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Do “Flipper” à Lan

Caracas! Acabou de passar uma menina vestida como em Cabal Online, gritando em um megafone. Eita! Agora uma vestida para promover ProSoccer! As duas a caminho de um dos cantos da feira. O canto onde os “Campuseiros” vão tirar um contra num saudável arcade. Os games estão presentes onde você menos imagina.
Para dar aquela relaxadinha [...]

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Caracas! Acabou de passar uma menina vestida como em Cabal Online, gritando em um megafone. Eita! Agora uma vestida para promover ProSoccer! As duas a caminho de um dos cantos da feira. O canto onde os “Campuseiros” vão tirar um contra num saudável arcade. Os games estão presentes onde você menos imagina.

Para dar aquela relaxadinha quando o traseiro já está quadrado de tanto que ficou sentado na cadeira de plástico, os “arcades” (chamados erroneamente de “fliperamas” aqui no Brasil) estão sempre a disposição. No máximo terá que aguardar uma lutinha acabar para poder jogar. Nesses máquinas verticais o gênero que domina é o de luta (Tekken, Marvel VS. Capcom e por aí vai.). E as partidas são sempre amistosas.

Mas isso não quer dizer que não existam competições em outros locais. E elas existem… aos montes! Guitar Hero, Rock Band, Wii Sports, Cabal Online, Unreal Tournament e ProSoccer são só a ponta do iceberg. Juntam-se grupos, times e bandas de última hora para participar. Sempre há um prêmio, mas ninguém está de fato atrás dele. E isso falando somente da área fechada.

Os expositores também tem muitas surpresas aos visitantes. Vídeo-games estão por aí também para quem quiser testar, mas existem outras experiências que simplesmente fantásticas! Uma delas é o BrainBall. O jogo consiste em ver quem tem a menor atividade cerebral (eu disse atividade cerebral, e não burrice). Cada jogador senta numa extremidade de uma mesa e colocam uma faixa na cabeça enquanto uma bolinha movimenta-se na direção dos jogadores de acordo com sua atividade cerebral. Perde quem tiver a área delimitada invadida pela esfera “controlada” mentalmente.

Isso tudo sem contar com os jogos pessoais que rolam nas telas dos computadores de cada um. De um para todos. Isso que eu chamo de democratização dos “games”. Tão democrático que estou ensinando a “promoter” aqui da tenda da AXE a jogar Guitar Hero. Não conseguiu, mas um dia consegue.

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Vida de Blogueiro

Ai ai! Blogar!
A vida de blogueiro não é fácil e quem está no ramo sabe. Corre com posts ali, vai atrás de imagem aqui, pesquisar coisas lá…
Por vezes, sentimos aquela censura interna de não escrever certas coisas que possam desagradar o público em geral (ou grande parte). Mas esse é um daqueles posts que acredito [...]

axe

Ai ai! Blogar!

A vida de blogueiro não é fácil e quem está no ramo sabe. Corre com posts ali, vai atrás de imagem aqui, pesquisar coisas lá…

Por vezes, sentimos aquela censura interna de não escrever certas coisas que possam desagradar o público em geral (ou grande parte). Mas esse é um daqueles posts que acredito que vai causar polêmica na blogosfera: a vida de um blogueiro.

Muitos de nós trabalham com dedicação e carinho sem obter reconhecimento, dinheiro e mulheres. Outros conseguem.

Esse assunto me veio a cabeça nesses dias, durante a cobertura do Campus Party.

Estava eu lá na mesa, bem discreto: camiseta Com Limão, uns adesivos também daqui e etc. Até aí, tudo bem! Meu problema começou exatamente com um camarada e blogueiro (conhecido) Luiz Jerônimo do Tarja Preta me entregando uma camiseta do My Space. Vocês podem estar ser perguntando “mas o que isso te causou de problemas?” e a resposta é: não me recordo de ter ao menos UM minuto de sossego após esse fato! Porque alguém falou que a pessoa que estava dando as camisetas do My Space estava na terceira mesa a esquerda (exatamente onde eu tinha colocado as camisetas que ganhei por aqui) e a todo momento alguém via e pedia uma camiseta. E assim foi por horas a fio até que (pasme!) a equipe Com Limão ganhou o desafio Axe e assim pudemos desfrutar das maravilhas de uma cabana com dois colchões infláveis, dois puffs, almofadas, travesseiro de penas de ganso, tv de 42′ de LCD, home teather, XBOX 360, jogos, dvd’s de bandas, frigobar com direito a refrigerantes e energéticos, duas pizzas e por aí vai.

