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Bat Post! – 70 anos do Homem-Morcego

Finalmente, posso prestar aqui minha homenagem ao Homem-Morcego. Neste ano, ele completa seus respeitáveis 70 anos de existência, com jovialidade e senso contemporâneo que faz dele um dos maiores ícones do universo DC dos quadrinhos. E nada melhor que criar um Bat Post para prestar este tributo.
Batman nasceu em 1939 com a proposta de ser [...]

batman

Finalmente, posso prestar aqui minha homenagem ao Homem-Morcego. Neste ano, ele completa seus respeitáveis 70 anos de existência, com jovialidade e senso contemporâneo que faz dele um dos maiores ícones do universo DC dos quadrinhos. E nada melhor que criar um Bat Post para prestar este tributo.

Batman nasceu em 1939 com a proposta de ser um detetive que combate o crime urbano, presente e constante nas ruas de Gotham City. O playboy Bruce Wayne perdeu seus pais quando criança graças à marginalidade que ele combateria corajosamente anos depois utilizando o emblemático símbolo do morcego – para incutir medo e dúvida nos bandidos e inimigos da lei.

E o Com Limão listou as aventuras que o Cavaleiro das Trevas ganhou nas telonas para relembrarmos juntos todos os (bons e maus) momentos em que Batman foi retratado nos cinemas:
Batman – O Homem Morcego: lançado originalmente em 1966, foi responsável por popularizar o herói para o público da TV. Aqui, os vilões Pinguim, Charada, Coringa e Mulher Gato unem forças para conquistar o planeta e seus planos são frustrados pela Dupla Dinâmica, que é salva da morte com a ajuda de uma… andorinha!!! É um filme recheado de onomatopéias para reforçar as porradas e tem um ar inocente, ingênuo, quase beirando a comicidade, digno da Era de Ouro dos quadrinhos. Vale a pena pelo valor histórico da obra.

Batman: Lançado há 20 anos, conta com a participação de Jack Nicholson na pele do Coringa. O filme trouxe de volta a febre da Batmania e apresentou o herói de forma clássica, que recorria ao famoso Cinto de Utilidades em momentos de apuro. O Coringa era retratado como um verdadeiro clown do crime e queria dominar Gotham com seu famoso gás do riso. Também é um filme de valor histórico pela capacidade de captar a aura clássica das histórias de Batman nos quadrinhos.

Batman Returns: Em 1992, uma nova aventura de Batman chega às telas e ele terá de enfrentar o asqueroso Pinguim e a gostosa Mulher Gato, vivida pela atriz Michele Pfeiffer. O clima gótico de Gothan está acentuado e a caracterização dos personagens está perfeita, concedendo toda a repugnância ao estranho Pinguim e toda a sensualidade sadomasô para a Mulher Gato. Ambos os vilões tem suas origens abordadas superficialmente, mas o filme emplaca e dá fôlego para mais seqüência de filmes do Homem-Morcego. E é aí que mora o perigo!

Batman Forever: o filme chegou em 1995 ainda com o frisson, o burburinho em torno da chegada do Robin, o Menino Prodígio para dar uma força ao herói. Por incrível que pareça – e para o terror dos fãs de HQs – a história fica subjugada e perde espaço para situações nada a ver com o Bat Universo, como o desnecessário close nos traseiros da Dupla Dinâmica. A mulherada gostou, mas quem entendia um pouco sobre o Batman percebeu de cara que o filme iria naufragar feito o Titanic. O vilão da vez é o Charada – vivido pelo Jim Carrey. Sim, Carrey faz rir, mas exagera ao ponto de descaracterizar a loucura inteligente do Charada, esculhambando com o clássico vilão. O próprio Batman aqui parece ter perdido sua identidade sombria frente à colaboração com Robin. Não convenceu.

Batman & Robin: Em 1997, o longa trás Robin passando por uma crise de identidade e sua busca por independência – e haja paciência! Assim, a Dupla Dinâmica está enfraquecida e vai precisar da ajuda da Batgirl para enfrentar o terrível Mr. Freeze e os hilários (novamente!!!) Bane e Hera Venenosa. Os uniformes de Batman e Robin que já haviam desagradado os fãs no filme anterior continuam a causar desconforto nos adeptos do Homem-Morcego e a grande crítica feita pelos fãs cativos foi o fato de Bane ter recebido um destaque pífio no filme. A rixa entre Batman e Robin parece uma briga de meninas de dez anos de idade e o ar forçado da sensualidade de Hera Venenosa são os ápices do fiasco cinematográfico. Uma pena mesmo.

