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Toy Story 3 – Primeiro teaser

Se no último dia 14 a Andressa sugeriu que os fãs pegassem suas bombinhas de ar e seus sacos de pão com a divulgação de Toy Story 3, então agora eu indico estar acompanhado de uma enfermeira(o).
Isso tudo porque foi divulgado o primeiro teaser do terceiro filme da animação Toy Story. Sem mais delongas veja [...]

toy_story_31

Se no último dia 14 a Andressa sugeriu que os fãs pegassem suas bombinhas de ar e seus sacos de pão com a divulgação de Toy Story 3, então agora eu indico estar acompanhado de uma enfermeira(o).

Isso tudo porque foi divulgado o primeiro teaser do terceiro filme da animação Toy Story. Sem mais delongas veja a pitada do que será esse mais novo clássico da animação e o que Woody, Buzz e toda a turma irão aprontar.

Antes do filme, um agradecimento ao Bitran, da equipe do Duo Stereo que nos mandou o vídeo em primeira mão.

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Viajante com Limão – Estudando Design (Gráfico)

Não é à toa que esse blog tem como foco um pouco essa coisa bonita chama Deziguini não é? Então vale algumas dicas de lugares aqui nas terras da rainha.
Pelo que eu notei aqui, os cursos de Design são muito bem vistos tanto aqui dentro como mundialmente. Recebi indicações profissionais de bons cursos como a [...]

londres

Não é à toa que esse blog tem como foco um pouco essa coisa bonita chama Deziguini não é? Então vale algumas dicas de lugares aqui nas terras da rainha.

Pelo que eu notei aqui, os cursos de Design são muito bem vistos tanto aqui dentro como mundialmente. Recebi indicações profissionais de bons cursos como a St. Martins, então citada como o pilar dos cursos, infelizmente essa sendo muito pesado o preço, inclusive os cursos de verão.

Já a Shillington que me impressionou, tanto pela infra estrutura completa quanto os “simples” trabalhos iniciais de cada aluno, que começaram num estudo de cor maravilhoso e terminaram em montagens cada um com o toque do aluno. Sem contar que os computadores com telas do tamanho do meu ex-carro no Brasil deixam tudo mais claro, lindo e chicoso (Mac…cof….).

Outra escola assim citada por aqui foi a Ravensbourne que eu entro em detalhe em outro texto. Só valeu muito mesmo pelo “tipos” que eu vi lá dentro e pela infra estrutura, outra de cair o queixo, e que para felicidade de muitos, está chegando com auma unidade em Londres (North greenwich) em vez de ter que ir até Elmstead Woods e etc. Vale conferir os cursos. Penso muito em um MA com eles no futuro para que bata com minhas expectativas.

Eu não recomendo sumariamente nenhum curso de design dentro das escolas de inglês. Ë exatamente a mesma coisa que aulas de Pacote Office só que no pacote Adobe. Pressuponho que todos aquele amante da arte, design e etc pelo visto sabem o que é uma LAYER no Photoshop. Eu garanto que eles ensinam isso só depois de 3 semanas de aula, pelo amor de Deus! Evitem a todo custo e não caiam no gato disso. Fora que o diploma não é reconhecido pela Edexcel, órgão máximo de ensino por aqui. Fiz o que pude, prometo que fiz para ajudar todo mundo quando fui professor. Mas sentir na pele uma entidade que queria pensar no dinheiro das pessoas não ajudou um pouco.

Conheci também a University of London, Queen Mary e etc, tão bons quanto os de cima. Mais informações eu pesquiso pra vocês.

O que vale pensar? Curso bom custa caro. Menos de 7mil libras por ano eu acho difícil. Precisa ter IELTS ou Cambridge para mostrar que o inglês é bom e se for um curso de Pós, com certeza um portfolio para ser avaliado. A escolha vale muito a pena, afinal todos os cursos acima são vistos com bons olhos no mundo inteiro e ajudam muito a garantir um emprego (salve talento pessoal e crise, pelo amor de Deus).