O preço disso? Fazer uma frase criativa com o tema “O que você faria para estar um dia na barraca da Axe?”. O vencedor poderia levar mais três pessoas para a cabana, além de receber visitas. Os convidados foram todos da equipe Com Limão e recebemos visitas do Jovem Nerd e Azaghal, que fizeram uma emocionante competição de Gears of Wars (assistam ao vídeo, é hilário).

Pude refletir nesse momento as diferenças do Campus Party. Do lado de fora da cabana estava muito frio (como na noite anterior, que passamos lá fora), o pessoal procurando lugares pra se esquentar e modos de se aconchegarem. Do lado de dentro ao som de Arctic Monkeys, uma temperatura agradável e semi-deitado nessa cama, pude escrever esse post.

A única coisa meio desconfortável é a quantidade de pessoas que passam aqui em frente a cabana e fotografam-nos dentro juntamente com as modelos da Axe. Entendam “desconfortável” como o ato de tentar escrever um post enquanto os flashs de máquinas cada vez mais profissionais batem em sua íris.

Inegavelmente a diferença maior é a noite. Enquanto alguns já estão um pouco além do limite do álcool no sangue, enchendo quem está aproveitando a madrugada lá fora, aqui temos dois seguranças para nos “guardar”.

Porém, a felicidade dura pouco, teremos que abandonar a cabana amanhã pela tarde. Então, vou aproveitar os momentos aqui para dar um descansada, enquanto a galera aqui joga video-game ou terminam os respectivos posts que irão ao blog pela manhã.

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Uma não-nerd na Campus Party

Quem? Eu.
Enquanto tem gente que espera a Campus Party há meses… Há pouco mais de duas semanas, eu nem sabia a existencia desse mega evento (sim, pode ser chamado mega).
Ontem, no meu primeiro dia, pensei que lá eu ia encontrar pessoas que trocaram o seu aconchegante quarto (ou sala… ou qualquer lugar em que fique [...]

nerds

Quem? Eu.

Enquanto tem gente que espera a Campus Party há meses… Há pouco mais de duas semanas, eu nem sabia a existencia desse mega evento (sim, pode ser chamado mega).

Ontem, no meu primeiro dia, pensei que lá eu ia encontrar pessoas que trocaram o seu aconchegante quarto (ou sala… ou qualquer lugar em que fique o seu computador) por uma cadeira de plástico e uma internet rápida – e, na maioria dos casos, também trocaram a sua cama por uma cabana não muito confortável. E não é que eu encontrei!? Milhares.

Acho que durante meia hora eu me perguntei várias vezes: “O que eu estou fazendo aqui?”.

Mas toda aquela primeira impressão de novata passou e eu pude prestar atenção nas coisas interessantes de lá.

O que chamou muito a minha atenção logo que entrei na área Blog, sem dúvida, foram os PCs “tunados” – muitas vezes acompanhados de donos mais chamativos ainda. Enquanto uns usavam um pequeno espaço para os seus mini notebooks, outros tinham verdadeiros monstros em cima das mesas.

Isso é conhecido como modding, que é uma espécie de tunning aplicado em computadores. Um dos objetivos do modding é criar algo pessoal, único.

Mas, por quê? Porque uma pessoa não pode simplesmente levar um PC normal? É para chamar a atenção?

Bom, o evento simplesmente gira em torno disso. E se alguém está fazendo o que gosta, está satisfeito com o que fez e ainda tem a oportunidade de mostrar para milhares de pessoas, a pergunta não é “Por quê?”, e sim “Por que não?”.

Se você ainda não foi à Campus Party, pois pensa que é um lugar cheio de nerds chatos anti-sociais, está completamente enganado. Claro que tem aqueles que ficam super concentrados, somente olhando para o seu monitor e nada mais, mas também tem um pessoal muito legal que conversa com você na fila do churros e na do stand com partida de Laser Shot, no banheiro

Então, se você não foi, vá. Duvido que não queira voltar.

