Com limãoCom limão

No ar desde setembro de 2006, o Com limão é um site especializado nas áreas de comunicação social e visual, escrito por uma equipe composta de profissionais do mercado mundial.

Entre em contato pelo e-mail: contato@comlimao.com
 
 
NewsletterNewsletter

Cadastre seu e-mail e receba nossas novidades.

 
 
Siga! @Comlimao
3936 seguidores
5577 mensagens

UOL (44), iG (56) e Globo (59) nos World Top 100 da Nielsen: | via ... continue lendo
 
Parceiros

 
Call of Duty: Modern Warfare 2 – Brincadeira de gente grande e com lucros maiores ainda

Call of Duty: Modern Warfare 2 atinge marca histórica de vendas e ultrapassa sucessos de bilheterias de Hollywood

cod_modern_warfare_2

Por Victor Vasques

Galeria de imagens:

Já fazem mais de 10 dias em que eu ando correndo armado até os dentes por florestas russas, favelas cariocas e um EUA devastado. Para quem acha que virei guerrilheiro, pode ficar tranquilo, pois estamos falando do game Call of Duty: Modern Warfare 2.

O leitor mais crítico deve estar falando “sim, e daí?”, então vou explicar o que CoD: Modern Warfare 2 têm de tão diferente dos outros games de tiro. Ambientado em 2016, CoD coloca você dentro de uma força-tarefa multinacional liderada por “Soap” MacTavish (protagonista do último jogo) que tem como objetivo combater um grupo nacionalista (para os fãs da série, o grupo é o mesmo que detonou uma bomba nuclear no último game).

Até aí nada demais, mas CoD começa a se destacar pelos detalhes. Com cenários realistas ao extremo (com direito a objetos que voam durante o tiroteio) as paisagens oscilam entre frias montanhas russas, ensolaradas favelas brasileira, prisões úmidas, a cidade de Washington em guerra e muitos outros lugares pelo globo terrestre, chegando até mesmo a Estação Espacial Internacional.

Mas o grande destaque do game não é apenas o seu conteúdo, mas os números. Lançado em 10 de Novembro deste ano, o jogo produzido pela Infinity Ward, atingiu a incrível marca de 550 milhões de dólares nos 5 primeiros dias de vendas. Lucro que não deve parar por aí, isso porque de acordo com especialistas da área, as vendas devem atingir de 11 a 13 milhões de unidades até o final de 2009

Para efeito de comparação, durante o mesmo período o filme 2012 arrecadou sete vezes menos que o game. Caso chegue aos 13 milhões de unidades, Modern Warfare 2 terá o seu lucro comparado a bilheterias de filmes como Homem Aranha 2, E.T. e à frente de filmes como Star Wars: Episódio II e Piratas do Caribe.

Apesar da economia fraca na indústria de videogames este ano, o resultado da primeira semana de Modern Warface fez com que as ações da Activision Blizzard subissem 35%, chegando a 11,74 dólares e superando o valor das ações da Electronic Arts, sua principal concorrente.

Isso me faz pensar o quanto é tolice algumas pessoas ainda pensarem que videogames são coisas de crianças. Aliás, se existe um público para o qual Modern Warfare 2 não é indicado, esse são os menores de 18 anos. Isso porque além de muitos tiros, explosões e violência, o game ainda possui uma (polêmica) fase onde o jogador controla uma equipe de terroristas em um massacre no aeroporto russo.

Realismo chocante, mas que é ponderado com situações engraçadas como, por exemplo, durante a invasão de uma base militar onde seu comandante sai correndo e pega um inimigo por trás, derrubando-o com um digno lance de futebol americano.

Isso tudo misturado com sequências cinematográficas de ação, entre elas uma corrida pelos telhados da favela carioca que termina com um grande salto em direção ao helicóptero de resgate.  É ação e diversão seguido de uma rajada de tiros e quilos de explosivos.

Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Engenharia de Produção – O que isso tem a ver com a comunicação?

