menos justificar esses esforços. E que a Coca-Cola não venda mais para adultos com abelhinhas voando, porque as crianças podem se encontrar facilmente encantadas nessa felicidade aberta a todos.

24
jun
Pizza Hut agora é apenas The Hut!

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Pizza Hut agora é The Hut! A rede americana que um dia já foi, exclusivamente, uma pizzaria e hoje oferece um cardápio vasto em massas e aperitivos mudou de nome e identidade visual.

A mudança que para alguns é ousadas demais, mas que para outros é necessária para renovação, mantém o “Pizza Hut” como assinatura institucional, mas como símbolo principal muda para o logotipo “The Hut” unido a famosa caixa de pizza aberta, referência aos telhados vermelhos da rede, agora mais simplificada e sem o contorno pesado em preto.

Na minha opinião a Hut sai na frente e no momento certo, pois já faz algum tempo que não vemos uma mudança tão pesada neste mercado, o que deve levar algumas redes de restaurantes e fast-food a pensar sobre as necessidades de uma renovação da marca em breve.

Já para os que acham que a mudança de marca é um tiro no pé em “tempos de crise”, o processo de inserção da nova identidade será gradual e deve demorar alguns meses. Para entender um pouco dessa mudança “devagar”, saída comum para grandes marcas, podemos analisar alguns exemplos como o Boticário e Walmart, o último teve sua nova marca apresentada em Julho de 2008, porém a mudança completa ainda não ocorreu no Brasil. (Para falar a verdade apenas algumas lojas brasileiras já usam a nova marca, entre elas a de Piracicaba, interior de SP).

De acordo com o nosso correspondente de Nova Iorque, Felipe Edoardo, sobre a Hut as mudanças ainda são quase imperceptíveis, chegando a nem ocorrer em alguns lugares. Porém vale ressaltar que o grande perigo não é a nova identidade, mas sim o período de transição entre as duas.

Para finalizar, apenas uma pequena observação do mundo digital. É bem provável que a empresa deva continuar com o seu domínio “pizzahut.com”, porém o domínio “hut.com” – que até ontem era usado por uma empresa de locação de filmes – está fora do ar. Negociação rentável para os donos do domínio “hut.com” ? Ainda não se sabe.

23
jun
Atenas Virtual – O Fenômeno dos fóruns, com direito à bebida e música

imaginations

Na sexta-série eu odiava ler e não era pela falta de capacidade de me adaptar. Conheço poucos adolescentes de 12 anos que têm desejo por literatura, como “Angústia”. Incansáveis, por anos os professores variaram os para-didáticos, de “O Dinossauro que fazia Au-au” para “Vidas Secas”. Seria heresia de minha parte dizer que Graciliano Ramos é um saco – embora seja um saco – mas convenhamos que sem uma estruturação, uma criança não vai ter vontade de sair do XBox para Grande Sertão Veredas, O Tempo e O Vento, entre outras obras e autores. Então, numa mágica professora da sexta-série, dona Verinha, virou para todo mundo e disse “Quero que este ano, vocês escolham o que vão ler”. E foi aí que comecei a pegar o gosto pela leitura… e acho que isso tem muito a ver com uma coisa chamada auto-didatismo.

Muitas vezes recebo, seja por e-mail ou ao vivo, pedidos de amigos, colegas, às vezes, desconhecidos, de dicas sobre ilustração, efeitos no Photoshop, anatomia, etc. Eu mesmo, no começo da carreira, sabia tanto do mercado da ilustração quanto da composição química de uma coxinha, e isso só melhorou, quando descobri o auto-didatismo.

O preconceito nessa prática, porém, é grande. Muitos vêem o cara que fala que faz isso como o sujeito fica se gabando como “O AUTODIDATA”, que mais parece um(a) pseudo-intelectual com falta de mulher (homem) , ou pelo contrário, odeia a prática por ter resultados, eventualmente mais lentos. Mas em minha humilde experiência, posso seguramente afirmar que tanto o autodidatismo, quanto eventuais cursos, quando bem escolhidos, são excelentes para qualquer artista, seja ele iniciante ou não, e mais ainda, um não vive sem o outro.

Fazer um curso é uma forma de ser orientado, e o auto-didatismo é a prática, às vezes de coisas que você enxerga, lê ou aprende com outras pessoas, tutoriais ou vídeos, de uma forma mais indireta . Isso, ao meu ver.

E no meio disso tudo, descobri os Fóruns de Arte Digital.

A vantagem: Conversar com outros artistas, diferente do senso comum, não é conhecer um concorrente.  Em fóruns, não só descobri bons artistas, mas bons amigos, bons professores, novos nichos e até oportunidades excelentes de trabalho. Bons professores, não falo só de gente para criticar o trabalho, mas transformar um desenho simples, algo que fiz com todo carinho, mas não saiu legal, em uma super peça de portfolio, por meio de orientação, dicas e macetes que você não consegue fazer em um curso e nem lendo um livro.

Aquele “tapinha” que você dá, quando produz algo, mediante experiência. E acho que sobretudo, os fóruns fornecem essa abertura. Vira e mexe, você conhece todo tipo de gente. Fiz amigos do México, do Paquistão, e de tudo o que é canto, que são excelentes fontes de conhecimento.

