Com limãoCom limão

No ar desde setembro de 2006, o Com limão é um site especializado nas áreas de comunicação social e visual, escrito por uma equipe composta de profissionais do mercado mundial.

Entre em contato pelo e-mail: contato@comlimao.com
 
 
NewsletterNewsletter

Cadastre seu e-mail e receba nossas novidades.

 
 
Siga! @Comlimao
3960 seguidores
5610 mensagens

Fim de semana chegando e deu aquela vontade de comida japonesa? Aprenda como comer sushi: | ... continue lendo
 
Parceiros

 
13º Prêmio de Propaganda O Globo – Inscrições abertas para publicitários ousados

13º Prêmio de Propaganda O Globo abre as inscrições para categoriais tradicionais e mídias digitais

Por Victor Vasques

Nosso país, quando comparado com Europa e América do Norte, é muito pobre em prêmios e concursos para o mercado criativo. São poucos como o Museu da Casa Brasileira que promovem eventos como o Prêmio de Design.

Um dos que se destacam é o Prêmio de Propaganda O Globo. Em sua 13ª edição o prêmio que visa estimular e valorizar o talento criativo nacional nas áreas analógicas e digitais está com as inscrições abertas.

Dividido em 8 categorias: Varejo, Serviços, Anúncios de Oportunidade, Classificados, Imóveis, Indústria, Serviço Público Comunitário e Turismo, além dos Grandes  Prêmios – que este ano ganharam a  versão  digital.

Os GPs deste ano, além dos já tradicionais troféus, darão para os vencedores dois Kindles, o e-reader da Amazon, iPhones, MacBooks, estágios e R$ 15mil nas categorias “Melhor Aproveitamento do Meio Jornal”, “Case de Resultados” e “Jovens Criativos”.

Como diz a campanha do prêmio, dá para fazer muita coisa criativa. Se você é profissional da área, está esperando o que? Reuna seus melhores trabalhos e boa sorte!

Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Mr. Klein & Saltworks – Soluções tecnológicas para a preservação da água no mundo

Novidades tecnológicas são destaques na economia, preservação e produção de água potável no mundo

Lavar roupa! Uma tarefa árdua, mas necessária para todos (principalmente os solteiros). Seja no tanquinho ou na máquina de lavar, o ritual de limpeza das roupas gasta – segundo a Sabesp¹- de 135 à 280 litros por lavagem. O suficiente para seis banhos de 15 minutos no chuveiro elétrico.

No entanto essa realidade pode mudar com a Mr. Klein. O projeto de lavadora do designer Yoon Kisang, apresenta um sistema simples de filtros que reutiliza a água repetida vezes para a lavagem.

O projeto por enquanto prevê apenas as chamadas mini-lavadoras, oque é muito indicado para solteiros, mas pode ser transferido para formatos maiores facilmente, afinal a NASA não usa filtros para retirar água da urina dos astronautas?

Enquanto não temos em funcionamento tecnologias como a do jovem engenheiro canadense Ben Sparrow, que promete ter criado um sistema de purificação de água mais eficiente que formas convencionais de dessalinização².

De acordo com Sparrow, o sistema termoiônico separa da água os íons positivos e negativos, retirando todo o sal da água. Ainda de acordo com o engenheiro, a água precisa apenas de um tratamento à base de cloro ou ultravioleta para ser consumida. Com isso a Saltworks, empresa de Sparrow, ganhou o prêmio de sustentabilidade de British Columbia e a aprovação do Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá.

O projeto é tão promissor que segundo a Global Water Intelligence, o mercado de dessalinização cresce 9,5% ao ano e deve atingir US$ 56 bilhões em 2015.

Enquanto projetos como a da Saltworks ou a Mr. Klein não são lançados precisamos usar conscientemente nossa água. Afinal, não é porque o Brasil possui 12% da água superficial e doce do mundo que vamos sair esbanjando 280 litros por cuecas e calcinhas limpas.

Fontes: ¹Uso racional de água (Sabesp); ²Água doce e mais barata (Agência Nacional de Águas – ANA)

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
#Soumaisweb & e-Branding – Saiba o que rolou nesta 13º edição do evento carioca

Nossa editora carioca foi conferir a 13ª edição do #soumaisweb, que teve como tema e-Branding e reuniu profissionais brasileiros para discussão

Por Cyntia Bravo

O #soumaisweb é um ótimo evento que acontece todos os meses no Rio de Janeiro, idealizado e organizado por Nino Carvalho. O foco é sempre estimular discussões inteligentes e relevantes sobre o ambiente da web, suas novidades, suas ferramentas e afins. Nesta última edição (dia 13 de março) falamos sobre e-branding, ou seja, como a marca se comporta ou pelo deveria se comportar na Internet.

Claro que este assunto rende muitos comentários. Por isso, nada melhor do que pessoas altamente qualificadas para falar sobre o tema. Os convidados da mesa deste mês foram Danielle Meirelles – responsável pela DBrand, Andrei Scheiner – TerraForum e finalmente Gabriel RossiBranding Digital.

