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Cinema & Tv
 
Mad Men – HBO dará prêmios por campanha institucional para a Sterling Cooper

Campanha da HBO coloca você no lugar de publicitário dos anos 60 criando campanha para agência da série Mad Men

Por Victor Vasques

Quem tem acompanhado a série Mad Men sabe que a trama de Don Draper e a Sterling Cooper está para chegar em sua terceira temporada. Já para quem ainda não conhecer, Mad Men é criada pelo escritor e produtor Matthew Weiner (o mesmo de Os Sopranos) e ambientada na década de 60, onde mostra o mundo de Don Draper, um brilhante diretor de criação da fictícia agência Sterling Cooper.

Para comemorar e anunciar esta terceira fase, a HBO lançou um concurso muito interessante: A Sterling Cooper precisa de uma campanha institucional e quem vai cuidar deste briefing será você. Isso mesmo caro leitor, acha que se daria bem em uma agência como esta com um diretor de criação tão complexo como Draper?

A “HBO Portfolio” – como é chamado o concurso – dará para o vencedor da criação a exposição da peça ganhadora no site oficial da série e um tablet especial. Já os outros 7 finalistas não ficam sem nada e levam para casa boxes da série. Topa este desafio? Para mais informações basta acessas o site oficial do concurso, o twitter @hbo_brasil ou a fanpage da série no Facebook.

Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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Os Simpsons – Matt Groening recria ambiente de Os Jetsons em sátira sobre o futuro

Matt Groening recria ambiente de Os Jetsons para sátira exibida em um episódio de Os Simpsons

Por Victor Vasques

O que aconteceria se Matt Groening fosse escritor do desenho animado Os Jetsons? Durante o último episódio de Os Simpsons, exibido na semana passada nos EUA, isso vira realidade. A entrada mostra a professora Edna Krabappel passando um “documentário” de como seria Springfield no futuro, chamado Springfield do Futuro.

A sátira aos desenhos da Hanna-Barbera já não são novidades e a própria série Futurama é fruto de uma “brincadeira” com os Jetsons. No entanto desta vez Groening foi além e os vídeos abaixo merecem alguns comentários.

Não apenas porque a cidade chuvosa ou o metrô lotado lembra São Paulo, mas são os detalhes que tornam as animações de Groening inteligentes. Trocadilhos visuais como um outdoor com férias em Vênus ou o novo nome da Asteroid Elementary, de onde o filho desacordado por um braço mecânico é retirado pela janela.

Para finalizar, os pais querem um momento íntimo e a sós. Qual a melhor solução para se livrar do filho? Enviar para a casa da vó ou congelar ele com nitrogênio? A criogenia é a cara de Groening e o azar do pequeno.

Mais momentos inteligentíssimos do desenho que já bateu todos os recordes da televisão. Ponto para Os Simpsons, ponto para Matt Groening!



Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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Lembranças – Robert Pattinson tira imagem de vampiro sem graça e é co-produtor em filme

Com enredo denso e complexo, Robert Pattinson interpreta filho de Pierce Brosnan em filme romântico

Por Fábio Allves

Tyler é um jovem com problemas mal resolvidos com o pai e com a perda do irmão mais velho, distante e constantemente isolado em seu mundo, escrevendo ou enfornado em uma biblioteca, acaba em uma romântica aposta se encontrando com Ally, filha de um policia do qual já cruzou o seu caminho.

Os personagens de Pattinson e De Ravin se identificam por causa de suas dores e dá ao filme um olhar dramático pelo personagem de Pattinson, narrador e peça fundamental da trama, reforçada pela fotografia bem feita da gigantesca e melancólica Nova York como pano de fundo.

As atuações são a altura da direção feita por Allen Coulter e Pattinson – com seu primeiro papel após a série Crepúsculo – se destaca pelas cenas com Pierce Brosnan que, ao estilo irlandês, leva muito bem o papel de pai durão.

As surpresas e referências ficam por conta da mitologia grega e para quem quer se emocionar com essa profunda reflexão de que a vida é muito curta para não darmos importância aos pequenos detalhes e ações do dia a dia.

“O que você fizer será insignificante, mas é da maior importância que o faça.” Mahatma Gandhi

Do roteirista de “Casamento de Rachel”, com Robert Pattinson, Emilie De Ravin, Pierce Brosnan e grande elenco. Lembranças vêm à tona com um drama romântico surpreendente e serve para tirar o estigma de vampiro sem graça de Pattinson. O filme estréia no dia 12 de março nos cinemas brasileiros.



Fabio Allves é publicitário apaixonado por cinema e colaborador no Com limão, além de escrever em seu blog pessoal AllAbout.

