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Com limão na Campus Party 2010 – Expo e Lazer gratuitos na maior feira de internet

Para quem não conseguiu comprar o “Golden Ticket”, a Campus Party oferece atividades gratuitas

Por Andressa Jordano

Como nas edições anteriores, a Campus Party abriu ao público uma área, de acesso gratuito, chamada Expo e Lazer. É o lugar em que são apresentadas as últimas inovações tecnológicas, dando a oportunidade de você interagir com elas.
A Área Expo é dividida em duas partes:

- Campus Futuro (Onde você irá conhecer os avanços tecnológicos, projetos e criações de vários países.)

- Inclusão Digital (área para incetivar as pessoas a inserir a tecnologia tanto em suas vidas pessoais, quanto profissionais.)
É um espaço que tem como objetivo ajudar o nosso país a superar a exclusão digital. Lá você vai encontrar as redes sociais mais ativas da Internet.

A área está menor que a da última edição, porém, a organização deu espaço para a qualidade. Com mais games, shows de música e mágica (!). Uma ótima opção para quem não conseguiu comprar o “Golden Ticket” para o evento e/ou não teve tempo de ir durante a semana. Veja aqui a página oficial da Área Expo, e as próximas atrações.

Funcionamento:
30/01/2010, das 10h às 21h;
31/01/2010, das 10h às 17h.

Local:
Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes; Km 1,5
São Paulo – SP

Vale lembrar que o estacionamento é tarifado (R$ 20,00 por 12 horas). E caso você opte por ir de transporte público, há um ônibus fretado e gratuito para o local, que sai do metrô Jabaquara.

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Luz, Câmera (de vigilângia), ação! – Regina Parra

Ela cursou Artes Cênicas na ECA/USP, trabalhou como atriz e assistente de direção do CPT (Centro de Pesquisa Teatral coordenado pelo Antunes Filho), e agora é formada em artes plásticas.
Tive a oportunidade de conhecer seus trabalhos – e a própria Regina Parra – no Paço das Artes, localizado na Cidade Universitária da USP-SP, onde ocorria [...]

quadro

Ela cursou Artes Cênicas na ECA/USP, trabalhou como atriz e assistente de direção do CPT (Centro de Pesquisa Teatral coordenado pelo Antunes Filho), e agora é formada em artes plásticas.

Tive a oportunidade de conhecer seus trabalhos – e a própria Regina Parra – no Paço das Artes, localizado na Cidade Universitária da USP-SP, onde ocorria sua exposição “Mise-en-Scène”. Uma série em que vemos a mesma personagem, envolvida em situações cotidianas: sacando dinheiro no caixa eletrônico, saindo do carro no estacionamento, ou esperando para atravessar a rua – trata-se da imagem da própria artista capturada por câmeras de segurança de circuito fechado.

Outra incrível série é “Controle” que também conta a presença das câmeras, porém, contendo frames “famosos” que foram incansavelmente divulgados na mídia por terem ligação com algum fato do último momento.

Poderia fazer um post gigantesco descrevendo os trabalhos de Regina, e, talvez, ninguém entenderia o motivo de tanta admiração… Os temas que a artista aborda são realmente ótimos, mas o que faz com que eles fiquem mais incríveis é que seus traços (feitos a partir de óleo sobre papel) fazem com que tudo pareça uma fotografia, ou, até mesmo, que ela apenas “imprimiu” os vídeos.

Como curso faculdade de Educação Artística (com habilitação em Artes Cênicas – antes que venham pensar que eu quero ser professora, desenhista, cabeleireira ou sei lá), vou a certos lugares e sou obrigada a ver certas “manifestações” que acabam sendo chamadas de “arte” apenas por estarem num ambiente propício a isso, mas o que Regina Parra faz é realmente ótimo e merece ser destacado.

Agora, ela está em exposição na Galeria Laura Marsiaj, no Rio de Janeiro – quem não puder comparecer, vale muito a pena conferir os trabalhos em seu blog, que também tem entrevistas e artigos que contam sua história e explicam suas outras séries.

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A mostra e o circo da violência

Este post é para ser lido ao som de In the Shadows, do The Rasmus. No último dia 10, foi inaugurada a exposição Splatter, do artista plástico James Cauty, em Londres.
A mostra tem causado polêmica ao apresentar desfechos violentos, sanguinários das animações infantis, levando às últimas consequências as rivalidades entre personagens como Frajola e Piu-Piu, Coiote e [...]