Vale o investimento extra em livros e material de produção que chega a ser caro, mas bem fornecido pelo Graphic Centre, Ryman e etc. Dêem uma olhada nos websites e sintam um pouco isso, especialmente criativos dêem uma olhada nas folhas de A3 (2 blocos por mês tranquiiiilo) Abrazzi!

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Portfolio – Mikaël Aguirre

Em ritmo de E3, trago para o Com limão o portfolio do francês Mikaël Aguirre. Estudante de cinema e ilustrador “por hobby”, Aguirre possui trabalhos fantásticos com pintura digital, porém o grande destaque é uma série de releituras de games (muito deles da década de 90).
Recriando cena de jogos consagrados, Aguirre coloca personagens como Sonic, [...]

donald

Em ritmo de E3, trago para o Com limão o portfolio do francês Mikaël Aguirre. Estudante de cinema e ilustrador “por hobby”, Aguirre possui trabalhos fantásticos com pintura digital, porém o grande destaque é uma série de releituras de games (muito deles da década de 90).

Recriando cena de jogos consagrados, Aguirre coloca personagens como Sonic, Mario, Mickey e outros em painéis que são verdadeiras obras primas para os fãs gamemaníacos.

Sempre usando o Photoshop como base e como linguagem visual alguns efeitos que lembram muito pinturas em aquarela, o portfolio de Aguirre no deviantart é uma ótima dica para quem está buscando referências que usam este estilo visual.

mario

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José Dias e a TV 3D – Futuro para publicidade e entretenimento?

Demorou, mas foi por um bom motivo! O segundo texto sobre o evento que agitou a última terça-feira com o lançamento das novas workstation da HP e com presença ilustres demorou pois gostaria de dedicar uma atenção melhor para este texto.
Como comentei no último artigo, um dos participantes do evento foi o já famoso José [...]

jose_dias

Demorou, mas foi por um bom motivo! O segundo texto sobre o evento que agitou a última terça-feira com o lançamento das novas workstation da HP e com presença ilustres demorou pois gostaria de dedicar uma atenção melhor para este texto.

Como comentei no último artigo, um dos participantes do evento foi o já famoso José Dias, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Rede Globo.

Responsável por um dos departamentos mais importante da empresa plin-plin, Dias deu um show ao falar sobre novas tecnologias para televisão e publicidade. Mesmo com o seu tom calmo e quase parando, ele mostrou como a imersão no 3D pode mudar a relação que temos hoje com a televisão.

A palestra segui o ritmo de uma aula de “história do 3D”, mostrando que o processo com anáglifos (“famosos por usarem aqueles óculos com uma “lente” verde e uma vermelha”) não mudou muito, apenas ficou mais high tech, chegando até a atual técnica, que usa duas câmeras paralelamente a uma distância que equivale a separação dos olhos, melhora muito a experiência do 3D.

Ok, mas o que essa “brincadeira” toda tem a ver com a televisão e publicidade? Dias prevê que dentro de 2 anos a tecnologia esteja disponível para ser usada em casa.

De acordo com Dias, a empresa de tv à cabo Sky já teria previsto testes para o fim deste ano. O que nos leva a imaginar: Como seria esta tecnologia doméstica? O que consigo imaginar é que de acordo com a assinatura do cliente, ele ganha um número de óculos 3D (iguais aqueles que usamos nos cinemas atualmente).

Como exemplo de publicidade, Dias apresentou para a platéia um vídeo de 3 minutos filmado no carnaval do Rio de Janeiro (ver a rainha da bateria em 3D foi fantástico!) que incluía duas vinhetas, uma da cerveja Schin, onde uma latinha girava e rodopiava fora da tela e outra para o Bradesco onde o logo da empresa era construído por peças soltas.

Seria essa uma das tecnologias que podem mudar a nossa perspectiva da televisão convencional? Com o aumento da qualidade do sinal (no caso, a tv digital) e o acesso a televisores de LCD a promessa de dois anos feita por Dias pode ser encurtada.

