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É hora de celebrar os 70 anos de Batman!

Este post tem a pegada do hit Face To Face, música interpretada por Siouxsie & The Banshees para o filme Batman Returns, de 1992.
Sim, neste mês de abril o lendário Homem-Morcego comemorou seus bem vividos 70 anos de nascimento. Foi no dia 18 de abril de 1939 que a DC Comics deu vida a um [...]

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Este post tem a pegada do hit Face To Face, música interpretada por Siouxsie & The Banshees para o filme Batman Returns, de 1992.

Sim, neste mês de abril o lendário Homem-Morcego comemorou seus bem vividos 70 anos de nascimento. Foi no dia 18 de abril de 1939 que a DC Comics deu vida a um herói mais urbano, que combatesse o crime como um detetive humano, mas com habilidades fantásticas, uma antítese aos poderes alienígenas e inquestionáveis do Super-Homem.

O Com Limão homenageia Batman:

· Por ter nascido em uma década em que a tecnologia ainda engatinhava, tornando-se um ícone simples, mas tão poderoso e engenhoso nas décadas de 40 e 50;

· Pelas obras caridosas e exemplares que Bruce Wayne fez por uma Gotham City dominada pelo crime;

· Pela forma como o Homem-Morcego dirigiu a Liga da Justiça, conciliando egos super poderosos com sua inteligência e bom senso.

· Pela série de TV dos anos 60 que influenciou gerações, pelas cores, diálogos e onomatopéias engraçadas enquanto o coro comia solto.

· E nesta série, não ter uma mulher tão vitimista e irritante quanto a Lana de Smallville;

· Por nos apresentar a deliciosa Mulher Gato na pele da Michele Pfeiffer. Miauuu!

· Por superar o estigma e olhar preconceito de uma sociedade que jurava que ele e Robin tinham um romance.

· Por ser um herói que carrega uma carga psicológica fortíssima por conta do assassinato de seus pais – o que o torna mais humano e próximo da realidade;

· A despeito de dois filmes beeeeem queima-cartaz como Batman Forever e Batman & Robin na década de 90, conseguir sobreviver e renascer com dois filmes posteriores que re-inventaram a linguagem das adaptações de HQ nos cinemas.

· Por ganhar histórias nas mãos de estrelas como Grant Morrison e Alan Moore.

· Pela dignidade em que se modernizou para acompanhar o crescimento de seus fãs, durante estes 70 anos de existência.

· Por ter nos dados vilões inesquecíveis, como Charada, Espantalho, Pinguim e claro, o maravilhoso Coringa.

· Por ter segurado a barra quando Robin morreu nas mãos do Coringa, na década de 90.

· Pela coragem em encarar o Super-Homem e dar uma sova nele de um jeito que nunca ninguém deu.

· Mesmo com umas histórias pouco convincentes nos quadrinhos, como quando se tornou um Bat Bebê, depois marciano e ainda – acreditem! – virou o Batman da Selva, resistiu e nos deu obras-primas como A Piada Mortal e O Cavaleiro das Trevas.

· Por provocar toda uma disputa pelo seu capuz e legado agora que Bruce Wayne pode estar morto em Batman R.I.P.

· E, principalmente, obrigado por tudo o que já veio de você e o que virá nos próximos 70 anos!

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Bat Post! – 70 anos do Homem-Morcego

Finalmente, posso prestar aqui minha homenagem ao Homem-Morcego. Neste ano, ele completa seus respeitáveis 70 anos de existência, com jovialidade e senso contemporâneo que faz dele um dos maiores ícones do universo DC dos quadrinhos. E nada melhor que criar um Bat Post para prestar este tributo.
Batman nasceu em 1939 com a proposta de ser [...]

batman

Finalmente, posso prestar aqui minha homenagem ao Homem-Morcego. Neste ano, ele completa seus respeitáveis 70 anos de existência, com jovialidade e senso contemporâneo que faz dele um dos maiores ícones do universo DC dos quadrinhos. E nada melhor que criar um Bat Post para prestar este tributo.

