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Viajante Com Limão – London Jobs, um guia de lugares para se trabalhar

Devido ao grande número de pedidos via e-mail, montei uma relação de lugares para você conseguir um emprego em Londres. Leve em consideração os seguintes fatores:
- Um estudante em Londres tem direito a trabalhar 20 horas. Algumas empresas não ligam em dar a você mais horas de trabalho. A desvantagem disso é o caso de [...]

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Devido ao grande número de pedidos via e-mail, montei uma relação de lugares para você conseguir um emprego em Londres. Leve em consideração os seguintes fatores:

- Um estudante em Londres tem direito a trabalhar 20 horas. Algumas empresas não ligam em dar a você mais horas de trabalho. A desvantagem disso é o caso de você não poder justificar sua conta no Reino Unido por possuir mais horas que o normal. Então você a esconderia, mas isso somente no caso de querer alongar o visto;

- Um estudante com direito a trabalhar 20 horas recebe Payslip normal na maioria dos trabalhos, se possuir o National Insurance Number. Assim que você chegar em Londres, eu lhe oriento como retirar esse número. Prático, não muito rápido.

- No meio termo, caso você não consiga o NIN (Nation Insurance Number), a empresa contratante lhe fornece um NIN temporário sem problemas.

- Como no Brasil, você paga taxas, variando do valor recebido.

- Caso não possua um nível de inglês proficiente comprovado, existe “n” lugares (citados abaixo) para você trabalhar. Mas isso juntamente com o fato de trabalhar part-time (20 horas por semana) lhe permitem apenas a possibilidade de trabalhar nos empregos citados abaixo. Vale citar que eu não tiro todo seu mérito de conseguir algo especial. Acredito e sei que vai conseguir.

- Nível de inglês adequado, com possíveis graus e confirmações lhe permite um aumento de salário e melhor posicionamento de empregos, como por exemplo, emprego de garçonete rendendo grandes gorjetas (alguns chegam a tirar 2 mil libras por mês como garçons, trabalhando como camelos, mas tiram).

- Mulheres tem mais facilidade para empregos em bar. Obviamente e fisicamente os empregos que requerem força (construtoras) ficam com os homens.

- Você consegue conciliar tranquilamente trabalho com aula. Estudando 3 horas diárias como um curso padrão independente de qual for, lhe sobram 3 a 4 horas diárias para trabalhar.

Empregos Disponíveis (que eu conheço)

Garçonete: Fique tranquilo(a). O salário chega a 6.00/hora. Trabalho pesado, mas ambiente muito legal.

Agência: Londres oferece um auxílio emprego por agências. Basta se cadastrar em qualquer uma que você ver pela frente. Eles te ligam e agendam empregos, geralmente para casamentos (servir, cozinha, garçom, hostess – dependendo da aparência) até qualquer tipo de emprego que você imaginar (excluir pornográficos). Opção que lhe rende de 5.50 a 6.00/hora dependendo do lugar que trabalhar. Muito tranquilo e garantia de emprego.

Roller Disco: Emprego de fim de semana que eu estou correndo atrás. Trabalharia de quinta a sábado, ganhando 8.00/hora como bartender. Mais difícil, mas viável.

Coffee Shops: Qualquer coffee chop de Londres lhe oferece emprego, pagando de 5.50 a 6.50/hora dependendo do seu inglês e capacidade na cozinha. (vide Starbucks, Nero, Costa, etc.)

CleanEvent: Pesado demais, mas que tem rentabilidade boa. Você trabalha geralmente 10 horas seguidas e com média de 5,50/hora, tirando por dia 50 libras. Mas você garante uma grana para se suprir (200 libras por mês trabalhando poucos dias).

O trabalho é pesado se conseguir através de cadastro nos estádios e shoppings (sim, esses são os seus lugares). Sangue firme, mas pelo menos é uma possibilidade.

Lojas: Não sei quanto pagam ao certo, mas para pessoas com carisma (tipo você), consegue uma boa posição, sem sofrimento, e pagam bem, algo em torno de 6.50/hora (se eu fosse chutar) trabalhando aos sábado. Vai e vem as lojas de esporte estão com cartazes de “contratar-se part-time”.

Part-Time Jobs: Uma amiga minha aqui da casa trabalha de fim de semana para uma agência de um brasileira. Ela, por exemplo, serve cerveja em estádio. Excelente porque o tempo passa rápido conversando e a gorjeta é excelente, te poupando de trabalhar outro dia só com as gorjetas.

Hostess: Diversos lugares aceitam hostess e pagam bastante, chega até a ser 7.00/hora. Mas eu ainda não tenho a certeza correta onde.

Site de Emprego: O Gum Tree oferece diversas possibilidades de empregos.  Que vão desde abrir portas de museu até observar quadros, que consomem sua energia corporal através do sono.

Cleaning externo: Limpar colégio, essas coisas, te rende também a mesma quantia que a Cleaning Event.

Restaurante: Se mandar bem na cozinha, existem vagas para cozinheiras(0s). Não recomendo porque rola muita porcaria dentro desses empregos, por mais que se ganhe razoável (6.00 /hora)

Cartazes: Entregar folhetos na rua. Ninguém merece, mas paga salário mínimo (5.75/hora) Uma opção triste mas viável.

Lojas em Covent Garden: Vai e vém eles precisam de gente em Covent. A questão é falar bem inglês. Você falando é fácil achar emprego.

Ajuda um pouquinho?! Desenvolverei um personal guide para por exemplo entrar em agência!