Batman Begins: Filme com título original de Year One teve seu nome substituído justamente para reforçar a desconexão com os filmes-fiascos anteriores. Foi uma excelente jogada em termos de arte voltar para o nascimento do super-herói e retomar o ar sério que um Batman que se preze deve ter. As referências às artes ninjas promovem uma aventura de primeira e prepara o público para o blockbuster que chegaria na seqüência. É um filme de correção da trajetória de Batman nos cinemas.

Batman – O Cavaleiro das Trevas: lançado no ano passado, o mais recente filme da franquia do Cavaleiro das Trevas é um divisor de águas em termos de adaptações de quadrinhos para os cinemas. É o mais sombrio de toda a série e tem um ar contemporâneo, terrorista, anárquico personificado na imagem do Coringa, de Heath Ledger. A teia de idéias que construiu o enredo é perfeita e com certeza deve estar fazendo os executivos da Warner perder o sono em relação a como superar tamanha grandiosidade artística e cinematográfica. Essa superação eu pago para ver. Esse sim é um filme que Batman merece.

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A Arte de Jogar

Desde que comecei a escrever aqui no blog, prometi para mim mesmo que iria tentar trazer o mundo dos “games” o mais próximo o possível das pessoas que não são aficionadas por este universo. Devo confessar que o destino confabula a meu favor pois quanto mais escrevo, mais coisas interessantes encontro. Desde marketing viral até [...]

flower

Desde que comecei a escrever aqui no blog, prometi para mim mesmo que iria tentar trazer o mundo dos “games” o mais próximo o possível das pessoas que não são aficionadas por este universo. Devo confessar que o destino confabula a meu favor pois quanto mais escrevo, mais coisas interessantes encontro. Desde marketing viral até o assunto de hoje que é, diria eu, inusitado para alguns: A Arte no Jogos.

Todos sabem que estamos na era da convergência e tudo o que era muito bem definido a anos atrás agora se funde com outras matérias. Barreiras caem, películas esfumaçam-se e a divisão é cada vez mais efêmera. E com o entretenimento eletrônico não seria diferente. Depois de “Toy Story”, filme da Pixar, era somente uma questão de tempo.

Ok, o ano era 1995 e nessa época apenas nos lembramos do Super Nintendo e PlayStation. Não que naquela época fosse impossível de fazer algo por culpa da tecnologia pouco avançada, mas se hoje em dia temos jogos como o recém lançado “Flower” ou o já clássico “Shadow of the Colossus“, é em razão de um amadurecimento mental atrelada a uma saturação de jogos iguais.

No início da produção desses jogos, tudo era novo e cada idéia tinha seu devido valor. Mas bem no início mesmo, por que logo depois, tudo o que aparece é repetição de uma fórmula de sucesso. “Games” sempre foram como brinquedos, quando muito assemelhavam-se a filmes-pipoca, mas nada além disso. Vê-se uma nova onda se formando que são os jogos artísticos. Às vezes sem nenhum texto ou sem mesmo um objetivo claro, o que vale é a imersão e a nova experiência jamais imaginada.

Mas “Flower”, já citado acima, coloca o jogador como uma pétala de rosa pairando com o vento… e só! A beleza é tanta que não há quem não se emocione. Já “Shadow of the Colossus” mostra como não é necessário o criador da obra escrever um diálogo se quer para te fazer sentir aquilo que ele quer que sinta.

As grandes áreas abertas e os imensos monstros fazem qualquer um sentir uma certa impotência em relação aquilo que acontece, que nem sabe o que é! História muito parecida com o jogo “Ico”, do mesmo criador, mas aí já entramos numa nova classe: Os Jogos Autorais.

Como em qualquer arte, quando vemos a obra de um autor esperamos que suas outras composições (não necessariamente todas) sigam a mesma linha de raciocínio, e aqui não é diferente. Desde os famosos como Will Wright (The Sims), até os desconhecidos como Keita Takahashi (Katamari Damacy), designers autorais fazem escola colocando seus jogos um degrau acima dos outros, transformando cada um numa espécie de “Obra Prima”.