Batman nasceu em 1939 com a proposta de ser um detetive que combate o crime urbano, presente e constante nas ruas de Gotham City. O playboy Bruce Wayne perdeu seus pais quando criança graças à marginalidade que ele combateria corajosamente anos depois utilizando o emblemático símbolo do morcego – para incutir medo e dúvida nos bandidos e inimigos da lei.

E o Com Limão listou as aventuras que o Cavaleiro das Trevas ganhou nas telonas para relembrarmos juntos todos os (bons e maus) momentos em que Batman foi retratado nos cinemas:
Batman – O Homem Morcego: lançado originalmente em 1966, foi responsável por popularizar o herói para o público da TV. Aqui, os vilões Pinguim, Charada, Coringa e Mulher Gato unem forças para conquistar o planeta e seus planos são frustrados pela Dupla Dinâmica, que é salva da morte com a ajuda de uma… andorinha!!! É um filme recheado de onomatopéias para reforçar as porradas e tem um ar inocente, ingênuo, quase beirando a comicidade, digno da Era de Ouro dos quadrinhos. Vale a pena pelo valor histórico da obra.

Batman: Lançado há 20 anos, conta com a participação de Jack Nicholson na pele do Coringa. O filme trouxe de volta a febre da Batmania e apresentou o herói de forma clássica, que recorria ao famoso Cinto de Utilidades em momentos de apuro. O Coringa era retratado como um verdadeiro clown do crime e queria dominar Gotham com seu famoso gás do riso. Também é um filme de valor histórico pela capacidade de captar a aura clássica das histórias de Batman nos quadrinhos.

Batman Returns: Em 1992, uma nova aventura de Batman chega às telas e ele terá de enfrentar o asqueroso Pinguim e a gostosa Mulher Gato, vivida pela atriz Michele Pfeiffer. O clima gótico de Gothan está acentuado e a caracterização dos personagens está perfeita, concedendo toda a repugnância ao estranho Pinguim e toda a sensualidade sadomasô para a Mulher Gato. Ambos os vilões tem suas origens abordadas superficialmente, mas o filme emplaca e dá fôlego para mais seqüência de filmes do Homem-Morcego. E é aí que mora o perigo!

Batman Forever: o filme chegou em 1995 ainda com o frisson, o burburinho em torno da chegada do Robin, o Menino Prodígio para dar uma força ao herói. Por incrível que pareça – e para o terror dos fãs de HQs – a história fica subjugada e perde espaço para situações nada a ver com o Bat Universo, como o desnecessário close nos traseiros da Dupla Dinâmica. A mulherada gostou, mas quem entendia um pouco sobre o Batman percebeu de cara que o filme iria naufragar feito o Titanic. O vilão da vez é o Charada – vivido pelo Jim Carrey. Sim, Carrey faz rir, mas exagera ao ponto de descaracterizar a loucura inteligente do Charada, esculhambando com o clássico vilão. O próprio Batman aqui parece ter perdido sua identidade sombria frente à colaboração com Robin. Não convenceu.

Batman & Robin: Em 1997, o longa trás Robin passando por uma crise de identidade e sua busca por independência – e haja paciência! Assim, a Dupla Dinâmica está enfraquecida e vai precisar da ajuda da Batgirl para enfrentar o terrível Mr. Freeze e os hilários (novamente!!!) Bane e Hera Venenosa. Os uniformes de Batman e Robin que já haviam desagradado os fãs no filme anterior continuam a causar desconforto nos adeptos do Homem-Morcego e a grande crítica feita pelos fãs cativos foi o fato de Bane ter recebido um destaque pífio no filme. A rixa entre Batman e Robin parece uma briga de meninas de dez anos de idade e o ar forçado da sensualidade de Hera Venenosa são os ápices do fiasco cinematográfico. Uma pena mesmo.

Batman Begins: Filme com título original de Year One teve seu nome substituído justamente para reforçar a desconexão com os filmes-fiascos anteriores. Foi uma excelente jogada em termos de arte voltar para o nascimento do super-herói e retomar o ar sério que um Batman que se preze deve ter. As referências às artes ninjas promovem uma aventura de primeira e prepara o público para o blockbuster que chegaria na seqüência. É um filme de correção da trajetória de Batman nos cinemas.

