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Toy Story 3 – Clássico da Disney/Pixar ganha novo trailer

Terceiro filme da franquia ganha novo trailer e mostra um pouco mais do que o clássico trará para os cinemas este ano

Por Victor Vasques

O que falar sobre Toy Story? Acredito que enquanto não saia o terceiro filme só podemos dizer que é uma animação para adultos e crianças. Um clássico que abriu as portas para a Pixar e promete nos surpreender ainda mais.

O novo trailer, divulgado esta semana, mostra um pouco mais do que será o novo filme. Contando a chegada de Woody, Buzz e cia. na creche e o seu relacionamento com os novos companheiros. Destaque para o “amor à primeira vista” de Ken e Barbie.



Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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High School Musical – Preconceito contra uma obra-prima às avessas

High School Musical consegue tirar boas gargalhadas do espectador livre de preconceitos com atores até então desconhecidos

Por Carlos Proença

High School Musical: O Desafio é o caso clássico daquele filme a ser pré-visto com antipatia. Isso, claro, por ser adaptação da insípida franquia infanto-juvenil – apesar de sucesso impressionante – produzida pela Disney Channel e que lançou um dos “jovens galãs” mais inexpressivos da história do cinema: Zac Efron.

Uma versão nacional, portanto, tem mais cara de caça-níquel do que propriamente um filme. Ainda mais quando sabemos que esta é a terceira empreitada da companhia em solo latino-americano utilizando-se da grife HSM (México e Argentina já foram contempladas com as suas, ambas intituladas High School Musical: El Desafío).

Aqui, mais do mesmo: elenco novato escolhido em programa de televisão, músicas de gosto duvidoso e coreografias estapafúrdias. O musical brasileiro, claro, teve alterações para torná-lo mais palatável, como o protagonista ser jogador de futebol, e não de basquete como no original. Além disso, o samba, o olodum e um deslocado reggaeton ganham vez na trilha sonora. Vale lembrar também que Wanessa Camargo participa do filme, algo que – teoricamente – confirmaria o seu “inevitável sucesso”.

É evidente que a fórmula não é nem um pouco infalível, tanto que em seus primeiros dias de exibição, HSM: O Desafio teve resultado aquém das expectativas. Outras tentativas do mercado cinematográfico nacional no mesmo âmbito já caíram por terra anteriormente – o último caso parecido sendo Um Show de Verão.

Nada surpreende até então. E o normal é que qualquer pessoa que já não tem mais tantas espinhas assim na cara nem pensará em assistir ao filme. Mas quem seguir esse princípio, não sabe o que está perdendo. No primeiro trimestre deste ano, certamente um dos programas mais divertidos a se fazer é comprar um pipocão e se deleitar nessa obra-prima.

O espectador que melhor aproveita o espetáculo HSM é o com senso de humor. A qualidade é primordial para reconhecer os signos do tipo humorístico mais subjugado de todos: o humor involuntário.

As situações no filme são tão amorfas, deslocadas e de uma ingenuidade tão barata, que é impossível não rir do começo ao fim em cada um dos números musicais. O valor da adaptação brasileira – assim como também parece ser pelo que vi da argentina e da mexicana – não está no aspecto afirmativo da sua existência, ou seja, na auto-validação como projeto artístico. A jóia incrustada é justamente todo o estranhamento que a realização de tal obra produz em solo nacional. Neste sentido, toda a qualidade canhestra de música, dança e atores somente potencializa o nosso sentimento de: Puta que pariu, isso é hilário!

“… as partes mais insossas são aquelas com a estrelinha Wanessa Camargo.”

E aqui entra uma questão preponderante para a simpatia ao spin-off: o fato de ser um musical e de ter rostos desconhecidos do grande público possibilita que nossa interação com a tela se manifeste de forma mais plena. Não é de se espantar, portanto, que as partes mais insossas são aquelas com a estrelinha Wanessa Camargo. O espectador do século XXI, criado sobre a ditadura do regime das imagens possui inconsciente tendência a rejeitar todo o lixo cultural produzido e que chega aos meios de comunicação – sobretudo a TV – com estrondoso sucesso. Daí um filme da Xuxa não agradar tanto nesse aspecto.

Assim, HSM: O Desafio é paradoxal em sua própria existência. Mesmo que requentando o sucesso da Disney, a tentativa de emulação através das adaptações óbvias para aceitação em território nacional desperta um senso crítico – no sentido de localizar o tosco – tamanho no espectador que a reação natural não é a raiva nem o desprezo, mas simplesmente a gargalhada. Às avessas, mas obra-prima.

