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Viajante Com limão
 
11º Expobelta – Uma alternativa e oportunidade para quem quer estudar fora do país

Feira internacional trará para São Paulo as principais escolas do mundo e convida os interessados em estudar fora do país

Por Victor Vasques

Diariamente acompanho de perto os números do Com limão, as críticas (e elogios) dos leitores e tento atender ao máximo de dúvidas de todos vocês. Com isso, uma coisa que tenho percebido é a invasão de estudantes – não apenas de design – aqui no site. Como faço para ir para Londres? Qual a melhor faculdade para fazer? Essas são apenas das diversas perguntas que recebo por e-mail.

Foi com intuito de ajudar esse público que apresento agora a Expobelta. A 11º edição da feira de educação internacional acontece agora no mês de Março (mais exatamente nos dias 20 e 21) no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

O grande convidado deste ano não poderia ser outro, senão os EUA. Depois do Ano da França no Brasil e da invasão da África do Sul, a feira trará as melhores escolas dos EUA para quem tiver interesse em virar um mochileiro estudantil.

Já para os que procurando especificamente escolas de design, estarão na feira diversas vindas de países como Alemanha, França, Reino Unido e Nova Zelândia (este último um ótimo lugar para quem busca especialização em 3D ou motion).

Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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Viajante Com limão – Linhas de Nazca: Os misteriosos desenhos peruanos

Com limão desembarca no Peru para visitar a pequena cidade de Nazca e os em torno de seus famosos desenhos

Por Vince Vader

Galeria de imagens:

Olá leitores, acabo de voltar de uma viagem ao Peru e divido com vocês um dos pontos altos dessa epopeia: voar de monomotor sobre as Linhas de Nazca.

Próximo à cidade de Nazca, em uma área de aproximadamente 525 quilômetros quadrados e com datação entre 200 antes de Cristo e 800 depois de Cristo, centenas de desenhos sulcados no solo se transformam em enormes figuras geométricas e desenhos de estranhas figuras. A pesquisadora que mais tempo dedicou em solucionar os mistérios das enigmáticas linhas, foi a alemã naturalizada peruana Maria Reiche.

Nazca é uma cidadezinha de 30.000 habitantes que vive cercada de mistério. Alguns acham que é um grande trabalho feito pelo povo que habitou esse lugar há centenas de anos, outros acham que é uma pista de pouso de seres extraterrestres, enfim, é um lugar maravilhoso.

As linhas só são visíveis, em toda sua proporção, quando se voa de monomotor a pelo menos 300 metros do solo. É impressionante o tamanho dos sulcos que formam os desenhos. Para entender melhor, abaixo um vídeo mostrando essa experiência única:

Para termos uma idéia geral de todos os desenhos, dispostos naquele sítio arqueológico, só dando uma olhada em um mapa completo. Por hoje é só, em breve quero dividir com os leitores a aventura que foi visitar Machu Pichu. Até lá!

Vince Vader é publicitário e game designer. Além de atuar em mídias digitais desde 97, é professor de Criação Digital/Computação Gráfica e coordenador do ESPM Digital

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Viajante com Limão – Vistos e mais vistos

Londres coloca brasileiros em grupo de alto grau de risco e o Com limão dá 10 dias para facilitar sua viagem

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Por Gustavo Oliveira

Este é um texto curto, mas muito importante! Descobri através de alguns amigos que Londres soltou um comunicado em seus jornais dificultando a entrada de estudantes do mundo inteiro. Especialmente do Brasil, pois de acordo com eles nós pertencemos ao grupo de alto grau de risco de fraudes e problemas, especialmente de ilegalidade.

Tenho uma grande amiga que teve o visto negado duas vezes, sem maiores explicações. Vejo que este ano as coisas estão realmente mais difíceis e recomendo algumas boas dicas para aqueles que vão se arriscar:

1. Não esqueça todos os documentos (os originais são fundamentais). Cópias aumentam o risco de negação em pelo menos 50%. Sim, o Photoshop tornou-se um vilão;

2. Comprovação de renda é uma das mais importantes. Refaça e faça sua renda, junto com a do seus pais se possível;

3. Recomendações e cartas de professores e empresas. Indispensável como extra;

4. Procure escolas com o certificado do British Council. Sem certificado, esqueça a escola. Recomendo mais uma vez a Malvern House e o Eurocentre. Escolas como Shillington College e grandes universidades emitem cartas originais e mandam sem custo para o Brasil;

5. Se possível, venha com 1 mês de homestay oferecido pela escola. Muito mais fácil de comprovar a veracidade das informações com tudo conectado;

6. Passaporte Europeu? Ame sua família;

7. Tenha uma quantia de reserva no banco! Uma quantia em dinheiro, que não exceda 1500 libras na mão e uma outra reserva em outro banco (ou dos pais) para qualquer gasto extra;

8. Pelo amor de Deus, Seguro Saúde é fundamental!;

9. Teve tuberculose? Pneumonia ou etc.? Raio-X do tórax para mostrar que você se precaveu. É muito fácil você voltar do aeroporto mesmo sendo “risco”;

10. Only Real Documents! Não vá inventar, pois irá voltar. Para complementar eu acho você e te dou tapão por isso!

Gus Oliveira é diretor de arte pós-graduado em Londres. Divide suas principais experiências ao redor do mundo, especialmente sobre o velho continente.

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Chapada Diamantina – Uma aventura em solo nacional

Chapada Diamantina, lugar perfeito para passear e espairecer a mente

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Algumas vezes nosso corpo e nossa mente pedem socorro. Quando isso acontece é hora de dar um tempo, respirar um pouco de ar puro e ficar perto da natureza.