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Este post é para ser lido ao som de In the Shadows, do The Rasmus. No último dia 10, foi inaugurada a exposição Splatter, do artista plástico James Cauty, em Londres.

A mostra tem causado polêmica ao apresentar desfechos violentos, sanguinários das animações infantis, levando às últimas consequências as rivalidades entre personagens como Frajola e Piu-Piu, Coiote e Papa-léguas, entre outros. Em determinado momento, encontramos a ilustração do gato Tom esquartejando Jerry, como se ele fosse um salame.

Bom ou mal gosto a parte, não sou inocente o suficiente para acreditar que a violência subliminar dos desenhos infantis seja o fator decisivo em relação aos comportamentos reprováveis dos adultos. Tenho a percepção que esta mostra é um reflexo direto do grande espaço que a violência ocupa no cotidiano das pessoas e como foi transformada em circo midiático, em uma espécie de “celebração negra”.

Evidentemente, a barbárie social deve ser noticiada, denunciada, julgada e punida, mas ela me parece mais um retrato de um entretenimento sujo e barato adotado por todas as mídias sedentas por audiência, ibope. As cenas violentas dos noticiários são repetidas centenas de vezes com uma narrativa digna de tablóide sensacionalista, principalmente quando se trata de classes média / alta (vide caso Nardoni e mais recentemente, da garota de Santo Andre, Eloá).

A exploração da desgraça das classes D e E já foram exploradas com tanta frequência, que passaram a não despertar tamanho interesse. O sofrimento dos mais humildes não tem mais graça: queremos sangue nos lindos lençóis de cetim dos endinheirados.

Mas as tragédias dos ricos e dos pobres tem dois pontos inegáveis em comum: em ambos os casos, a justiça é falha, esquecida e o principal: todas as vítimas e algozes são pessoas, assim como eu e você. Pessoas.

Nós, os entusiastas da paz, precisamos aprender a cultivá-la e alimentá-la, primeiramente, dentro de nós mesmos. Após este passo inicial, poderemos falar tranquilamente sobre as mudanças tão urgentes e necessárias.

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Einstein no Parque do Ibirapuera

Acontece no parque do Ibirapuera a exposição “Einstein” sobre seu legado científico e cultural. São exibidos objetos pessoais como fotos e manuscritos. Também devem ser transmitidos filmes que explicam a teoria da relatividade, além de brinquedos que mostram o movimento dos átomos e princípios da física quântica.
A mostra foi adaptada e ampliada a partir da [...]

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Acontece no parque do Ibirapuera a exposição “Einstein” sobre seu legado científico e cultural. São exibidos objetos pessoais como fotos e manuscritos. Também devem ser transmitidos filmes que explicam a teoria da relatividade, além de brinquedos que mostram o movimento dos átomos e princípios da física quântica.

A mostra foi adaptada e ampliada a partir da exposição que aconteceu no Museu de História Natural, em Nova York.

Einstein fica em cartaz até o dia 14 de dezembro no Pavilhão Engenheiro Armando de Arruda Pereira. A visitação pode ser feita de terça a sexta, das 9h às 21h e aos sábados, domingos e feriado, das 10h às 21h. A entrada custa R$ 15 (meia entrada – R$ 7).

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Arte e Design Espanhol

O SESC Avenida Paulista está em cartaz com a mostra “300% Spanish Design”. São 300 peças entre móveis, cartazes e luminárias feitas por importantes artistas espanhóis, todas desenvolvidas durante o século 20.
São obras como “Lámpara de sobremesa cajones”, de Salvador Dali e “Sillón Calvet”, de Antoni Gaudí, além de trabalhos de Javier Mariscal, Pablo Picasso, [...]

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O SESC Avenida Paulista está em cartaz com a mostra “300% Spanish Design”. São 300 peças entre móveis, cartazes e luminárias feitas por importantes artistas espanhóis, todas desenvolvidas durante o século 20.

São obras como “Lámpara de sobremesa cajones”, de Salvador Dali e “Sillón Calvet”, de Antoni Gaudí, além de trabalhos de Javier Mariscal, Pablo Picasso, Antoni Tápies e Joan Miro.

A exposição tem entrada gratuita e fica em cartaz até 11/01/2009. A visitação pode ser feita de De terça a sexta, das 13h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 19h.

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Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

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