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May Fair Hotel – O hotel oficial da London Fashion Week e exemplo para os designers

Hotel inglês reúne o que existe de melhor quando o assunto é design de interiores e mostra espaço para todos os gostos

Por Mirian Rocha

Galeria de imagens:

Além de possuir uma fachada atraente, no assunto design de interiores, exuberante, charmoso e requintado são poucos atributos para definir o hotel 5 estrelas oficial da London Fashion Week

Fundado em 1927, pelo Rei George V, o May Fair Hotel está localizado no centro de Mayfair village, bairro luxuoso de Londres, próximo a áreas comerciais e belos parques. Os 410 quartos disponíveis possuem cada um seu toque especial.

Ora ousando com estilo e cores fortes, ora mantendo a sobriedade, os designers capricharam! O ecleticismo cuidadosamente aplicado nos projetos agrada a diversos públicos, como lendas vivas da moda, do cinema, realeza, casais em lua-de-mel e quem mais quiser passar alguns momentos de relaxamento e diversão, sem abrir mão do luxo.

Além de desfrutar do considerado melhor bar de hotéis de Londres, os visitantes contam também com spa, cassino, academia e várias lojas de grife para fazer suas compras.

Não é só para curtição que o May Fair Hotel está apto: possui também salas projetadas especialmente para conferências e reuniões, o que atrai grandes empresas para hospedar seus funcionários com conforto e qualidade.

Durante a época considerada mais que especial – London Fashion Week -, são filmados vídeos exclusivos do evento dentro do hotel.

Além da garantia de melhor atendimento e hospedagem ao longo do evento, um exemplo de projeto para quem se interessa por design de interiores.

Mirian Rocha é designer de interiores, apaixonada por cenografia e artes em geral, além de editora de Design & Arquitetura do Com limão

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Criatividade gastronômica – Yellow Submarine no chá da tarde

Designers de empresa israelense unem dois ícones britânicos para criar criativo utensílio de cozinha

Por Victor Vasques

O que acontece quando você mistura o chá das 17:00 e os Beatles? O resultado é TeaSub! Essa pelo menos foi a solução dos designers da Monkey Business ao unir estes dois ícones britânicos e transformá-los em um produto para ser usado na cozinha.

Lançado pela loja israelense, o TeaSub nada mais é que um criativo “saquinho de chá” no formato de um submarino amarelo feito em silicone (uma nítida alusão a música Yellow Submarine, dos Beatles).

Um item obrigatório para quem quer deixar mais divertido o tradicional e clássico ato de tomar um chá. Lembrou muito o Shark Tea, outro produto que, infelizmentem não saiu do papel, mas que já deu as caras no twitter do Com limão.

Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

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iTunes Live London, Oasis, Arctic Monkeys e muitos outros – Boa música, por favor e sempre!

Mostramos que Londres não é apenas uma cidade fria e melancólica, mas que também sabe como criar boa música em suas ruas geladas.

itunes_live

Por Gustavo Oliveira

Já falei de muito pontos bonitos sobre viagens e lugares alegres, mas realmente falta um dos maiores atrativos da terra-da-rainha. Penso em diversos motivos porque Londres é uma das cidades onde mais surgem bandas alternativas no mundo. A maioria com letras profundas e realistas.

Posso dizer que grande parte das que eu conheci falam de uma alegria distante, de repente, sobre uma depressãozinha passageira. Com isso tiro minha conclusão: “Londres no frio é o que há de tristeza na terra, logo tudo se encaixa!” Mas vamos falar de coisas felizes.

Sex Pistols nasceu em Camden Town, como muitos sabemos, assim como Oasis em Manchester e Arctic Monkeys em Sheffield (isso sem falar em Beatles!). Ícones claros de letras profundas e de excelente bom gosto. Nada mais perfeito também que grandes empresas como a Apple proporcionarem eventos gratuitos como, por exemplo, o que aconteceu em Julho deste ano: iTunes Festival com Oasis, Friendly Fires, Passion Pit, A-Ha e “n” bandas elevado a mol. Totalmente de graça com qualidade impecável!

Uma das maiores vantagens para grandes ouvintes da boa música é que mensalmente pelo menos 2 bandas novas surgem e tomam por completo os grandes night clubs de Londres com uma qualidade doentia.

Eu quase chorei quando em um barzinho “x” começou a tocar “La Roux” com aquela mulher estranhamente interessante que hoje é uma das maiores sensações do mundo.

Sim! Você que vai ou que está em Londres, abra a mente para bandas novas e gostos novos. Não é a toa que anualmente Death Cab For Cute visita Londres. Não é à toa que Muse nasceu aí e fez um dos shows mais memoráveis no Wembley Stadium.

Não é à toa que o Linkin park quase entrou em catarse no DVD Road to Revolution, em Milton Keynes. Eu fiz o maior erro da história quando cheguei em Londres com um ipod cheio, pensando que ficaria com saudades do Brasil. Deletei tudo e comprei um HD novo só pra encher com tanta coisa.

Dica do amigo: Eu citei diversas bandas excelentes neste texto, abra agora mesmo o YouTube e escute um pouco delas. Você não vai se arrepender, eu garanto!

Gus Oliveira é diretor de arte pós-graduado em Londres. Divide suas principais experiências ao redor do mundo, especialmente sobre o velho continente.

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Viajante com Limão – Vistos e mais vistos

Londres coloca brasileiros em grupo de alto grau de risco e o Com limão dá 10 dias para facilitar sua viagem

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Por Gustavo Oliveira

Este é um texto curto, mas muito importante! Descobri através de alguns amigos que Londres soltou um comunicado em seus jornais dificultando a entrada de estudantes do mundo inteiro. Especialmente do Brasil, pois de acordo com eles nós pertencemos ao grupo de alto grau de risco de fraudes e problemas, especialmente de ilegalidade.