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Campus Party : segundo dia de palestras

Lambda Lambda Lambda…como diz nosso amigo Jovem Nerd. Hoje, terceiro dia de Campus Party, sem dúvida eles foram parte da maioria  dos comentários do evento.
Logo no começo da tarde, Ottoni e Pazos ficaram na área dos campuseiros com seus notebooks curtindo a mega velocidade (nem tão mega assim) da CP. Depois disso foram para area [...]

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Lambda Lambda Lambda…como diz nosso amigo Jovem Nerd. Hoje, terceiro dia de Campus Party, sem dúvida eles foram parte da maioria  dos comentários do evento.

Logo no começo da tarde, Ottoni e Pazos ficaram na área dos campuseiros com seus notebooks curtindo a mega velocidade (nem tão mega assim) da CP. Depois disso foram para area VIP participar de uma entrevista. E então, agora a pouco, o momento mais esperado, a leitura de e-mails ao vivo. Eles estavam atrás das mesas da equipe Com Limão, transmitindo a leitura pelo “justin.tv” o que causou um belo aglomerado por entre as mesas.

Mas um pouco mais do que Jovem Nerd rolou aqui hoje.
Bom, me fizeram muitas perguntas sobre a velocidade da conexão aqui. Galera, imaginem 4 ou 5 mil computadores puxando uma banda de 10gb/s. Pois é, sobra pouco, um pouco que eu diria muito. Durante a tarde, período de maior numero de conexões simultâneas, os downloads batiam uma média de 2mb/s, porém na madrugada de hoje, cheguei a picos de 12mb/s. Os uploads rolaram estáveis o tempo todo com uma média de 1mb/s.

Sobre as palestras de hoje, infelizmente só puder ir em uma, sobre Type Design. O palestrante Tony de Marco nos contou um pouco sobre a história dos tipos e seu lugar na história, desde a escrita ancestral a fonte digital. Mostrou alguns rascunhos e explicou alguns softwares.

Logo menos, e não logo mais, a banda Baque Bolado e os Djs Lucio e Yuri tocam aqui no palco principal do evento, para animar a galera enquanto navegam pelo mundo virtual

Eu vou ficando por aqui, e amanha volto com mais um resumo do dia!
Nao deixem de acessar o Twitter e confiram as fotos do evento no nosso flickr.

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Teatro Mágico no Campus Party

Diretamente da cobertura oficial do terceiro dia do Campus Party, agora é madrugada mas as coisas não param de acontecer por aqui. O
maior destaque do segundo dia de evento foi o show da trupe Teatro Mágico, que se apresentou ontem a noite.
A trupe criada por Fernando Anitelli é marcada por sua luta pela acessibilidade da [...]

teatro_magico

Diretamente da cobertura oficial do terceiro dia do Campus Party, agora é madrugada mas as coisas não param de acontecer por aqui. O
maior destaque do segundo dia de evento foi o show da trupe Teatro Mágico, que se apresentou ontem a noite.

A trupe criada por Fernando Anitelli é marcada por sua luta pela acessibilidade da música ao público (todas as músicas estão disponíveis para serem baixadas livremente na internet e mesmo assim já venderam mais de 85 mil cds!), críticas e poesias fortemente elaboradas, que fazem com que possamos refletir de modo contestador sobre o cotidiano, além de sua apresentação teatral no palco.

A apresentação dessa noite contou com algumas surpresas como a entrada do Tux (mascote da Linux) no palco, a apresentação de  apenas uma parte da trupe e o fato de eles tocarem Raul. Na apresentação alternaram músicas dos dois álbuns: ¨Entrada para Raros¨ e ¨Segundo Ato¨. As músicas (na ordem) foram:
- Amadurecência
- Abaçaiado
- Camarada d’água
- Uma parte que não tinha
- Xaneu n° 5
- Cidadão de papelão
- Prato do dia
- ¨…¨
- Não há de ser nada
- Pena
- O carimbador maluco (Raul Seixas)
- O anjo mais velho

Conhecida por seu carinho com o público, a trupe fez uma sessão de fotos e autógrafos logo após o show.

Só para finalizar, um grande abraço para o meu camarada Willians Marques (percussionista e malabarista do Teatro Mágico) e toda trupe do Teatro Mágico.

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Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos
Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

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