Quem começou o bate papo foi a Danielle Meirelles, que nos mostrou vários cases bacanas de marcas que apostam na interatividade e aproximação com o cliente. Ela explicou que é necessário usar os pontos de contato como assinaturas de e-mail, blogs, pop-up e outros para fortalecer a marca e comunicar sua essência. Ela dividiu o processo do bom desenvolvimento da marca na web de três maneiras:

- Divida: Compartilhe informações, dados, entretenimento e tudo mais que você puder.

- Ouça: Entenda e ouça o que está sendo falado sobre sua marca.

- Interaja: Use as oportunidades dadas pela web e por quem a faz para que se transformem em venda. O exemplo dado foi o site Yelp, que agrega milhares de usuários em uma rede de contatos disponível para troca de informações sobre marcas já utilizadas e os recompensa de acordo com os pontos arrecadados. Vale a pena conferir o site.

Já o Andrei levou sua aprensentação de mestrado muito bem elaborada com um estudo sobre as marcas x tatuagens. Mostrando como as marcas assumem um papel de importância na vida de seus consumidores e os levam a uma relação de extremo amor, chegando até mesmo a tatuá-las em seus corpos e eternizar esta parceria. Ele também ressaltou que os conceitos hoje utilizados na web já existiam e o que está acontecendo é apenas uma adaptação às novas ferramentas.

A internet está revolucionando, está apenas utilizando o que o marketing sempre disponibilizou de maneira mais presente e marcante. Também foi destacado como o pós-venda aqui no Brasil ainda é tratado como um “favor” aos clientes e não como um serviço agregado vendido junto com o produto.

Outro ponto, que foi inclusive discutido por todos os palestrantes, é que as marcas ainda não entendem o valor real das mídias web e por medo e despreparo, preferem não mergulhar no mundo 2.0. Está cada vez mais comum fazer pesquisa em sites de relacionamento e de busca sobre a reputação de um determindado produto. Se a marca quiser competir, deve então estar perto destes comentários para que possa sanar dúvidas e melhorar sua imagem. Deve-se monitorar e entender!

“… o marketing é uma filosofia e não uma ferramenta.”

Por último, mas não menos importante, Gabriel Rossi deu um show de análise sobre e-branding, indicando bibliografias e mostrando que é amante incondicional do assunto. Ele começou dizendo que o marketing é uma filosofia e não uma ferramenta. Ainda afirmou que o pós-venda é o responsável pela definição do sentimento do consumidor, que pode amar ou odiar uma marca a partir de seu tratamento após a compra.

Hoje é o consumidor que controla o relacionamento com a marca e acredita em outros consumidores para escolher por uma marca ou outra.

“A marca é verbo, não mais substantivo”.

Foi levantada a preocupação que as empresas brasileiras devem ter com os nativos digitais, aqueles que nasceram com a internet em suas mãos e não sabem viver sem ela. E o mais importante: uma marca não deve seguir uma tecnologia, mas sim o comportamento humano. É o comportamento dos usuários que deve direcionar uma ação, pois antes de uma ferramenta existem pessoas por trás delas falando e exigindo atenção. A sociografia é um ótimo meio para seguir sua linha de raciocínio em busca de um branding eficiente.

Alguns participantes puderam expressar suas opiniões e dividir mais informação. Todos tiveram o mesmo sentimento: esta 13ª edição do Sou Mais Web foi uma das mais completas e inteligentes. Alguns saíram até pensando na possibilidade de se tornarem grandes defensores do Marketing Digital. Quem estiver no Rio fique esperto, pois no próximo mês tem mais!



Cyntia Bravo é publicitária, marketeira por paixão e blogueira por opção.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Música, arte e cinema – Os 12 Clipes de Tranchã

Músico brasileiro Vinicius Calderoni lança série de clipes para o álbum “Tranchã”

Por Dani Noronha

Lançado em 2007, o disco “Tranchã” – primeiro do cantor e compositor brasileiro Vinicius Calderoni – ainda rende bons frutos para todos aqueles que gostam de arte.

Aproveitando o perfeito casamento entre música e cinema, Calderoni lançou no fim do mês o projeto “Os 12 Clipes de Tranchã” e, como o nome já diz, é um clipe para cada uma das doze músicas do álbum. A melhor parte é que cada videoclipe tem o olhar de um diretor diferente.

Os videoclipes serão lançados semanalmente pela internet e o projeto será encerrado com um show multimídia em São Paulo. O primeiro, da música “Nenhum Suingue”, estreou no último dia 22 de fevereiro e tem direção do próprio músico, que é formado em cinema.

Dentre os diretores está Esmir Filho (“Os Famosos e os Duendes da Morte”) que mostra seu olhar para a música “Crédulo” e será lançado no próximo dia 19. Já Rafael Gomes, Daniel Tonacci e Daniela Saba são outros diretores que participaram do projeto.