Além disso, você baixa tutoriais feitos por profissionais de alta qualidade, assiste a aulas e, em fóruns grandes, como o da CG Society, você participa de concursos – que muitas vezes, rendem empregos muitíssimo desejáveis – e até ganha ao pedir indicação de livros e sites para gente que realmente manja do assunto.

E como tudo tende a crescer, um dos fóruns mais famosos, o já citado Concept Art.Org, liderado pela Massive Black, resolveu levar isso a um novo patamar, organizando verdadeiros festivais, sendo o último de nome Imaginations, em março de 2009, onde pessoas do mundo inteiro vão para assistir palestras, curtir a festa e a fazer uma “jam” de desenho, tomar uns drinks, dançar música eletrônica, assistir a performances, desfiles de moda – cacilda – tudo no mesmo lugar.

Em telões espalhados, você vê trabalhos sendo produzidos ao vivo por artistas, como Andrew Jones, Whit Brachna, James Kei, entre muitos outros. Estranho para uns, genial para outros, a prática criou até mesmo uma cultura entre os artistas, chegando a patamares como estilos de moda.

O Concept Art.Org é muito conhecido por inovar e não me estranha essa difusão. Em um mundo onde as informações são difundidas em tempo real, não é difícil pensar que é possível que a arte ganhe uma difusão tão interessante e tão potente e, ainda, tão peculiar, como esta.

Aqui no Brasil, o que já criou raízes fortes é o 3D 4 All, totalmente em português, que traz Podcasts, entrevistas, tutorias, e muito mais. Quem sabe o pessoal não se anima e logo vemos uma balada tão excêntrica? Se rolar, eu já estou separando a grana do convite ;)

22
jun
Portfolio – Chow Hon Lam

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O portfolio de hoje chega direto da agitada cidade de Kuala Lumpur, na Malásia. Os trabalhos lúdicos e bem humorados do ilustrador Chow Hon Lam são exercícios ótimos para mentes rápidas e para quem gosta de mensagens visuais complexas. Vale a pena conferir!

Chow_Hon_Lam

22
jun
Opera Labs – Reconhecimento facial para navegar na internet

Opera

Pode parecer loucura de ficção científica, mas ao que tudo indica a nova tendência para as tecnologias do nosso cotidiano será a implantação do reconhecimento facial.

A nova onda de aparelhos que usam a tecnologia é um salto tecnológico ou grande piada?

Um exemplo de resposta para a pergunta acima foi a discussão levantada em torno do projeto “Natal”, da Microsoft, apresentado na última E3 e sobre a sua veracidade (para quem não acompanhou a E3, o projeto seria a possível evolução do Xbox 360, com direito a reconhecimento facial e outras novidades. Quem não viu, vale a pena conferir o vídeo).

Não sei se o projeto funcionaria, até porque para usá-lo seria necessário uma área maior do que para um Wii, sem contar que temos que nos acostumar em chegar em casa e ver uma pessoa pulando na sala como um kanguru.

Vergonha de pular na sala? Eu achava que já tinha visto de tudo com o Natal, mas o “Opera Face Gestures” promete novidades (e boas risadas).

Criado pela equipe de desenvolvimento Opera (a mesma do navegador) o sistema de reconhecimento facial para o novo Opera nada mais é que uma brincadeira para gerar comentários em torno da versão 10 do navegador, porém seria uma ótima idéia de tecnologia a ser usada por deficientes com dificuldade de locomoção. Claro que precisaria ser aprimorada um pouco para que a pessoa não ficasse fazendo gestos como “assoprar o computador para dar zoom out”.

18
jun
Fila – O esporte está dentro de você

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Depois de algum tempo sem lançar nenhuma campanha na televisão (particularmente fazia tempo que não via uma publicidade dela), a marca italiana de produtos esportivo FILA marca seu retorno com grande estilo.

Direcionada a um público jovem adulto e ligado a inovação, a nova campanha tenta transmitir os valores da empresa, como performance, superação, autenticidade, estilo e origem italiana. Porém o grande destaque fica para a direção de arte.

Usando como base a técnica de “flip”, onde as imagens são espelhadas, o novo vídeo é mais voltando para as artes visuais do que para uma publicidade convencional. Resultando uma campanha simples, interessante e diferente do que estamos acostumado para este mercado.

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17
jun
Comex Paint – O valor de uma boa cor

Homer

Durante a última semana tive uma discussão (entende-se por conversa amigável e não briga) com o D. Meister (colunista aqui no Com limão) sobre a importância das cores em uma ilustração.

Entre uma conversa e outra comentamos sobre a importância das cores para uma identidade visual bem produzida e é sobre exatamente isso que fala a nova campanha da multinacional mexicana Comex, especializada em tintas.

Para isso, ficou nas mãos da RT&A/ R.Treviño & Asociados a responsabilidade de criar uma campanha que demonstrasse a real importância das cores, o que resultou em uma série de cartazes que mostram apenas detalhes de personagens, mas que são facilmente reconhecido devido a suas cores.

Uma solução fantástica bem embasada no conceito que a Comex quer transmitir aos seus clientes (que na maioria são B2B) e com a diversão dos personagens da nossa infância.

Garfield

Smurf


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