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Top 50 Games Android – A diversão do robôzinho verde nos aparelhos móveis

Vídeo reúne 50 games para o sistema operacional Android

Por Victor Vasques

Desde o dia que coloquei as mãos no meu primeiro celular Android, percebi que este sistema operacional era um dos mais promissores que já tinha visto.

Logo que entrei no Android Market e me deparei com um emulador de Snes, não tive dúvidas que o meu Android se tornaria o meu principal companheiro em longas filas e demoradas viagens. Agora a minha grande alegria foi quando conheci o site AndroidHD e sua lista dos 50 melhores jogos para o sistema operacional do Google.

Entre velhos conhecidos como Tetris e Meteor, passando por alguns mais novos como Assassins Creed e Spore, a lista é um sonho para qualquer usuário de aparelhos como o Motorola Milestone.

Vale a pena assistir ao vídeo, comprar um cartão de memória de 4 GB e se divertir com essa fantástica lista.



Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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Por que o PONG é tão legal? Os fatores culturais e a sua relação com os jogos eletrônicos

Com base no prefácio do livro “Rules of Play”, analisamos os fatores culturais e a sua relação com os jogo Pong

O texto a seguir foi inspirado pelo prefácio do livro “Rules of Play” de Katie Salen e Eric Zimmerman, onde começamos algumas considerações sobre o jogo PONG. O que? Você não sabe o que é PONG?! Bem, então vou contar um pouco da história dele também.

O Pong foi um dos primeiros experimentos de games eletrônicos que deu certo na história. É um jogo que surgiu em arcades e consoles em 1972¹ e levanta o seguinte questionamento: “Por que as pessoas adoram o Pong?”.

Afinal de contas, ele é um jogo que ultrapassou o tempo e ainda hoje é jogável em emuladores, banners de internet, ganhou versões 3D e evoluiu para jogos mais incrementados. Podemos observar alguns motivos que atribuem ao Pong o seu sucesso e que servem como uma lista essencial que todo bom game deve possuir:

• É fácil de jogar e sem segredos;

• Cada jogo é único, já que a “bolinha” pode se mover para infinitos lugares da tela;

• É uma representação minimalista e elegante de tênis de mesa;

• É social, pois precisa de dois jogadores;

• É divertido!

O Pong transformou a TV. O Pong transformou o espectador (viewer) em um jogador (player) e levou-o a experiências interativas únicas. Guardadas as devidas proporções, proporcionou uma revolução na sociedade. Se paramos para pensar nos motivos atribuídos ao sucesso do pong, são motivos aplicáveis a qualquer tipo de jogo.

Alguns pesquisadores da área de tecnologia e informática possuem uma visão bastante objetiva sobre o papel de um jogo eletrônico na sociedade.

Videogames são uma janela para um novo tipo de intimidade com máquinas. – Sherry Turkle

Para Sherry Turkle, pesquisador de cultura digital: “Videogames são uma janela para um novo tipo de intimidade com máquinas, que caracteriza a cultura de computador nascente. O relacionamento especial que os jogadores estabelecem com videogames tem elementos comuns à interação com outros tipos de computador. O poder dominador dos videogames, o seu fascínio quase hipnótico, é o poder dominador do computador. As experiências de jogadores de videogame nos ajudam a compreender este poder e algo mais.”

O universo tecnológico, que cresce de maneira absurda – sobretudo na internet, com inúmeras possibilidades interativas -, está trazendo à tona os “filhos da simulação”.

Para Douglas Rushkoff, outro pesquisador da cultura digital, “em 1980 nasceu a geração screenagers, que interagem com controles remotos, joysticks, mouses, internet, pensam e aprendem de forma diferenciada. Aprendem com a descontinuidade, aceitam que as coisas continuam mudando sem se preocupar”.

Você nunca imaginou que um game simples como o Pong pudesse gerar tantas reflexões? Então aguarde, pois traremos outras análises de grandes games para discutirmos alguns aspectos. Até lá!

fonte: ¹Scott Cohen, Zap: The Rise and Fall of Atari – New York, pág. 17(1984)

Vince Vader é publicitário e game designer. Além de atuar em mídias digitais desde 97, é professor de Criação Digital/Computação Gráfica e coordenador do ESPM Digital

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The Simpsons Arcade – A nostalgia dos anos 90 reformulada no seu iPhone

Inspirado no clássico para arcade e sucesso na década de 90, game do Os Simpsons chega ao mercado para iPhone e iPod Touch

Por Victor Vasques

O fã de Os Simpsons que nunca jogou o arcade baseado na série, não sabe o que está perdendo. Sucesso na década de 90, o jogo ao estilo Streets of Rage chega ao iPhone e iPod Touch com um novo enredo.

Lançado no último dia 17 (aproveitando o aniversário de 20 anos da divertida família), The Simpsons Arcade coloca o jogador na pele de Home Simpson, que está atrás de uma deliciosa rosquinha (para variar). No entanto o que o personagem não sabe é que nela está escondida uma pen-drive com informações sobre os Illuminatis da cidade de Springfield.