É importante ressaltar que esses novos paradigmas surgem por inspiração de outras áreas como filmes, culturas milenares orientais ou de um simples passatempo. Daí surgem esses chafarizes de inspiração.

Desses sai água, que jorra e cai em terrenos férteis. A partir disso nasce um grande gramado, verde e saudável. No meio de tudo surge uma flor, um grande arbusto ou até mesmo uma árvore baixa e desengonçada. O que todos esses tem em comum é que se destacam da pequena grama. Sua beleza pode ser relativa, mas sua importância para o todo é inegável.

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E o Oscar vai para…

O Oscar vai para a Karen Sampaio que estava esperando ansiosamente este tema aqui no Com Limão. E antes de passar para ela a dedicatória deste post e abrir espaço para o discurso dela nos comentários, vamos aproveitar a ótima sugestão e falar um pouco sobre o evento que sacudiu Hollywood e a mente dos [...]

oscar_2009

O Oscar vai para a Karen Sampaio que estava esperando ansiosamente este tema aqui no Com Limão. E antes de passar para ela a dedicatória deste post e abrir espaço para o discurso dela nos comentários, vamos aproveitar a ótima sugestão e falar um pouco sobre o evento que sacudiu Hollywood e a mente dos cinéfilos de todo o planeta. Cinéfilos como eu. Cinéfilos como você.

E, contrariando aquela lista falseta que rolou pela internet jurando que era o conteúdo vazado dos grandes vencedores, a Academia consagrou filmes e profissionais no último domingo de Carnaval (e uma bela vaia para os canais abertos da TV que não cobriram o evento!)

Em resumo, a premiação foi previsível, redondinha e justa em muitas das categorias. Digo em muitas porque Quem quer ser um milionário? abocanhou nada menos que 08 estatuetas e prefiro assistir ao longa antes de opinar. E, como levou tuuuuudo isso, ele merece ser assistido na telona, com pipoca e coca-cola.

Alguns amigos que assistiram já me avisaram que o filme em muitos momentos faz menções descaradas à Cidade de Deus e outros juram que o filme merece cada um dos prêmios recebidos e denota que finalmente a Academia está modernizando sua visão sobre a sétima arte, ao consagrar um filme antenado, moderno e com uma proposta arrojada. Bom, esse filme vai ganhar um post só pra ele mais adiante. E aí vemos que samba que ele dá.

Mas sobre a atuação de Sean Penn, o eterno bad boy ex-marido de Madonna, em Milk – A Voz da Igualdade nós podemos conversar. E enxergo em Milk uma grande obra cinematográfica por tratar de um tema verídico unindo vertentes de documentário com a carga ora política ora cômica ora dramática que envolve a condição sexual do personagem central.

Antes de levantar qualquer tipo de bandeira, a proposta do filme é sobre escolhas e a interpretação de Penn – um machão na vida real – para um ativista gay permite uma mensagem de esperança para todos os expectadores, sem qualquer diferenciação pessoal. E acredito que esse foi o trunfo que Penn tinha em relação ao Mickey Rourke: embora O Lutador seja um filme muito bom e a interpretação dele seja impecável, toda essa questão de se tratar da vida de um lutador de boxe vai diretamente ao encontro da própria história de vida de Rourke, o que pode dar uma impressão de se tratar de uma “interpretação facilitada”, como se ele estivesse representando si próprio.

E Deus me perdoe: ele e Sophia Loren estão parecidíssimos! Sei que pode soar como uma piada de humor negro, mas se você reparar, vai ver que a comparação não é tão infundada. E pensar que Rourke foi um símbolo sexual no final da década de 80 / início dos 90…

Por outro lado, depois de 300 mil anos, a Kate Winslet conseguiu finalmente colocar as mãos no Oscar de Melhor Atriz? Acredito que nem ela acreditava que poderia chegar lá. A Meryl Streep ficou fuladavida.com.br e a atriz de O Leitor fez um discurso muito legal. Foi algo ZL, foi algo Corinthia! Eu achei show de bola e o discurso dela já valeu a premiação! rsrsrsrsrs. Justiça seja feita: Kate segurou muito bem o clima do filme O Leitor e transmutou sua imagem clean na personagem simplista, amarga e voluntária (isso mesmo, por conta própria!!!) do regime nazista, que provocou aquela baixaria de Holocausto.