Tenho uma grande amiga que teve o visto negado duas vezes, sem maiores explicações. Vejo que este ano as coisas estão realmente mais difíceis e recomendo algumas boas dicas para aqueles que vão se arriscar:

1. Não esqueça todos os documentos (os originais são fundamentais). Cópias aumentam o risco de negação em pelo menos 50%. Sim, o Photoshop tornou-se um vilão;

2. Comprovação de renda é uma das mais importantes. Refaça e faça sua renda, junto com a do seus pais se possível;

3. Recomendações e cartas de professores e empresas. Indispensável como extra;

4. Procure escolas com o certificado do British Council. Sem certificado, esqueça a escola. Recomendo mais uma vez a Malvern House e o Eurocentre. Escolas como Shillington College e grandes universidades emitem cartas originais e mandam sem custo para o Brasil;

5. Se possível, venha com 1 mês de homestay oferecido pela escola. Muito mais fácil de comprovar a veracidade das informações com tudo conectado;

6. Passaporte Europeu? Ame sua família;

7. Tenha uma quantia de reserva no banco! Uma quantia em dinheiro, que não exceda 1500 libras na mão e uma outra reserva em outro banco (ou dos pais) para qualquer gasto extra;

8. Pelo amor de Deus, Seguro Saúde é fundamental!;

9. Teve tuberculose? Pneumonia ou etc.? Raio-X do tórax para mostrar que você se precaveu. É muito fácil você voltar do aeroporto mesmo sendo “risco”;

10. Only Real Documents! Não vá inventar, pois irá voltar. Para complementar eu acho você e te dou tapão por isso!

Gus Oliveira é diretor de arte pós-graduado em Londres. Divide suas principais experiências ao redor do mundo, especialmente sobre o velho continente.

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Viajante Com Limão – Uma leve diferença no ensino publicitário

Pensando em fazer um curso de publicidade no Reino Unido? Veja a análise das diferenças em relação ao Brasil com o Viajante Com Limão

londres_estudos

Antes de começar o assunto, não tenho nenhuma pretensão de denegrir ou ferir a imagem de cursos no Brasil. São bons em diferentes perspectivas, sendo que eu apresento uma diferente que surge do exterior.

Tomarei então um ponto: “I wanna work with Advertising and I want to study in the UK” – Quero trabalhar com propagada e quero estudar no Reino Unido.

Primeira diferença: Qualificação vem do berço. Toda e qualquer análise parte de como você se expressa dentro do país deles e enrolar não adianta. O que realmente vale é fazer uma prova ou curso de inglês em alguma escola (agora com número reduzido devido a crise e a grande fiscalização). Não adianta apenas conversar bonito, com muito cheers e simpatia, tem que mostrar o Diploma de Cambridge ou IELTS com nota 6.0 ou mais. Feito isso você já passou pela primeira etapa.

Passando o nível da conversa e da comunicação, partimos para o portfolio. Um foundation course na área pede que você tenha então pelo menos algum embasamento criativo, alguma prova que você tem um pouco de aptidão. Varia de lugar para lugar, mas algum tipo de teste é executado. No meu caso para a pós-graduação, tive de apresentar portfolio junto com um exame completo elaborado por eles de 14 questões criativas (prometo que vou encontrar!).

Muito bem, você está qualificado e estudando, começará então a visitar agências. Sim, em Londres as escolas são convidadas ou pedem para um dia dentro de uma agência. Nada melhor que ver de perto o trabalho. Diferenças e semelhanças, vale o simples fato de se respirar o ambiente almejado de trabalho.

Ah certo! Quer ser Planejador, Atendimento, Gerenciador de Conta? Carta de apresentação e currículo afiadíssimo, ambos bem elaborados, para pelo menos 200 agências em Londres. Espere por 2% de retorno e torça para que desses 2%, 0.5% o chamem para então conversar.

Criativo? Diretor de Arte? Onde está seu parceiro? Ah, desculpe no começo ninguém é Diretor de Arte ou Redator, é Creative/Criativo. A pasta é uma só para os DOIS. Tudo se faz EM DUPLA. Um fato que para mim faz toda diferença, especialmente no Brasil, que deveria ser uma obrigação para um trabalho ainda mais polido e bem-feito (opinião pessoal). Preocupado com Photoshop? Aqui é no rabisco, como eu já disse.

Entrou? Trabalha de graça? Quer ajuda? Conversemos. Sim, tem jogo de cintura. Tudo conversado.

Crise? Parênteses. Esse merece um comentário especial com muito mais embasamento e qualidade. Mas desde já. Pelo menos 4 amigos meus já trabalhando voltaram. Alguns sumiram. Outros recomeçaram de graça. Como bem sabemos a primeira fonte de gasto cortada é a nossa (comunicação) então vá disposto a sacrifícios, mesmo que as coisas estejam exatamente no break-even nos tempos atuais.

Dependendo do local, os professores ainda trabalham ou possuem realmente muitos contatos com o mundo publicitário (o que não difere da nossa realidade), porém a impressão que tenho são dos profissionais procurando os professores e não o inverso no lado britânico. Um facilitador? Sim, afinal a análise de pasta acontece com mais frequência.

Londres tem a NABS, vale ressaltar a grande diferença. Existe o lonely hearts também, os milhões de concursos e as diversas ajudas do governo para então o desenvolvimento de ensino. Em Londres, estudantes podem pedir aos bancos que paguem o curso e só então começam a pagar novamente com um emprego depois de formados e estabilizados.

Vale essa pequena análise. Dúvidas mais específicas para diferentes áreas, Availability [ON]. Cheers!

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