Viciante e divertido para quem é fã da série Os Simpsons

Com mais de 25 fases diferentes, o jogo ainda conta com a presença de vários personagens da série que se enfrentam com socos, chutes, arremessando objetos e saltos de barriga.

O preço da diversão, que além de tudo ainda permite usar sua biblioteca do iPod como trilha sonora? Apenas U$ 5,00. Vale a pena conferir o vídeo feito pelo site Touch Arcade.



Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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Call of Duty: Modern Warfare 2 – Brincadeira de gente grande e com lucros maiores ainda

Call of Duty: Modern Warfare 2 atinge marca histórica de vendas e ultrapassa sucessos de bilheterias de Hollywood

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Por Victor Vasques

Galeria de imagens:

Já fazem mais de 10 dias em que eu ando correndo armado até os dentes por florestas russas, favelas cariocas e um EUA devastado. Para quem acha que virei guerrilheiro, pode ficar tranquilo, pois estamos falando do game Call of Duty: Modern Warfare 2.

O leitor mais crítico deve estar falando “sim, e daí?”, então vou explicar o que CoD: Modern Warfare 2 têm de tão diferente dos outros games de tiro. Ambientado em 2016, CoD coloca você dentro de uma força-tarefa multinacional liderada por “Soap” MacTavish (protagonista do último jogo) que tem como objetivo combater um grupo nacionalista (para os fãs da série, o grupo é o mesmo que detonou uma bomba nuclear no último game).

Até aí nada demais, mas CoD começa a se destacar pelos detalhes. Com cenários realistas ao extremo (com direito a objetos que voam durante o tiroteio) as paisagens oscilam entre frias montanhas russas, ensolaradas favelas brasileira, prisões úmidas, a cidade de Washington em guerra e muitos outros lugares pelo globo terrestre, chegando até mesmo a Estação Espacial Internacional.

Mas o grande destaque do game não é apenas o seu conteúdo, mas os números. Lançado em 10 de Novembro deste ano, o jogo produzido pela Infinity Ward, atingiu a incrível marca de 550 milhões de dólares nos 5 primeiros dias de vendas. Lucro que não deve parar por aí, isso porque de acordo com especialistas da área, as vendas devem atingir de 11 a 13 milhões de unidades até o final de 2009

Para efeito de comparação, durante o mesmo período o filme 2012 arrecadou sete vezes menos que o game. Caso chegue aos 13 milhões de unidades, Modern Warfare 2 terá o seu lucro comparado a bilheterias de filmes como Homem Aranha 2, E.T. e à frente de filmes como Star Wars: Episódio II e Piratas do Caribe.

Apesar da economia fraca na indústria de videogames este ano, o resultado da primeira semana de Modern Warface fez com que as ações da Activision Blizzard subissem 35%, chegando a 11,74 dólares e superando o valor das ações da Electronic Arts, sua principal concorrente.

Isso me faz pensar o quanto é tolice algumas pessoas ainda pensarem que videogames são coisas de crianças. Aliás, se existe um público para o qual Modern Warfare 2 não é indicado, esse são os menores de 18 anos. Isso porque além de muitos tiros, explosões e violência, o game ainda possui uma (polêmica) fase onde o jogador controla uma equipe de terroristas em um massacre no aeroporto russo.

Realismo chocante, mas que é ponderado com situações engraçadas como, por exemplo, durante a invasão de uma base militar onde seu comandante sai correndo e pega um inimigo por trás, derrubando-o com um digno lance de futebol americano.

Isso tudo misturado com sequências cinematográficas de ação, entre elas uma corrida pelos telhados da favela carioca que termina com um grande salto em direção ao helicóptero de resgate.  É ação e diversão seguido de uma rajada de tiros e quilos de explosivos.

Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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Matt Dixon – Seres mitológicos e uma grande história com o mercado de games

Com mais de 20 anos de carreira, o ilustrador inglês Matt Dixon apresenta seus incríveis trabalhos

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Por Victor Vasques

Galeria de imagens:

Seres obscuros, deuses mitológicos e muitos outros personagens fantasiosos compõem o portfolio do inglês Matt Dixon. Ilustrador freelancer nascido em Birmingham, Dixon afirma que sempre esteve envolvido com o mercado de games, isso desde que trabalhou com a parte visual de um game em 1988 (a gloriosa Era dos 16 Bits!).

História que começou a mais de 20 anos e atualmente rende clientes como Eletronic Arts, Blizzard e Sony Online Entertainment, onde esteve envolvido em trabalhos como Harry Potter, Crash Bandicoot, Spyro -The Dragon e Piratas do Caribe (para quem é gamer sabe que ele trabalhou com clássicos).

Dixon não para por aí! Ele ainda é autor do livro “The Fantasy Artist’s Figure Drawing Bible” (infelizmente sem versão em português, mas uma ótima dica para os ilustradores que buscam referências nesta área).

Para finalizar, o ele é bem explícito em seu portfolio: “Minha cor favorita é verde”. Será que é verde limão?

Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos
Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

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Info: Empresa americana lança jaqueta com design simples que vira barraca e não exige montagem complexa
 
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