Foi em uma dessas situações que viajei com uma amiga para a Chapada Diamantina, na Bahia. Formada por 57 municípios, ficamos hospedadas em Lençóis (409km de Salvador), a principal cidade da Chapada, onde o grande guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page, tem uma casa. Cidade agradável e povo hospedeiro.

A Chapada possui morros, cachoeiras, grutas, cavernas, rios, pinturas rupestres, entre outras paisagens de beleza infinita. Não há palavras para descrever a sensação de ver a vista do Morro do Pai Inácio ou a vista do alto da Cachoeira da Fumaça, a maior queda livre do Brasil, com 380 metros.

É possível fazer passeios de um dia ou trilhas de vários dias, como a de três para chegar na base da cachoeira de fumaça ou a de quatro dias no Vale do Paty.

As grutas têm todo seu charme. Na Lapa Doce é possível ver estalactites e estalagmites com diversas formas, como a famosa coruja. Na da Pratinha é possível fazer mergulho de flutuação e entrar em uma gruta totalmente escura ou nadar ao lado dos peixes.

A Chapada Diamantina é um lugar perfeito para quem gosta de ecoturismo. Existem muitas opções de passeios, para todas as idades. São longas caminhadas, grandes rochas para escalar e muitas subidas que parecem intermináveis, mas vale cada esforço feito. As trilhas são sempre ‘enfeitadas’ com as lindas flores e paisagens deslumbrantes durante todo o caminho. O resultado final é pernas quebradas, pés moídos, corpo dolorido, mas muita, muita paz!

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Viajante Com Limão – Uma leve diferença no ensino publicitário

Pensando em fazer um curso de publicidade no Reino Unido? Veja a análise das diferenças em relação ao Brasil com o Viajante Com Limão

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Antes de começar o assunto, não tenho nenhuma pretensão de denegrir ou ferir a imagem de cursos no Brasil. São bons em diferentes perspectivas, sendo que eu apresento uma diferente que surge do exterior.

Tomarei então um ponto: “I wanna work with Advertising and I want to study in the UK” – Quero trabalhar com propagada e quero estudar no Reino Unido.

Primeira diferença: Qualificação vem do berço. Toda e qualquer análise parte de como você se expressa dentro do país deles e enrolar não adianta. O que realmente vale é fazer uma prova ou curso de inglês em alguma escola (agora com número reduzido devido a crise e a grande fiscalização). Não adianta apenas conversar bonito, com muito cheers e simpatia, tem que mostrar o Diploma de Cambridge ou IELTS com nota 6.0 ou mais. Feito isso você já passou pela primeira etapa.

Passando o nível da conversa e da comunicação, partimos para o portfolio. Um foundation course na área pede que você tenha então pelo menos algum embasamento criativo, alguma prova que você tem um pouco de aptidão. Varia de lugar para lugar, mas algum tipo de teste é executado. No meu caso para a pós-graduação, tive de apresentar portfolio junto com um exame completo elaborado por eles de 14 questões criativas (prometo que vou encontrar!).

Muito bem, você está qualificado e estudando, começará então a visitar agências. Sim, em Londres as escolas são convidadas ou pedem para um dia dentro de uma agência. Nada melhor que ver de perto o trabalho. Diferenças e semelhanças, vale o simples fato de se respirar o ambiente almejado de trabalho.

Ah certo! Quer ser Planejador, Atendimento, Gerenciador de Conta? Carta de apresentação e currículo afiadíssimo, ambos bem elaborados, para pelo menos 200 agências em Londres. Espere por 2% de retorno e torça para que desses 2%, 0.5% o chamem para então conversar.

Criativo? Diretor de Arte? Onde está seu parceiro? Ah, desculpe no começo ninguém é Diretor de Arte ou Redator, é Creative/Criativo. A pasta é uma só para os DOIS. Tudo se faz EM DUPLA. Um fato que para mim faz toda diferença, especialmente no Brasil, que deveria ser uma obrigação para um trabalho ainda mais polido e bem-feito (opinião pessoal). Preocupado com Photoshop? Aqui é no rabisco, como eu já disse.

Entrou? Trabalha de graça? Quer ajuda? Conversemos. Sim, tem jogo de cintura. Tudo conversado.

Crise? Parênteses. Esse merece um comentário especial com muito mais embasamento e qualidade. Mas desde já. Pelo menos 4 amigos meus já trabalhando voltaram. Alguns sumiram. Outros recomeçaram de graça. Como bem sabemos a primeira fonte de gasto cortada é a nossa (comunicação) então vá disposto a sacrifícios, mesmo que as coisas estejam exatamente no break-even nos tempos atuais.

Dependendo do local, os professores ainda trabalham ou possuem realmente muitos contatos com o mundo publicitário (o que não difere da nossa realidade), porém a impressão que tenho são dos profissionais procurando os professores e não o inverso no lado britânico. Um facilitador? Sim, afinal a análise de pasta acontece com mais frequência.

Londres tem a NABS, vale ressaltar a grande diferença. Existe o lonely hearts também, os milhões de concursos e as diversas ajudas do governo para então o desenvolvimento de ensino. Em Londres, estudantes podem pedir aos bancos que paguem o curso e só então começam a pagar novamente com um emprego depois de formados e estabilizados.

Vale essa pequena análise. Dúvidas mais específicas para diferentes áreas, Availability [ON]. Cheers!

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