Carlos Proença é graduando em cinema na UFF e colaborador de cinema no Com limão.

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A Princesa e o Sapo – Uma Princesa com charme especial

Estréia de A Princesa e o Sapo faz Disney abrir seus portões para o público em evento histórico. É o poder de Tiana, a primeira princesa negra da companhia.

princesa_sapo

Por Fábio M. Barreto, de Burbank, Califórnia

Galeria de imagens:

Vinte anos separam Tiana da última princesa da Walt Disney: Ariel, a Pequena Sereia. Logo, muito mais que uma simples estréia precisaria acontecer para marcar o evento. E, no bom sentido, a Disney exagerou na dose.

Os fãs de carteirinha do estúdio – inscritos no fã clube online D23 – receberam um e-mail surpreendente no primeiro semestre de 2009: “pela primeira vez, você vai poder visitar os estúdios Walt Disney e assistir A Princesa e o Sapo dentro da nossa casa”. O resultado foi bombástico. Aficionados e desesperados por qualquer contato com a companhia, uma legião de devotos lotou as diversas sessões organizadas na sede da empresa, em Burbank; em versão reduzida, a mesma coisa aconteceu em Nova Iorque, nas instalações do Ziegfried Theatre.

Visitar o Studio Lot da Walt Disney Pictures, em Burbank, não é novidade para a Imprensa local, por conta das diversas oportunidades de contato com o local promovido pela cobertura do setor. Vários eventos acontecem lá: lançamentos, set visits (é nesse estúdio onde são filmadas as séries FlashForward e Brothers & Sisters, por exemplo), coletivas de imprensa e etc. Porém, o público fica de fora. Não existe um tour fixo disponível no estúdio, como os oferecidos por Paramount, Sony e Fox, por exemplo. Logo, permitir a entrada do público, reunir todas as princesas Disney num único evento e, de quebra, convidar seus fãs para uma estréia dentro do coração da companhia foi algo único.

Tudo é pensado nos mínimos detalhes. O fã Disney gosta dessa “experiência”. Ao sair do carro a brincadeira começa. Patas de sapo mostravam o caminho para a área de recepção. Chegando lá, diversos cenários de filmes importantes da Disney colocavam o visitante em contato com aquele mundo mágico – a casa de UP – Altas Aventuras; partes dos navios de Piratas do Caribe; um centauro de pedra de As Crônicas de Nárnia. Para algumas pessoas, porém, ficar olhando para a famosa caixa d’água com o nome Walt Disney bastava.

Ingressos checados. Crachás recebidos. Pipoca caríssima comprada. Hora se seguir as pegadas de sapo novamente. Depois de desbravar parte do labirinto dos estúdios, a primeira real surpresa: Mickey Mouse aguardava pelos visitantes para fotografias. Adultos e crianças compunham a fila para aproveitar o momento. Depois da foto, hora de entregar o telefone celular e as câmeras. O cinema estava ali do lado.

Uma sala lotada, e devota, reagiu de maneira exemplar à exibição de A Princesa e o Sapo. Essa é uma das razões pelas quais a nova Walt Disney Animation, sob o comando de John Lasseter, tem futuro. O público é fiel e, acima de tudo, espera por um tipo de resultado. Basta agradá-los para garantir uma curva de crescimento longeva e produtiva. Não havia lugar sobrando nas cerca de 450 cadeiras da sala. Cada fã pagou, em média, US$ 90.00 pelo ingresso.

O preço é alto, mas a Disney sabe disso e tratou de justificar cada centavo. Terminado o filme, era hora de seguir para um dos estúdios do lot. Em vez de algum cenário de série o cinema, um mundo mágico foi criado para a garotada. Todas as princesas Disney estavam lá, cada uma com seu cenário temático; além disso, uma área de jogos; uma loja de cupcakes; uma sala de aula de desenho e um mini-museu de Walt Disney completavam a experiência.

Presenciar a resposta apaixonante de garotinhas ao conhecer seus ‘ícones’ é algo impressionante. Igualmente interessante notar o grande número de adultos aguardando pelas mesmas fotos. Num momento engraçado, depois que este repórter tirou foto com uma delas – Bella, para ser mais específico -, outros pais presentes aproveitaram a chance: “Não falei que os adultos também podiam?”, disse um deles. Foi a luz verde para a festa dos marmanjos começar.