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Casa de Bonecas: O Portfolio de Isabelle Ribeiro

As crianças assustadas com as tenebrosas histórias do Homem do Saco e do Monstro Debaixo da Cama, cresceram. Crescidas, resolveram contar as histórias para as outras crianças crescidas… A banda The Birthday Massacre que eu aprendi a curtir pra caramba, tem essa premissa: Levar para o lado da música com mixagens de sons que lembram [...]

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As crianças assustadas com as tenebrosas histórias do Homem do Saco e do Monstro Debaixo da Cama, cresceram. Crescidas, resolveram contar as histórias para as outras crianças crescidas… A banda The Birthday Massacre que eu aprendi a curtir pra caramba, tem essa premissa: Levar para o lado da música com mixagens de sons que lembram o famoso industrial, com um toque da nostalgia dos videogames, a nostalgia da infância que tentamos esquecer em um lugar onde tudo remete aos seus medos obscuros – algumas letras realmente assustam, se você pensar com a mente infantil. Uma lembrança dos medos que você não superou, mas aprendeu a bloquear. E pesquisando esses caras, dei de cara com outra artista, que me encheu os olhos com seu trabalho. Falo da fotógrafa deles, Isabelle Ribeiro.

Por ironia do destino, descobri que era uma brasileira, e pelo próprio vínculo, corri a trocar uma idéia com esta interessantíssima pessoa, pra trazer pra vocês um pouco do mundo de quem trabalha com fotografia, especialmente em se tratando de fotografar bandas. Então, sem mais demoras, apresento-lhes Isabelle Ribeiro e suas bonecas!

D.: Nome Inteiro e idade.

Isabelle: Isabelle Hashem Ribeiro, 24 anos.

D.: Então, minha filha. Não escrevi nada, porque eu quero que seja uma entrevista dinâmica…

Isabelle: Oba, legal. Gosto mais assim!

D.: Acho que a gente tem que começar mencionando seu trabalho, mas em cima da sua formação… O que você viu nas fotos? Do tipo, qual foi o dia em que você encanou de ser fotógrafa?

Isabelle: Bom, eu fiz faculdade de artes. E num dos semestres, tive que fazer uma aula pra conseguir mais créditos. Resolvi pegar fotografia, por falta do que fazer. Nisso eu acabei me apaixonando. Acho que o fato de você segurar uma câmera e ter total controle sobre o restultado final da imagem criada… isso me atraiu!

D.: E depois resolveu viver disso? Teve alguém que te incentivou, te apadrinhou ou foi uma coisa mais sua?

Isabelle: Minha família sempre me incentivou. Meu pai principalmente. Ele me deu meu primeiro kit de luzes, na época nem sabia usar direito. Mas nisso fui aprendendo, e nesses últimos dois anos comecei a expor fotos em galerias e também comecei a fazer retratos para conhecidos. Resolvi desistir de um emprego normal!

D.:Muita gente tem essa dificuldade em entender a diferença de tentar uma carreira num negócio dito “incerto” como a arte.  Muita gente tem muita vontade de sair do emprego para escrever, pintar, desenhar, atuar, e não sai porque tem esse senso de que arte não dá dinheiro. Qual a sua posição nesse quesito?

Isabelle: Em parte isso é verdade. Imagino que como ilustrador você também saiba como é difícil! Eu acho que na área da fotografia, as coisas são um pouco mais fáceis comercialmente. O segredo é saber fazer seu próprio marketing, saber se promover. Conseguir lucrar com o aspecto ‘artístico’ da fotografia é bem mais difícil. Já participei de inúmeras exposições, mas até agora só gastei, nada de lucro. Por isso resolvi explorar também a fotografia comercial.

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D.: Você trabalhou recentemente com a banda The Birthday Massacre, que está começando a ficar bem conhecida pelo mundo afora. Aqui no Brasil, ela é um pouco mais underground, mas conheço muitos fãs… Fiquei surpreso ao descobrir que eles tinham uma fotógrafa brasileira… como se deu esse primeiro encontro? Você já tinha contato, ou foi algo que você buscou na “caruda”?