Batman – O Cavaleiro das Trevas: lançado no ano passado, o mais recente filme da franquia do Cavaleiro das Trevas é um divisor de águas em termos de adaptações de quadrinhos para os cinemas. É o mais sombrio de toda a série e tem um ar contemporâneo, terrorista, anárquico personificado na imagem do Coringa, de Heath Ledger. A teia de idéias que construiu o enredo é perfeita e com certeza deve estar fazendo os executivos da Warner perder o sono em relação a como superar tamanha grandiosidade artística e cinematográfica. Essa superação eu pago para ver. Esse sim é um filme que Batman merece.

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A vida particular dos seus brinquedos

Quando assisti pela primeira Toy Story fiquei imaginando como seria se os meus brinquedos tomassem vida quando ninguém estivesse olhando. Tema de inúmeros filmes, a idéia de dar vida aos nossos amigos inanimados sempre esteve presente no universo imaginário infantil.
Tomado por esse espírito, o site WebUrbanist reuniu uma galeria com cenas inusitadas que representariam esse [...]

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Quando assisti pela primeira Toy Story fiquei imaginando como seria se os meus brinquedos tomassem vida quando ninguém estivesse olhando. Tema de inúmeros filmes, a idéia de dar vida aos nossos amigos inanimados sempre esteve presente no universo imaginário infantil.

Tomado por esse espírito, o site WebUrbanist reuniu uma galeria com cenas inusitadas que representariam esse momento particular dos personagens.

De Caco, dos Muppets, bebendo vodka à Stormtroppers e seus filhos, a galeria consegue tirar algumas belas risadas. Ideal para a tarde de sexta-feira.

Ainda em tempo: Quem é fã de Batman e quiser dar boas risadas, meus amigos Alexandre Ottoni (Jovem Nerd) e Deive Pazos (Azaghâl), do site Jovem Nerd, estarão na FNAC da Avenida Paulista hoje às 19:30 para o lançamento oficial do DVD Batman – O Cavaleiro das Trevas.

Segue os dados do evento. Aguardo vocês por lá!
Av. Paulista, 901 Térreo Mez
1º subsolo, ext. Alameda Santos,960 – Bela Vista

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O Morcego vai pro saco ou não vai?

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Opa! Se você corria para o seu CD player escutar as músicas que acompanham os meus posts (cá pra nós, eu acho que eu sou o único que faz isso!!!) seus problemas acabaram! Aeeee!
Agora ficou tudo mais fácil: é só apertar a seta aí em cima e você vai [...]

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Opa! Se você corria para o seu CD player escutar as músicas que acompanham os meus posts (cá pra nós, eu acho que eu sou o único que faz isso!!!) seus problemas acabaram! Aeeee!

Agora ficou tudo mais fácil: é só apertar a seta aí em cima e você vai escutar Invaders Must Die, a nova música do Prodigy. Outra observação antes de começarmos este post, são os créditos para a imagem que ilustra o nosso artigo, que foi criado pelo ilustrador André Meister.

E não são apenas os Invasores que devem morrer, conforme prega o Prodigy. Ao que tudo indica, o bilionário Bruce Wayne vai fazer companhia ao Capitão América lá no Céu ainda este mês. A conclusão da saga Batman R.I.P. está sendo bastante esperada, comentada lá fora e promete trazer um novo dono para o uniforme do homem morcego.

Alguns rumores dão conta que o desafeto do Coringa vai se deparar com um segredo perturbador do seu passado que vai obrigá-lo a abandonar a função de detetive contra o crime. Outros juram que o herói vai desaparecer em uma queda de um helicóptero e seu corpo não será encontrado, dando aquela brecha para a volta de Bruce em um futuro próximo. Outra linha de pensamento – e essa me parece inspirada nas novelas da Record – afirma que Batman vai se aposentar para finalmente se casar com alguma lady que eu nem imagino quem seja. Ele até que merecia um final feliz: várias mulheres que o playboy amou acabaram indo visitar o Steve Rogers antes dele. E se você assistiu ao último filme do Batman, vai se lembrar do que eu estou falando.

