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Out
10 motivos e uma Saga imperdível
Acabo de ler a edição número 1 da Dimensão DC: Lanterna Verde, que trás o arco Guerra dos Anéis. Com a cabeça ainda girando em torno do corpo, eu preciso convencê-los com nada menos que 10 motivos a acompanhar uma das melhores histórias do Hal Jordan e da tropa dos Lanternas. Aqui estão:
00. Já que tudo é verde, antes de qualquer coisa, um som do Green Day: Boulevard of Broken Dreams, por favor!
01. A publicação é aguardada por toda a comunidade de fãs do Lanterna Verde e promete reverter a situação das vendas das revistas da DC aqui no Brasil.
02. O vilão Sinestro voltou mais forte que nunca e não está para brincadeira: agora ele conta com uma tropa bem tenebrosa pronta para conquistar o Universo, custe o que custar.
03. A arte da HQ, encabeçada por Ethon Van Sciver, está perfeita e consegue transmitir o peso e o clima de todas as passagens da Saga. Antologia na veia.
04. O enredo trás referências ao Renascimento de Hal Jordan. Se você leu, vai sentir o prazer de acompanhar uma saga atual alinhada com a volta do maior Lanterna já existente. Se ainda não leu o Rebirth, vai conseguir entender o arco da Guerra, mas vai ficar verde de vontade de recuperar a leitura perdida.
05. Além de Sinestro, o Gladiador Esmeralda vai ter de encarar outros vilões marcantes em sua trajetória (não digo quem são nem sob tortura com anél amarelo).
06. Gosta de gift? A Panini presenteia você com um chaveiro do Lanterna que acompanha a imperdível edição.
07. Há muito que destacar nesta revista, mas adianto que o Sinestro rouba a cena ao ser retratado como um ditador que deseja estabelecer a ordem com a arma do medo. Ele vai detonar uma verdadeira batalha entre o medo e a força de vontade.
08. O roteiro não dá mancada com o Kyle Rayner – o Lanterna chamado Íon, que mais se aproxima do universo dos designers – e reaproveita o herói de forma surpreendente, dando-lhe um papel relevante e totalmente merecido na trama.
09. É uma comix pontuada por frases de impacto, principalmente no capítulo “Tempestade no Horizonte”, no qual há uma perseguição eletrizante no Setor 2263 e um discurso curioso do Sinestro sobre o poder como forma de corromper a ética dos grandes líderes.
10. Publicação capaz de retomar/reforçar o gosto do público pelas HQs da DC, dá ao Lanterna Verde um espaço que ele merecia há muito tempo, concedendo o merecido reconhecimento ao ícone da nona arte.


























6 de Outubro de 2008 às 23:34
11. ilustrada também pelo incrível, e brasileiro, Ivan Reis, eleito e consagrado o melhor desenhista de 2007 por causa dessa saga.
com todas as suas nuances, é a melhor saga DC em tempos.
8 de Outubro de 2008 às 20:47
Acabei de ler a história e me lembrei que tinha ficado muito feliz quando li o retorno de Hal Jordan. Não costumo gostar de ressurreições (principalmente depois da terrível volta do Arqueiro Verde), mas a história envolvendo a entidade Parallax foi muito bem amarrada. E agora recebeu uma bela continuação.
Quando soube que Sinestro iria voltar, eu pensei que seria mais uma daquelas voltas sem graça. Mas acabou que o evento tomou uma forma interessante: a “Tropa dos Lanternas Amarelos” com um Sinestro renovado no comando de alienígenas fascínoras com poderes sobre o medo.
Mas confesso que tenho problemas com todo o conceito ao redor dos Lanternas. Como é possível destruir um construto energético baseado na força de vontade? Só com poderes mentais, porque um soco não poderia fazer isso. Como podem acontecer guerras entre civilizações se existe uma tropa de seres com as maiores armas do universo? Acho muito incoerente. Sem contar que só pode haver um Lanterna por raça e a Terra tem vários! Pra quê? Gosto do Hal e do Kyle. O Guy é muito exagerado… e o John… bom é um herói negro que migrou para os desenhos animados, ok… explodiu uma galáxia, ok… e mais o quê? E os Guardiões? Putz… bando de smurf cósmico chato pacas!
Eu esperava que essas mudanças viessem para o bem de Oa, mas já soube que o conceito do verde e amarelo já se estendeu para outras cores e agora teremos anéis vermelhos, laranja, pretos, brancos, azuis… o arco-íris energético! Vamos precisar de explicações plausíveis…
Chega de críticas! (hehehe). Gostei muito do que li. E já estou cheio de perguntas que espero ser respondidas até o final da guerra.