Isabelle: Eu definitivamente busquei na “caruda”. Eu era fã da banda faz um tempo (desde que ouvi Video Kid). Quando soube que eles viriam aqui pra Orlando em turnê, fui atrás do manager dos caras, mandei e-mail e ofereci uma sessão de fotos. Para minha surpresa, ele me respondeu, e disse que a banda gostou do meu trabalho (e nessa hora eu provavelmente tive um mini-derrame). Marcamos a data para o dia do show mesmo, e como eles estavam com pouco tempo, fizemos as fotos no próprio lugar do show. Levei minhas luzes e arrastei uma amiga pra ser minha assistente…e em meia hora fizemos as fotos!

D.: E como é trabalhar com uma banda? Digo, o seu trabalho tem uma responsabilidade bem maior, quando o cliente é mais pesado. Como foi a relação?

Isabelle: Eu já havia trabalhado com bandas antes, mas nesse caso foi um pouco mais assustador por serem uma banda internacional que, mesmo sendo um tanto underground, tem muitos fãs. Fiquei um pouco nervosa antes da sessão de fotos, mas no final das contas, os caras foram super pé-no-chão, simpáticos, e profissionais. Fotografar bandas é muito mais divertido pois eles se divertem e isso gera fotos bem legais!

D.: QUE MASSA! Então você já fez com outras bandas? Alguma conhecida aqui no Brasil, para os eventuais fãs?

Isabelle: Já trabalhei com uma banda local de metal chamada Ring of Scars. Pra quem curte esse tipo de som, recomendo! Também já trabalhei com uma banda chamada Antifaz, eles tem um som muito legal, inclusive com uma influência brasileira!
D.: Que show! No quesito do trabalho pessoal, uma coisa que me chamou muita atenção, bem como a de muitos outros, foi seu trabalho com bonecas… Achei muito original a forma com a qual você fotografa elas. Qual a influência que você recebeu para conceber esse trabalho?

Isabelle: Eu tenho um histórico bem emocional com meus bonecos. Estava passando por uma fase muito chata de depressão e ansiedade, quando vi um desses bonecos na internet. Pesquisei e resolvi colecionar. Na época, também comecei a fazer aulas de fotografia, e uma coisa levou a outra. Meus bonecos foram meus ‘modelos’ para as fotos. Quando eu faço fotos dos bonecos, eu estou em total controle: controlo o ambiente, a posição, a roupa, os cabelos, os olhos, a luz. Eu acho que as fotos que faço dos bonecos são sobre CONTROLE, pois é algo que eu não tinha na minha própria vida. Elas representam o que eu passei, nos momentos de escuridão,e  nos momentos mais leves.

boneca

D.: Acho que a música, o teatro e o desenho são partes importantes na fotografia. Em quais mestres você se baseia para estudar?

Isabelle: Definitivamente acho que outros tipos de arte inspiram minha fotografia! Sou fã de Mark Ryden, Trevor Brown, Ray Caesar… claro que também sou fã de fotógrafos, como Erwin Olaf, Elena Dorfman, e Jill Greenberg.

D.: Alguma experiência única pra passar para os estudantes, fãs e observadores interessados?

Isabelle : Olha, eu vou falar de uma experiência que me incentivou à não desistir de tentar uma carreira como fotógrafa: Certo dia fui chamada pra uma entrevista de emprego, e o título era ‘fotógrafa’. Fui lá toda animada, não sabia ainda os detalhes. Quando cheguei no lugar, o cara me falou que o trampo era ficar na frente de um restaurante, segurando PAPAGAIOS, e tirando foto de turistas com os papagaios. Para finalizar com chave de ouro, o cara ainda me fala ‘Mas você é brasileira, deve ter visto vários papagaios já!’. Conclusão: saí de lá sem nunca mais olhar pra trás. Naquele dia decidi que iria fazer o máximo pra ter sucesso como profissional freelancer, e que eu não ia trabalhar pra estúdios ridículos ou restaurantes absurdos que tem papagaios. Não desistam!

Quem curtiu a entrevista, curte a banda ou os trabalhos dessa fantástica fotógrafa, pode também segui-la no Twitter!

marg

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