Eu estava aguardando por esse parágrafo… palmas para o Heath Ledger!!! A torcida mais entusiasmada aqui do Com Limão foi para o Coringa, de Batman – O Cavaleiro das Trevas na categoria Ator Coadjuvante. Foi emocionante ver a família do eterno Joker ali, recebendo o prêmio em nome do ator. Foi um momento em que o tempo pareceu parar e finalmente fazer justiça ao trabalho de Ledger. E não estou nem falando sobre a mancada que foi a Academia praticamente ignorar a excelente atuação dele em Brokeback Mountain em edições anteriores da premiação.

E mancada por mancada, O Curioso Caso de Benjamin Button, antes considerado o favorito ao Oscar com suas 13 indicações, acabou virando o grande azarão da noite. Todo ano tem isso no Oscar, alguém que recebe milhões de indicações em categorias principais e acaba ganhando em (poucas) categorias técnicas. No caso do azarado Benjamin, além de nascer com aspecto envelhecido, faturou apenas Direção de Arte, Efeitos Especiais e Maquiagem.

Para quem se liga em eventos hollywoodianos apenas para conferir o bom – e muitas vez o mau, quase péssimo – gosto das celebridades no tapete vermelho da fama, deve ter dado boas risadas com o vestido de Beyonce, que parecia um verdadeiro abajur vitoriano. Rararararararara! E aquele vestido da Miley Cirus… por favor, se alguém aí entende de moda, pode me explicar o que era?

Outra coisa que sempre curto ver no Oscar é aquele momento em que mostra o rosto dos indicados antes de ser anunciado os vencedores das categorias e as caretas indiscretas que os perdedores fazem ao notar que não foram contemplados. Preciso fazer terapia para entender o porquê, mas eu não consigo conter o riso, a explosiva gargalhada com as caras de espanto, surpresa, cólera, frustração, ódio, raiva, febre amarela…. rarararararararararararara. É algo que não consigo evitar.

Bom, agora que você leu esse post, você foi indicado para a categoria Melhor Comentário do Post. É este o seu momento de discursar sobre o Oscar 2009. E não finja que você não leu essa frase, viu? rs!

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Olá leitores, como vocês sabem a família do Com limão sempre tenta trazer do bom e do melhor para vocês, mas agora precisamos da sua ajuda.
Para que possamos conhecer melhor nossos leitores, ou seja, você!  Nós montamos uma pesquisa rápida (calma, não precisa de login ou cadastro), basta clicar nas respostas das perguntas abaixo e [...]

pesquisa_2009

Olá leitores, como vocês sabem a família do Com limão sempre tenta trazer do bom e do melhor para vocês, mas agora precisamos da sua ajuda.

Para que possamos conhecer melhor nossos leitores, ou seja, você!  Nós montamos uma pesquisa rápida (calma, não precisa de login ou cadastro), basta clicar nas respostas das perguntas abaixo e colaborar com a nossa pesquisa. Contamos com vocês

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Divulgado dois novos cartazes da animação UP

A Disney Pixar divulgou esta semana dois novos cartazes do longa animado UP. O décimo filme dos estúdios Pixar conta a história de Carl Fredricksen, um senhor de 78 anos que, cansado da sua vida e dos vizinhos, decidi viver novas aventuras voando com a sua casa amarrada a balões de festa.
Claro que Carl não [...]

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A Disney Pixar divulgou esta semana dois novos cartazes do longa animado UP. O décimo filme dos estúdios Pixar conta a história de Carl Fredricksen, um senhor de 78 anos que, cansado da sua vida e dos vizinhos, decidi viver novas aventuras voando com a sua casa amarrada a balões de festa.

Claro que Carl não iria sozinho e por ironia do destino ganha o pequeno escoteiro Ellie como companhia, o que promete nos render boas risadas. O filme chega as telas brasileiras no próximo dia 25 de Maio.

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Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

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Info: Empresa americana lança jaqueta com design simples que vira barraca e não exige montagem complexa
 
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