Os shows acontecem em dois finais de semana (19, 20 e 21 / 26, 27 e 28) na Sala Crisantempo (Rua Fidalga, 521 – Vila Madalena).  Será uma apresentação interativa que irá unir à performance ao vivo de Vincius e sua banda, imagens dos clipes, além de algumas feitas em tempo real que serão manipuladas por VJs.



Dani Noronha é jornalista e editora das áreas de cultura, cinema e música do Com limão.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
High School Musical – Preconceito contra uma obra-prima às avessas

High School Musical consegue tirar boas gargalhadas do espectador livre de preconceitos com atores até então desconhecidos

Por Carlos Proença

High School Musical: O Desafio é o caso clássico daquele filme a ser pré-visto com antipatia. Isso, claro, por ser adaptação da insípida franquia infanto-juvenil – apesar de sucesso impressionante – produzida pela Disney Channel e que lançou um dos “jovens galãs” mais inexpressivos da história do cinema: Zac Efron.

Uma versão nacional, portanto, tem mais cara de caça-níquel do que propriamente um filme. Ainda mais quando sabemos que esta é a terceira empreitada da companhia em solo latino-americano utilizando-se da grife HSM (México e Argentina já foram contempladas com as suas, ambas intituladas High School Musical: El Desafío).

Aqui, mais do mesmo: elenco novato escolhido em programa de televisão, músicas de gosto duvidoso e coreografias estapafúrdias. O musical brasileiro, claro, teve alterações para torná-lo mais palatável, como o protagonista ser jogador de futebol, e não de basquete como no original. Além disso, o samba, o olodum e um deslocado reggaeton ganham vez na trilha sonora. Vale lembrar também que Wanessa Camargo participa do filme, algo que – teoricamente – confirmaria o seu “inevitável sucesso”.

É evidente que a fórmula não é nem um pouco infalível, tanto que em seus primeiros dias de exibição, HSM: O Desafio teve resultado aquém das expectativas. Outras tentativas do mercado cinematográfico nacional no mesmo âmbito já caíram por terra anteriormente – o último caso parecido sendo Um Show de Verão.

Nada surpreende até então. E o normal é que qualquer pessoa que já não tem mais tantas espinhas assim na cara nem pensará em assistir ao filme. Mas quem seguir esse princípio, não sabe o que está perdendo. No primeiro trimestre deste ano, certamente um dos programas mais divertidos a se fazer é comprar um pipocão e se deleitar nessa obra-prima.

O espectador que melhor aproveita o espetáculo HSM é o com senso de humor. A qualidade é primordial para reconhecer os signos do tipo humorístico mais subjugado de todos: o humor involuntário.

As situações no filme são tão amorfas, deslocadas e de uma ingenuidade tão barata, que é impossível não rir do começo ao fim em cada um dos números musicais. O valor da adaptação brasileira – assim como também parece ser pelo que vi da argentina e da mexicana – não está no aspecto afirmativo da sua existência, ou seja, na auto-validação como projeto artístico. A jóia incrustada é justamente todo o estranhamento que a realização de tal obra produz em solo nacional. Neste sentido, toda a qualidade canhestra de música, dança e atores somente potencializa o nosso sentimento de: Puta que pariu, isso é hilário!

“… as partes mais insossas são aquelas com a estrelinha Wanessa Camargo.”

E aqui entra uma questão preponderante para a simpatia ao spin-off: o fato de ser um musical e de ter rostos desconhecidos do grande público possibilita que nossa interação com a tela se manifeste de forma mais plena. Não é de se espantar, portanto, que as partes mais insossas são aquelas com a estrelinha Wanessa Camargo. O espectador do século XXI, criado sobre a ditadura do regime das imagens possui inconsciente tendência a rejeitar todo o lixo cultural produzido e que chega aos meios de comunicação – sobretudo a TV – com estrondoso sucesso. Daí um filme da Xuxa não agradar tanto nesse aspecto.

Assim, HSM: O Desafio é paradoxal em sua própria existência. Mesmo que requentando o sucesso da Disney, a tentativa de emulação através das adaptações óbvias para aceitação em território nacional desperta um senso crítico – no sentido de localizar o tosco – tamanho no espectador que a reação natural não é a raiva nem o desprezo, mas simplesmente a gargalhada. Às avessas, mas obra-prima.

Carlos Proença é graduando em cinema na UFF e colaborador de cinema no Com limão.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos
Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

Tags: , , ,

Info: Empresa americana lança jaqueta com design simples que vira barraca e não exige montagem complexa
 
Fotografia & Ilustração

Alexa Meade – Como dar vida (literalmente) para pinturas sem tirar a textura do pincel

Mathieu Beaulieu – Um freelancer que se destaca na multidão

Matthew Scott – Ilustrações para adultos e crianças

IMP Awards – Os melhores cartazes do cinema e da televisão

Avanaut – A arte finlandesa de fotografar Legos na neve

El Cabriton y amigos – Camisetas criativas, uma por dia até o Natal!
   Páginas:   1  |  2  |  3  |  4  |  5  |  6  |  7  |  8  ...  20     Próximo >