De qualquer forma, se a queda final do Batman acontecer sem propriamente ocasionar a morte de Bruce, estaremos diante de um desfecho completamente inovador e inusitado no universo das HQs, com a exploração de alternativas que não sejam exatamente fórmulas prontas. Vejo aqui uma oportunidade ímpar da DC alfinetar de forma original a Marvel por ter matado Steve Rogers, provando que grandes desfechos não precisam eliminar ícones dos quadrinhos para chamar a atenção dos leitores.

Ainda no quesito morre ou não morre, já começaram os boatos que garantem a volta do Steve Rogers como o Capitão América. Depois de todo o rebuliço que foi a Guerra Civil, a Marvel vai precisar de um bom argumento para trazer o bandeiroso de volta… se bem que, depois que todo o universo sofreu uma amnésia coletiva para justificar a mudança de trajetória do Homem-Aranha, tudo pode acontecer.

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Why so serious, Sid? … because there´s no future, Joker.

Hoje dou as boas vindas ao mais novo colaborador do Com limão. O Kadu chega para cobrir uma área muito presente nas artes e no design, as histórias em quadrinhos. Para abrir como chave de ouro, leia o post abaixo ao som de Anarchy in the Uk, dos Sex Pistols.
Christian Bale deu com as línguas [...]

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Hoje dou as boas vindas ao mais novo colaborador do Com limão. O Kadu chega para cobrir uma área muito presente nas artes e no design, as histórias em quadrinhos. Para abrir como chave de ouro, leia o post abaixo ao som de Anarchy in the Uk, dos Sex Pistols.

Christian Bale deu com as línguas nos dentes e todos nós já sabemos: Heath Ledger inspirou-se em Sid Vicious, baixista dos Sex Pistols, para compor o anárquico e promotor do caos urbano, Coringa.

Cara, eu não resisti e tive que viajar pela mente do Coringa para tentar captar a semelhança do Palhaço do Crime com o ícone do movimento punk rock. O lema que a banda de Sid levantava “No Future!” poderia muito bem complementar a frase clássica do inimigo de Gotham: why so serious? theres no future!

O baixista é dono da história mais trágica dos Sex Pistols: vivia chapado e arrumava confusão até mesmo com o público que comparecia em peso aos shows da banda. E é aqui que o Coringa de Ledger surge nas telas, exterminando seus próprios comparsas no crime nos primeiros minutos de Dark Knight.

Turva, inexplicável é a origem das cicatrizes do vilão: ora ele atribui à violência paterna, ora elas remetem à falta de dinheiro e ao desaparecimento de sua esposa (que nem Mãe Dinah sabe dizer onde foi parar). Sid Vicious tem uma sombra inexplicável também em sua história: sua então namorada, Nancy, foi encontrada morta em um quarto de hotel. Quem estava ao lado do corpo, chapado de heroína… ele mesmo. Não há registros do baixista ter dito “Why so serious” na data da tragédia.

Embora em contextos diferentes, Sid e Coringa foram presos por homicídio e acabaram sendo libertados: o baixista pagou fiança; o bandido levou um agente policial à loucura. A idéia de complementação está presente na relação entre Batman & Coringa na mesma proporção entre Sid Vicious & Sex Pistols.

O ingresso do baixista em uma carreira solo não lhe rendeu a mesma projeção que o papel de baixista da maior banda punk de todos os tempos proporcionava… e Coringa não conseguia enxergar-se separadamente do Batman

Eu sou um anarquista Não sei o que quero Mas sei como conseguir Eu quero destruir “ Trecho de Anarchy in the Uk.

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Como treinar seu dragão – A invasão dos seres mitológicos no cinema e na literatura
Como treinar seu dragão – A invasão dos seres mitológicos no cinema e na literatura

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Info: Filme baseado em livro de escritora inglesa abre as portas para onda de personagens mitológicos
 
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