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Referência visual no pornô antigo

Alguns de vocês já devem ter percebido minha fascinação por cartazes. Já escrevi diversas vezes sobre esse meio de comunicação tão usado em décadas passadas e desta vez não poderia ser diferente.
Ora para divulgar filmes, ora para divulgar a guerra, os cartazes sempre foram usados para a comunicação em massa. Com isso chegamos ao ponto [...]

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Alguns de vocês já devem ter percebido minha fascinação por cartazes. Já escrevi diversas vezes sobre esse meio de comunicação tão usado em décadas passadas e desta vez não poderia ser diferente.

Ora para divulgar filmes, ora para divulgar a guerra, os cartazes sempre foram usados para a comunicação em massa. Com isso chegamos ao ponto principal deste post, a massificação de um meio. Existe coisa mais popular que um pornô trash? Produzidas em larga escala nas décadas de 60, 70 e 80, as pornochanchadas marcaram época nas décadas passadas.

Inspirado nessas duas “pérolas” da comunicação em massa, apresento neste post uma galeria de cartazes criados para filmes pornôs da década de 60 e 70. Com trabalhos que incluem títulos como “Almoço quente” e “As garotas que fazem”, essa galeria é uma verdadeira referência visual da época.

Um exemplo clássico desta referência antiga é o cartaz acima, simplesmente uma obra de arte. Quem ficou com medo do post, pode acessar a galeria sem receio nenhum, pois as imagens não chegam aos pés de uma novela das 8 atual. Vale muito a pena para quem curte cartazes (não pornô) !

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Imagine o fim da vida na Terra

Imagine um meteoro de 500 km colidindo com o nosso pequeno planeta. Com certeza o resultado não seria muito bom para nenhum ser vivo (exceto as baratas, que sobrevivem a qualquer coisa!), mas a simulação feita em 3D neste vídeo é com certeza uma das mais assustadoras que já vi.
Vale ressaltar dois pontos interessantes sobre [...]

Imagine um meteoro de 500 km colidindo com o nosso pequeno planeta. Com certeza o resultado não seria muito bom para nenhum ser vivo (exceto as baratas, que sobrevivem a qualquer coisa!), mas a simulação feita em 3D neste vídeo é com certeza uma das mais assustadoras que já vi.

Vale ressaltar dois pontos interessantes sobre este vídeo. Como é possível toda a vida ser extinta, ondas viajando na velocidade do som e mesmo assim sobrar colunas gregas em pé? Isso eu fiquei curioso. Já o segundo ponto, teria trilha melhor para essa catástrofe que Pink Floyd? Fantástica sincronia!

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Tributo aos leitores de Quadrinhos

O post de hoje é dedicado a todos aqueles que curtem as Histórias em Quadrinhos. Escolha uma música que te faça viajar e acompanhe este tributo aos bravos leitores que não tem vergonha da arte seqüencial que os inspira.
Eu sempre soube do alto nível dos visitantes do Com Limão e da maestria da equipe que o [...]

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O post de hoje é dedicado a todos aqueles que curtem as Histórias em Quadrinhos. Escolha uma música que te faça viajar e acompanhe este tributo aos bravos leitores que não tem vergonha da arte seqüencial que os inspira.

Eu sempre soube do alto nível dos visitantes do Com Limão e da maestria da equipe que o conduz (Victor, o vanguardista da comunicação e publicidade; Stuart e sua visão inovadora de ilustrador; os posts de Gus que são verdadeiras viagens culturais) e estou citando apenas alguns nomes.

Tenho que confessar que até então, os posts sobre HQs tinham um tema comum nas entrelinhas: o emprego da força. Seja a força autodestrutiva do Coringa, a força sutil e inigualável das mulheres, a força controversa e impulsionadora da raiva, passando pela força transformadora das relações afetivas.

E eu desejo que cada um que lê este post tome agora consciência de quanto somos fortes e que temos todas as condições para transcender as adversidades. Que possam enxergar na arte uma forma de buscar inspiração para o dia-a-dia e encontrar as alternativas para serem cada vez mais plenos e realizados.

Nunca sabemos o quanto somos fortes. E se hoje você está decepcionado e sob uma luz pouco favorável, lembre-se que HOJE é o momento de optarmos por usar nossa força para seguir em frente e virar a mesa. Heróis usam máscaras porque precisam de proteção. Que possamos ser quem queremos ser sem precisar nos esconder. Isto é ser livre.

E como um admirador de comix, você já passou pelo ritual de batismo que essa admiração propicia: alguns rótulo tentaram, em algum momento, te enquadrar. E eu escolhi alguns que o povo adora colocar em quem curte HQ (e é claro que tem umas respostinhas bem afiadas para você reverter essa tosquice infundada).

01. Quem gosta de HQ não cresceu e foge da realidade. Um momento! Nunca as HQs foram inundadas com tamanho conteúdo contemporâneo como agora. O que falar sobre o fundo sociológico na psique perturbadora/lógica do Coringa, do debate de princípios éticos que envolvem a Guerra Civil, da troca de papéis em que os criminosos Thunderbolts assumem o papel de policiais e passam a caçar os heróis não registrados – tudo com aval do governo americano? Acreditar que a arte seqüencial é brincadeira de criança é o mesmo que confundir a X-Men Vampira com as Pussycat Dolls. Dont Cha!

02. HQ é coisa de Nerd Sem Namorada! Essa é fácil de revidar: responda que gente que “não-come-ninguém” compra revistas com tarjas pretas e estilo Brasileirinhas no centro da cidade. E geralmente compram em bancas longe de casa para o jornaleiro não marcar a fisionomia. Quem gosta de HQ jamais se esconde.

03. HQ é coisa de homossexual! Parabenize a pessoa que disser isso a você, pois com certeza o oponente arranjou um novo emprego. Ao tratar de um assunto desta natureza, é impossível não acreditar que esta pessoa não esteja trabalhando na prefeitura de sua cidade… como fiscal de buracos! (ok, ok… peguei pesado, mas fazer o que?)

Não importa qual tribo participamos, nossas opções particulares, a arte admiramos e decisões que tomamos. Somos identificados e nosso valor reside nas ações relevantes que executamos, pela forma nobre como traçamos nossos caminhos. E que isso esteja acima de qualquer rótulo ou julgamento em que possamos ser enquadrados. Eu acredito na força de vocês.

Nota do Victor: Abri espaço para esse post do Kadu em resposta alguns engraçadinhos que tiveram os comentários (pela primeira vez no Com limão) censurados. 

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Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

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