Quando passamos pelos corredores dos supermercados, não imaginamos quanto mistério há neles. Qual a diferença entre uma embalagem e outra ou porque deixar um produto mais evidente do que outro? A gente pode se perguntar quem é o responsável por isso tudo e, na maioria das vezes, nem imagina que um engenheiro é o grande [...]

engenharia_producao

Quando passamos pelos corredores dos supermercados, não imaginamos quanto mistério há neles. Qual a diferença entre uma embalagem e outra ou porque deixar um produto mais evidente do que outro? A gente pode se perguntar quem é o responsável por isso tudo e, na maioria das vezes, nem imagina que um engenheiro é o grande articulador.

Sim, um engenheiro de produção. Essa profissão tem crescido bastante no mercado e pode estar muito próxima do nosso tão conhecido marketing. Quem opta por esse caminho engenhoso pode tornar-se um marketeiro de tabela e trazer benefícios tanto para os cliente, quanto para os empresários. Mas eu consigo enxergar algumas pequenas diferenças entre essas profissões. Sabemos que o marketing do século XXI precisa estabelecer estratégias que produzam fidelidade, já que a concorrência é cada vez mais acirrada.

Em grande parte dos casos, apesar do lucro estar envolvido no processo, o que vejo de mais relevante nas estratégias é a satisfação do cliente. Por isso, penso que no marketing o cliente vem primeiro do que o lucro, que se torna apenas consequência dos trabalhos promovidos. E na engenharia de produção, o que realmente acontece? Vamos ver algumas possibilidades de atividades em questionamento:

1 – Será que quando a embalagem de condicionadores de cabelo sofreram uma pequena mudança, onde a abertura de saída do produto se transferiu da parte superior para a parte inferior, foi pensada por um profissional do marketing para que o cliente pudesse ter mais utilização do produto ou por um engenheiro de produção para que o mesmo fosse um pouquinho mais desperdiçado? O condicionador é pastoso e demorava mais para sair do potinho se o armazenamento fosse feito com o bico para cima. E ele para baixo? O condicionador sai com mais facilidade pela força da gravidade ou ele é mais desperdiçado quando tentamos fechar com a tampinha em um movimento de baixo para cima? Muito confuso!

2 – Será que quando a embalagem da pasta de dente passou de um tipo de alumínio para plástico era para facilitar e não machucar nossas mãozinhas, ou apenas para que aquela famosa dobrinha até o bico, aproveitando a última gota de pasta,não acontecesse mais. Assim acaba mais rápido, certo? Precisamos comprar outra pastinha com mais frequência hoje em dia, né? E o biquinho que foi alargado? “Quem teria pensado nisso?”, eis a questão.

3 – Quando você entra em um supermercado e até chegar ao açougue precisa passar pelas maravilhosas opções de televisões de última geração, chinelos maneiríssimos e outros artigos até então desnecessários naquele momento, pensa quem seria o autor dessa faceta?

São algumas questões curiosas e que precisamos analisar com mais cuidado para apontar os criadores. Porém, a engenharia de produção pode ser sim uma aliada da comunicação. E isso é fascinante para quem quiser seguí-la, já que aqui somos totalmente a favor de quem quer ser comunicador.

pasta

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Diga “joguinhos” aos números…

Pode ser coisa de fã incondicional, mas quando ouço alguém chamando “games” de “joguinhos”, sinto uma certa indignação. Uma raivinha que vem lá de dentro por esta palavra desafiar todos os meus anos de consumidor dessa mídia e diminuir este universo tão imenso que, até para os mais céticos, pode ser provado em números.
Cifras tão [...]

games

Pode ser coisa de fã incondicional, mas quando ouço alguém chamando “games” de “joguinhos”, sinto uma certa indignação. Uma raivinha que vem lá de dentro por esta palavra desafiar todos os meus anos de consumidor dessa mídia e diminuir este universo tão imenso que, até para os mais céticos, pode ser provado em números.

Cifras tão graúdas que já superaram a do cinema já faz alguns anos e somaram, somente em 2008 nos EUA, U$22 Bilhões! Imagine quanto dá somando os mercados Asiáticos (lê-se Coreano e Japonês) e Europeus? Imaginem quando a América do Sul (o próximo grande mercado de “games”) entrar nessa equação? Muito me impressiona que as pessoas não tomem conta disso.