Mas o melhor atrativo para os fãs crescidinhos era mesmo o tour opcional do evento. Bem, opcional para quem não gosta de Disney. Os visitantes foram apresentados ao prédio da Walt Disney Animation, ao famoso Snow White Building – eternamente sustentado pelos Sete Anões; justamente por ter sido construído com o dinheiro do filme, o primeiro grande sucesso de Walt Disney – o Hall of Legends, onde estão imortalizados os grandes nomes da companhia e também onde fica a estátua original de Walt Disney e Mickey Mouse.

Uma passada rápida pelo Frank G. Wells Building, que, entre outras coisas, abriga os Arquivos de Walt Disney (um departamento aberto apenas para pesquisas e, vez por outra, recebe jornalistas durante eventos de lançamentos dos clássicos), e a primeira câmera multi-planos criada por Walt Disney para filmar Pinóquio.

Um passeio pelos corredores do edifício onde Walt Disney trabalhava – seu escritório é mantido intacto, aliás – completa a turnê. A brincadeira toda durou cerca de 4h30. Valeu o investimento e criou memórias inestimáveis para os fanáticos. É o jeito Disney de ser. Sempre repleto de surpresas, exageros e idolatria. Para quem gosta, é o paraíso.

Fábio M. Barreto é jornalista e correspondente brasileiro em Los Angeles. Além de trabalhar para as revistas Sci-Fi News, Movie e Atrevida, edita o site SOS Hollywood.

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Os fantamas de Scrooge – Clássica história de Natal revisada e animada

Clássica história de Natal é revisada pela Disney e conta com première mundial ambientada na era vitoriana

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Por Victor Vasques

Galeria de imagens:

Na próxima sexta-feita (06/11) estréia nos cinemas brasileiros (e em IMAX) o filme “Os fantamas de Scrooge”. A animação, produzida pela Walt Disney e dirigida por Robert Zemeckis – o mesmo do clássico De Volta para o Futuro – revisa a famosa história Conto de Natal, de Charles Dickens, onde Ebenezer Scrooge, um senhor mesquinho e ranziza (personagem que serviu como inspiração para Carl Barks criar Tio Patinhas) muda sua visão da vida quando os fantasmas dos Natais do Passado, Presente e Futuro o levam para uma jornada que revela as verdades que o velho Scrooge reluta em enfrentar.

Se considerarmos roteiro, elenco e trilha sonora, “Os fantamas de Scrooge” promete ser um ótimo filme. Isso porque o roteiro é um clássico! Já no elenco temos o divertido Jim Carrey, que faz nada mais, nada menos que 7 papéis! (as versões de Scrooge velho e jovem e os fantasmas do Natal Passado, Presente e Futuro). Para finalizar a trilha sonora conta com o cantor Andrea Bocelli, com a música “God Bless Us Everyone”.

Para mostrar o que toda essa mistura pode fazer, aconteceu na última segunda-feira a première mundial do filme em Londres. Evento que, além de contar com a presença de todo o elenco (incluindo Jim Carrey, que com a sua gigantesca barba e bom humor de sobra não parou um segundo), teve coral a caráter e ambientação para fazer todos entrarem no clima.

John Megid Elwes é um antepassado meu que era um renomado sovina

Se mesmo com toda essa produção ainda existem dúvidas da qualidade do filme, a história dá uma ajudinha. Isso porque o ator Cary Elwes é, na verdade, parente de John Megid Elwes, homem que se acredita ter inspirado o personagem Scrooge.

De acordo com Cary Elwes, John era político e mudou seu nome de Megid para Elwes para ganhar pontos junto a seu tio, sir Harvey Elwes, que ele sabia que morreria sem herdeiros e que tinha muito dinheiro. Artimanha que deu certo e rendeu uma boa herança, tornando-o um dos avarentos mais famosos da história da Inglaterra. Uma história que realmente promete!


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Toy Story 3 – Primeiro trailer mostra um pouco da nova animação da Disney/Pixar

Em vídeo com mais de dois minutos, Pixar apresenta uma prévia do que será o novo filme da série Toy Story

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Todos aqueles que ficaram realmente curiosos quando Toy Story 3 foi anunciado, agora poderão conferir mais de dois minutos da nova animação. Isso porque a Disney/Pixar divulgou o primeiro trailer oficial do filme, dando uma prévia para os fãs do que podem esperar nesta terceira edição.

No vídeo vemos que Andy esta a caminho da faculdade e já não dá mais tanta atenção para Woody, Buzz e os outros brinquedos. Então qual será o destino deles? Nada melhor (ou pior) do que serem doados para uma creche!

Entre uma lembrança e outra, vários acasos e um Buzz “resetado” que agora fala espanhol e tem jeito de galã latino, Toy Story 3 promete repetir a receita de sucesso dos filmes anteriores com boas risadas e muita emoção.

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