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Toy Story 3 – Clássico da Disney/Pixar ganha novo trailer

Terceiro filme da franquia ganha novo trailer e mostra um pouco mais do que o clássico trará para os cinemas este ano

Por Victor Vasques

O que falar sobre Toy Story? Acredito que enquanto não saia o terceiro filme só podemos dizer que é uma animação para adultos e crianças. Um clássico que abriu as portas para a Pixar e promete nos surpreender ainda mais.

O novo trailer, divulgado esta semana, mostra um pouco mais do que será o novo filme. Contando a chegada de Woody, Buzz e cia. na creche e o seu relacionamento com os novos companheiros. Destaque para o “amor à primeira vista” de Ken e Barbie.



Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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High School Musical – Preconceito contra uma obra-prima às avessas

High School Musical consegue tirar boas gargalhadas do espectador livre de preconceitos com atores até então desconhecidos

Por Carlos Proença

High School Musical: O Desafio é o caso clássico daquele filme a ser pré-visto com antipatia. Isso, claro, por ser adaptação da insípida franquia infanto-juvenil – apesar de sucesso impressionante – produzida pela Disney Channel e que lançou um dos “jovens galãs” mais inexpressivos da história do cinema: Zac Efron.

Uma versão nacional, portanto, tem mais cara de caça-níquel do que propriamente um filme. Ainda mais quando sabemos que esta é a terceira empreitada da companhia em solo latino-americano utilizando-se da grife HSM (México e Argentina já foram contempladas com as suas, ambas intituladas High School Musical: El Desafío).

Aqui, mais do mesmo: elenco novato escolhido em programa de televisão, músicas de gosto duvidoso e coreografias estapafúrdias. O musical brasileiro, claro, teve alterações para torná-lo mais palatável, como o protagonista ser jogador de futebol, e não de basquete como no original. Além disso, o samba, o olodum e um deslocado reggaeton ganham vez na trilha sonora. Vale lembrar também que Wanessa Camargo participa do filme, algo que – teoricamente – confirmaria o seu “inevitável sucesso”.

É evidente que a fórmula não é nem um pouco infalível, tanto que em seus primeiros dias de exibição, HSM: O Desafio teve resultado aquém das expectativas. Outras tentativas do mercado cinematográfico nacional no mesmo âmbito já caíram por terra anteriormente – o último caso parecido sendo Um Show de Verão.

Nada surpreende até então. E o normal é que qualquer pessoa que já não tem mais tantas espinhas assim na cara nem pensará em assistir ao filme. Mas quem seguir esse princípio, não sabe o que está perdendo. No primeiro trimestre deste ano, certamente um dos programas mais divertidos a se fazer é comprar um pipocão e se deleitar nessa obra-prima.

O espectador que melhor aproveita o espetáculo HSM é o com senso de humor. A qualidade é primordial para reconhecer os signos do tipo humorístico mais subjugado de todos: o humor involuntário.

As situações no filme são tão amorfas, deslocadas e de uma ingenuidade tão barata, que é impossível não rir do começo ao fim em cada um dos números musicais. O valor da adaptação brasileira – assim como também parece ser pelo que vi da argentina e da mexicana – não está no aspecto afirmativo da sua existência, ou seja, na auto-validação como projeto artístico. A jóia incrustada é justamente todo o estranhamento que a realização de tal obra produz em solo nacional. Neste sentido, toda a qualidade canhestra de música, dança e atores somente potencializa o nosso sentimento de: Puta que pariu, isso é hilário!

“… as partes mais insossas são aquelas com a estrelinha Wanessa Camargo.”

E aqui entra uma questão preponderante para a simpatia ao spin-off: o fato de ser um musical e de ter rostos desconhecidos do grande público possibilita que nossa interação com a tela se manifeste de forma mais plena. Não é de se espantar, portanto, que as partes mais insossas são aquelas com a estrelinha Wanessa Camargo. O espectador do século XXI, criado sobre a ditadura do regime das imagens possui inconsciente tendência a rejeitar todo o lixo cultural produzido e que chega aos meios de comunicação – sobretudo a TV – com estrondoso sucesso. Daí um filme da Xuxa não agradar tanto nesse aspecto.

Assim, HSM: O Desafio é paradoxal em sua própria existência. Mesmo que requentando o sucesso da Disney, a tentativa de emulação através das adaptações óbvias para aceitação em território nacional desperta um senso crítico – no sentido de localizar o tosco – tamanho no espectador que a reação natural não é a raiva nem o desprezo, mas simplesmente a gargalhada. Às avessas, mas obra-prima.

Carlos Proença é graduando em cinema na UFF e colaborador de cinema no Com limão.

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Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos
Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

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Info: Empresa americana lança jaqueta com design simples que vira barraca e não exige montagem complexa
 
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