Aliás, sabe qual foi o maior lançamento na área de entretenimento de todos os tempo? Não, não foi Titanic, nem um novo refrigerante no intervalo do Super Bowl e nem a final do American Idol. Foi a chegada do controverso GTA IV para Xbox 360 e PS3, que em 24 horas vendeu 3,6 milhões de cópias, arrecadando 310 milhões de dólares (quebrando e quase dobrando o record anterior de Halo 3, de U$170 milhões). Para se ter uma idéia, o último filme do Batman arrecadou 67 milhões de dólares na estréia e o último álbum do Metallica vendeu 490.000 cópias em três dias. Eu sei que é difícil de comparar, mas vemos aí algo monstruoso e poderoso.

Tão poderoso que não só ultrapassou Hollywood, mas também está salvando a indústria fonográfica com seus jogos musicais! As franquias Guitar Hero e Rock Band estão revigorando as gravadoras que lançam “singles” de suas bandas como DLC (“Donwloadable content”) e mostram-se cada vez mais como uma das mídias mais fortes para publicidade. Só por ter um controle na forma de uma guitarra “Gibson” ou “Fender”, já foi o suficiente para a venda de guitarras subirem 25% nos EUA. E pra fechar com chave-de-ouro, “Guitar Hero III: Legends of Rock” tornou-se o jogo mais lucrativo de todos os tempo, sendo o primeiro a arrecadar mais de 1 bilhão de dólares.

Se jogos eletrônicos são coisas de nerd desocupado, solteiro, vagabundo e marginalizado socialmente, eu não sei. Mas uma coisa posso te garantir: Filas que viram noites no lançamento de um console e um encanador italiano ser mais conhecido mundialmente que um rato de calças vermelhas não deveriam espantar. E para quem ainda contestar, valho-me de números.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Inovação na crise – A melhor opção?

Durante o último dia do MaxiMídia, ao assistir a palestra “Indústria da Comunicação – Oportunidades e Riscos” (confira a galeria de imagens do evento), os protagonistas da maior discussão ao vivo do evento (após uma alfinetada de Nizan, o diretor da F/Nazca sentiu-se atacado e acabou perdendo o controle da situação no bate boca), Fábio [...]

maximidia_brics.jpg

Durante o último dia do MaxiMídia, ao assistir a palestra “Indústria da Comunicação – Oportunidades e Riscos” (confira a galeria de imagens do evento), os protagonistas da maior discussão ao vivo do evento (após uma alfinetada de Nizan, o diretor da F/Nazca sentiu-se atacado e acabou perdendo o controle da situação no bate boca), Fábio Fernandes, da F/Nazca S&S, e Nizan Guanaes, do Grupo Abc, levantaram uma interessante questão.

O mercado de comunicação deve fazer o tradicional, que já dá certo, e deixar de lado a inovação incerta, ou inovar para superar a crise?

Do ponto de vista conservador de Nizan, as agências de publicidade devem trabalhar o tradicional e reunir verbas em caixa, para assim passar pela obscura fase em que o mercado deverá passar após a atual crise mundial.

Já Fábio Fernandes rebateu que esta é a hora de inovar para superarmos uma crise que, se quer, nosso país sentirá. Do ponto de vista do diretor da F/Nazca, o mercado publicitário brasileiro nunca esteve tão aquecido e promissor.

Dois pontos totalmente diferentes e conflitantes, mas com argumentos muito bons. Se pensarmos que a crise deverá reduzir o crédito, em consequencia segurar o crescimento do país, podemos prever que as campanhas diminuirão.

Por outro lado, dois pontos interessantes contrapõem na discussão: mesmo que o crescimento seja menor, a previsão é que o país continue crescendo. Um exemplo é a aposta da Associação dos Comerciantes de São Paulo que prevê um natal melhor que o de 2007.