Aguardai! Ch….

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Vampiros por todos os lados!

Enquanto o Chiovetto e o Victor desarmam suas barracas (no bom sentido, evidente) do Campus Party, aqui estou neste escritório, sob a companhia deste ar condicionado que emite sons parecidos com uma pipoqueira, pronto para escrever um post vampiresco para vocês.
Vampiresco. Sim, guardem este termo, pois vamos ouvi-lo muito, mas muito durante este ano que [...]

vampiros

Enquanto o Chiovetto e o Victor desarmam suas barracas (no bom sentido, evidente) do Campus Party, aqui estou neste escritório, sob a companhia deste ar condicionado que emite sons parecidos com uma pipoqueira, pronto para escrever um post vampiresco para vocês.

Vampiresco. Sim, guardem este termo, pois vamos ouvi-lo muito, mas muito durante este ano que está apenas começando. Explica-se: a indústria cultural, ao longo da história, acompanha a realidade das pessoas e assume o papel de paradoxo, de válvula de escape muitas vezes. Quando a realidade desenvolve-se fora do nosso controle humano e limitado, buscamos elementos na arte para nos ajudar a encarar esta realidade, de forma que possamos assimilá-la sem maiores desgastes intelectuais / emocionais.

Foi assim no início da década de 40, quando, no calor da Segunda Guerra Mundial, os super-heróis foram criados para trazer um sentido de autoconfiança e coragem para a sociedade da época. Assolados pela guerra, os soldados americanos recebiam quadrinhos no front de batalha para reforçar o nacionalismo e o instinto de sobrevivência. Isso explica, por exemplo, o fato dos primeiros inimigos da Mulher-Maravilha ser nazistas e o Capitão América meter um belo soco na cara do Hitler, logo no início de sua jornada pelo universo dos quadrinhos.

Recentemente, assistimos o trágico atentado do 11 de Setembro. O apocalipse americano provocou, em grande parte, a retomada do rock, que se desmembrou nas tendências que conhecemos hoje como emocore e new metal. Foi aí que os “puts-puts” e as luzes multicoloridas da música tecno perderam espaço para o dark, para as letras e melodias cinza, turvas das músicas do Evanescence, Linkin Park e My Chemical Romance. Foi logo após o 11 de Setembro que os heróis retornaram e reforçaram o status pop junto ao público, em forma de adaptações cinematográficas, como foi o caso dos pioneiros Homem-Aranha (2002) e Demolidor (2003).

Agora, as diversas mídias já estão apostando na nova tendência cultural: em tempos de instabilidade global provocada pela crise financeira, do descontrole climático planetário e das guerras, o sobrenatural se tornou a válvula de escape da insegurança humana e provocou a ressurreição dos Vampiros.

É evidente a enxurrada de mortos-vivos que estão saindo da tumba e tomando conta da literatura, cinema, TV e games. E aqui listo alguns rastros vampirescos para vocês conferirem se a tendência pega ou não pega (ou melhor, morde ou não morde!):

No cinema – mal acaba de sair Crepúsculo, ainda este ano vamos ver a continuação do romance entre Bella e Edward Cullen em Lua Nova. Mais sedentos, os vampiros também tomarão conta das telonas no próximo mês, em Anjo da noite: a revolução, terceiro filme da série sobre a batalha entre vampiros e lobisomens. A série Buffy, a caça-vampiros está na mira de Hollywood para ganhar uma versão na telona. Gosto da Buffy porque ela quebra os bebedores de sangue na bordoada.

Nos games – ao menos três aguardados títulos estão na fila para lançamento: Vampires Dawn (Nintendo), Vampire World (para PC) e Vampire Rain (PS3). E Buffy vai invadir também os games, no jogo “Buffy, a caça-vampiros: sacrifício”, com lançamento previsto para 13 de fevereiro. Ah, o lançamento de Buffy será em uma sexta-feira 13. Meeeedo!

Na literatura – “Eclipse”, o terceiro livro de Stephenie Meyer já saiu aqui e tem como tema central o destino de Bella em continuar humana ou virar uma vampira, além de focar a escolha da moça entre Edward e o lobo Jacob. Garota com um gosto bem exótico, né? Você ainda pode optar por “Os últimos dias – Vampiros em Nova York”, sobre uma banda de rock que encontra vampiros que contaminam suas vítimas não por mordidas, mas, você sabe, através do… bem, você sabe ou imagina.

É isso mesmo. That´s so hot! Outra opção é “Infestação”, que trata também da proliferação de um vírus que transforma todo mundo em vampiros. Se você quer algo polêmico, procure pelo “Manual prático do Vampirismo”, do Paulo Coelho. Nada romântico, o autor ensina algumas artimanhas vampirescas, usando textos meio pesados. O próprio autor recolheu os exemplares, pois considerava o material agressivo demais.

Na TV – A Buffy está em todas e agora está sendo reprisada no canal aberto Rede TV, que está aproveitando a moda vampiresca para tentar faturar audiência em cima da loirinha. Na TV fechada, a série True Blood promete conquistar muuuitos fãs: a série trata de um cientista que desenvolve um sangue sintético e alguns humanos passam a fazer parte da cadeia alimentar dos vampiros.

E não vamos esquecer que a novela dos mutantes da Record está cheio de vampiros. Mas lá também tem até curupira, né? Então está normal!

Ainda em tempo: Para conferir a invasão dos vampiros na música, acessem o blog DuoStereo e acompanhem o review da trilha sonora do filme Crepúsculo.

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