24
Jan
2009
Para os ilustradores de plantão, aqui vai uma boa dica que descobri durante a cparty.
Quem é que nunca ficou com preguiça de abrir o Photoshop para editar uma imagem? Bom, o SUMO Paint pode resolver o problemas de muitos.
Se trata de um editor de imagens que roda diretamente no browser. O aplicativo possui uma estrutura [...]

Para os ilustradores de plantão, aqui vai uma boa dica que descobri durante a cparty.
Quem é que nunca ficou com preguiça de abrir o Photoshop para editar uma imagem? Bom, o SUMO Paint pode resolver o problemas de muitos.
Se trata de um editor de imagens que roda diretamente no browser. O aplicativo possui uma estrutura muito semelhante com a do Photoshop com muitas ferramentas que ajuda seus usuários a criarem ilustrações magníficas.
Quando bati olho nesse aplicativo, logo pensei no Photoshop Express, então resolvi usar ambos para chegar a uma conclusão.
SUMO Paint seria um “real paint program”enquanto eu classificaria o Photoshop Express como um “photo manager” capaz de melhorar fotos e inserir alguns efeitos.
O fato de você poder CRIAR imagens, é sem dúvida um adicional ao editor online.
Além das ferramentas básicas dos editores, nele você encontrará funções interessantes. Também há suporte para Flash player em fullscreen mode, que facilita muito a edição de imagens com alta resolução. Testei o aplicativo com uma Bamboo tablet e funcionou muito bem, porém não é possível a utilização dos sensores de pressão.
Vale a pena dar uma olhada na galeria de imagens feitas no SUMO Paint.
Se precisa de um acesso rápido a um editor de imagens ou está sem Photoshop no pc, sem dúvida esse é o caminho. É muito bom ver aplicativos “web-based” de qualidade, assim como no Google Apps, e principalmente ver que os ilustradores também estão inclusos.
Talvez num futuro não muito distante, tudo que temos que fazer acessar a internet, que nos levará a todos os programs que precisamos, não importa onde estamos nem em que computador estamos. É só torcer para que a evolução da cloud computing aconteça o mais rápido possivel.
24
Jan
2009
Caracas! Acabou de passar uma menina vestida como em Cabal Online, gritando em um megafone. Eita! Agora uma vestida para promover ProSoccer! As duas a caminho de um dos cantos da feira. O canto onde os “Campuseiros” vão tirar um contra num saudável arcade. Os games estão presentes onde você menos imagina.
Para dar aquela relaxadinha [...]

Caracas! Acabou de passar uma menina vestida como em Cabal Online, gritando em um megafone. Eita! Agora uma vestida para promover ProSoccer! As duas a caminho de um dos cantos da feira. O canto onde os “Campuseiros” vão tirar um contra num saudável arcade. Os games estão presentes onde você menos imagina.
Para dar aquela relaxadinha quando o traseiro já está quadrado de tanto que ficou sentado na cadeira de plástico, os “arcades” (chamados erroneamente de “fliperamas” aqui no Brasil) estão sempre a disposição. No máximo terá que aguardar uma lutinha acabar para poder jogar. Nesses máquinas verticais o gênero que domina é o de luta (Tekken, Marvel VS. Capcom e por aí vai.). E as partidas são sempre amistosas.
Mas isso não quer dizer que não existam competições em outros locais. E elas existem… aos montes! Guitar Hero, Rock Band, Wii Sports, Cabal Online, Unreal Tournament e ProSoccer são só a ponta do iceberg. Juntam-se grupos, times e bandas de última hora para participar. Sempre há um prêmio, mas ninguém está de fato atrás dele. E isso falando somente da área fechada.
Os expositores também tem muitas surpresas aos visitantes. Vídeo-games estão por aí também para quem quiser testar, mas existem outras experiências que simplesmente fantásticas! Uma delas é o BrainBall. O jogo consiste em ver quem tem a menor atividade cerebral (eu disse atividade cerebral, e não burrice). Cada jogador senta numa extremidade de uma mesa e colocam uma faixa na cabeça enquanto uma bolinha movimenta-se na direção dos jogadores de acordo com sua atividade cerebral. Perde quem tiver a área delimitada invadida pela esfera “controlada” mentalmente.
Isso tudo sem contar com os jogos pessoais que rolam nas telas dos computadores de cada um. De um para todos. Isso que eu chamo de democratização dos “games”. Tão democrático que estou ensinando a “promoter” aqui da tenda da AXE a jogar Guitar Hero. Não conseguiu, mas um dia consegue.