Prometo não induzir vocês a nenhuma resposta (até porque quero saber a opinião de vocês), mas já tenho uma idéia formada e vou segurar o comentário para o próximo dia 20, quando me encontro com Richard Monturo, no NBC, onde palestrará sobre o BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China – os 5 países emergentes).

Qual sua opinião sobre o mercado publicitário brasileiro? É o momento de sermos conservadores ou inovadores?

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Wall Street – Crise pode afetar mercado digital

“A crise financeira nos EUA pode começar atingir o mercado digital.”
A afirmação acima pode parecer mentira, mas na última semana o portal CNet divulgou uma lista de empresas do meio digital que estão sob risco de afundar no meio da turbulenta crise mundial.
Maior crise desde 1929, o atual cenário pode atingir empresas que consideravam-se imunes [...]

crise_financeira.jpg

A crise financeira nos EUA pode começar atingir o mercado digital.

A afirmação acima pode parecer mentira, mas na última semana o portal CNet divulgou uma lista de empresas do meio digital que estão sob risco de afundar no meio da turbulenta crise mundial.

Maior crise desde 1929, o atual cenário pode atingir empresas que consideravam-se imunes ao grande abalo financeiro.

Conheça abaixo a lista dos gigantes ameaçados:

- Twitter
A grande epidemia entre blogueiros, como comentei no último post, atualmente conta com milhões de usuários, inclusive empresas que utilizam o serviço para alcançar seu clientes.
Risco: A empresa não conta atualmente com nenhum modelo de receita. Para a CNet, uma estratégia discreta de publicidade não iria aborrecer os internautas, que querem ver o serviço fazendo dinheiro (e continue ativo).

- Skype
Uma das maiores empresas da lista, o fantástico serviço de telefonia via IP transformou-se em uma promissora empresa quando foi comprado pelo gigante eBay por US$ 4,1 bi em 2005.
Risco: Com o atual cenário financeiro, o site de leilões pode deixar de lado o Skype e manter o foco de suas reservas voltados ao seus principal negócios.

- MySpace
Um dos maiores serviços de rede social nos EUA, o MySpace faz parte do patrimônio do magnata Rupert Murdoch.
Risco: Mesmo gerando renda, o site corre risco por fazer parte da fortuna de Murdoch. Tornando-se mais um serviço a ser deixado de lado pelo dono, fato que pode concretizar-se caso perca espaço para o Facebook, concorrente de peso que tem conquistado cada vez mais usuários nos EUA e no mundo.

- Pandora
Um dos pioneiros sites de música
Risco: O serviço já não funciona fora dos EUA por questões legais devido aos altos royalties cobrados pela execução de música. A empresa podem fechar de vez o serviço, se um acordo favorável não for fechado em breve com a indústria fonográfica.

- Second Life
O “revolucionário” serviço prometia ser o futuro da web social quando foi lançado.
Risco: Second quem? Se viver uma vida já anda difícil, imagine a segunda. Os acessos do serviço tem caindo tanto que falta gente para usar e, em consequência, falta dinheiro

- Ask.com
Fundando em 1996 por Garrett Gruener and David Warthen, o Ask.com é parte integrante da elite de sites de busca,
Risco: Como diz o pessoal da CNet: “Ser o quarto colocado numa corrida de três cavalos não é uma boa“. O alto custo de competir no mercado de buscas pode acabar com a ferramenta.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Design no jantar – Série de talheres feitos por designers internacionais
Design no jantar – Série de talheres feitos por designers internacionais

Tags: , , ,

Info: Reunimos talheres feito por designers internacionais que vão do lúdico ao clean tornando a refeição em...
 
Fotografia & Ilustração

Mathieu Beaulieu – Um freelancer que se destaca na multidão

Matthew Scott – Ilustrações para adultos e crianças

IMP Awards – Os melhores cartazes do cinema e da televisão

Avanaut – A arte finlandesa de fotografar Legos na neve

El Cabriton y amigos – Camisetas criativas, uma por dia até o Natal!

A Princesa e o Sapo – Uma Princesa com charme especial
   Páginas:   1  |  2  |  3     Próximo >