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nov
Identidade visual – Exemplos de bons manuais
No último post sobre manuais de identidade visual fui criticado por não colocar a fonte e acusado de copiar do site Brands of the World. Para que não surgissem dúvidas desta vez, fui buscar no site e descobri que nenhum dos manuais abaixo estão por lá.
O guideline da Symantec, famosa empresa de segurança digital, possui 20 páginas para definir as regras de uso da sua marca, o que incluí papelaria básica e exemplos destacáveis do seu amarelo institucional.
Já o manual da gigante de telecomunicações AT&T, grande monopolizadora do iPhone nos EUA, apresenta 5 tipo de logo e suas aplicações. Um ótimo exemplo de como ser breve em um manual, já que possuem apenas 28 páginas.
Para finalizar, um dos melhores exemplosa de manual de identidade visual em português. Criado pela Master Comunicação, o guide do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) é o mais completo entre os três citados neste post e possui aplicações que vão de viaturas a uniformes dos paramédicos.



























23 de novembro de 2008 às 18:37
Tá… muito legal… como designer eu tb prego tudo isso de identidade e manuais. Mas aí eu entrei pro mestrado e descobri que isso é legal no papel, mas nem sempre é factível.
Vejam o que o Google (que vai dominar o mundo rsrsrs) acabou de fazer com o Gmail. Ao criar temas para cada um personalizar sua página, o Google tb personalizou a marca Gmail! Cada tema, possui uma marca diferente!
“Como assim???”, diriam os designers de identidade corporativa. Pois é… está na hora de rever conceitos. O importante nem sempre é uma marca VISUALMENTE perfeita e sim uma marca ESSENCIALMENTE perfeita. E nesse ponto que o design precisa acordar: nós devemos não só atuar na parte gráfica, mas tb na parte conceitual de um projeto. São os intangíveis que são comprados e desejados hoje em dia. Se a marca for bela, ainda melhor!
Pensemos!
25 de novembro de 2008 às 19:43
No meu ver concordo com filipe em parte, marca boa tem conceito, senão é desenhozinho.
Mas acredito que mais importante de que ser perfeita ela tem que ser reconhecível.
Google pode se dar esse luxo, mas outros mecanismos de busca não, pq? Pq google nao vende apenas a marca. Vende conceitos agregados de modernidade, de “futurismo” acessivel, de qualidade enfim… papo pra muitas horas. Mas é meio por ai.
Abrax!
25 de novembro de 2008 às 21:22
Dois fantásticos comentários. Como o Zed disse, seria papo para muitas horas.
Concordo com a sua afirmação Filipe, porém para chegarmos ao ponto de reconhecimento de marca do Google, precisamos mantar um padrão.
Não digo que precisamos atuar radicalmente, como alguns fazem, e dizer “mudar a marca? Nunca” …
Mesmo sendo uma profissão muito nova, já precisamos rever alguns conceitos “antigos”, como grande exemplo disto o engessamento das marcas.
abraços