Posts Tagged ‘mercado’

15
Out
Inovação na crise - A melhor opção?

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Durante o último dia do MaxiMídia, ao assistir a palestra “Indústria da Comunicação - Oportunidades e Riscos” (confira a galeria de imagens do evento), os protagonistas da maior discussão ao vivo do evento (após uma alfinetada de Nizan, o diretor da F/Nazca sentiu-se atacado e acabou perdendo o controle da situação no bate boca), Fábio Fernandes, da F/Nazca S&S, e Nizan Guanaes, do Grupo Abc, levantaram uma interessante questão.

O mercado de comunicação deve fazer o tradicional, que já dá certo, e deixar de lado a inovação incerta, ou inovar para superar a crise?

Do ponto de vista conservador de Nizan, as agências de publicidade devem trabalhar o tradicional e reunir verbas em caixa, para assim passar pela obscura fase em que o mercado deverá passar após a atual crise mundial.

Já Fábio Fernandes rebateu que esta é a hora de inovar para superarmos uma crise que, se quer, nosso país sentirá. Do ponto de vista do diretor da F/Nazca, o mercado publicitário brasileiro nunca esteve tão aquecido e promissor.

Dois pontos totalmente diferentes e conflitantes, mas com argumentos muito bons. Se pensarmos que a crise deverá reduzir o crédito, em consequencia segurar o crescimento do país, podemos prever que as campanhas diminuirão.

Por outro lado, dois pontos interessantes contrapõem na discussão: mesmo que o crescimento seja menor, a previsão é que o país continue crescendo. Um exemplo é a aposta da Associação dos Comerciantes de São Paulo que prevê um natal melhor que o de 2007.

Prometo não induzir vocês a nenhuma resposta (até porque quero saber a opinião de vocês), mas já tenho uma idéia formada e vou segurar o comentário para o próximo dia 20, quando me encontro com Richard Monturo, no NBC, onde palestrará sobre o BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China - os 5 países emergentes).

Qual sua opinião sobre o mercado publicitário brasileiro? É o momento de sermos conservadores ou inovadores?

13
Out
Wall Street - Crise pode afetar mercado digital

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A crise financeira nos EUA pode começar atingir o mercado digital.

A afirmação acima pode parecer mentira, mas na última semana o portal CNet divulgou uma lista de empresas do meio digital que estão sob risco de afundar no meio da turbulenta crise mundial.

Maior crise desde 1929, o atual cenário pode atingir empresas que consideravam-se imunes ao grande abalo financeiro.

Conheça abaixo a lista dos gigantes ameaçados:

- Twitter
A grande epidemia entre blogueiros, como comentei no último post, atualmente conta com milhões de usuários, inclusive empresas que utilizam o serviço para alcançar seu clientes.
Risco: A empresa não conta atualmente com nenhum modelo de receita. Para a CNet, uma estratégia discreta de publicidade não iria aborrecer os internautas, que querem ver o serviço fazendo dinheiro (e continue ativo).

- Skype
Uma das maiores empresas da lista, o fantástico serviço de telefonia via IP transformou-se em uma promissora empresa quando foi comprado pelo gigante eBay por US$ 4,1 bi em 2005.
Risco: Com o atual cenário financeiro, o site de leilões pode deixar de lado o Skype e manter o foco de suas reservas voltados ao seus principal negócios.

- MySpace
Um dos maiores serviços de rede social nos EUA, o MySpace faz parte do patrimônio do magnata Rupert Murdoch.
Risco: Mesmo gerando renda, o site corre risco por fazer parte da fortuna de Murdoch. Tornando-se mais um serviço a ser deixado de lado pelo dono, fato que pode concretizar-se caso perca espaço para o Facebook, concorrente de peso que tem conquistado cada vez mais usuários nos EUA e no mundo.

- Pandora
Um dos pioneiros sites de música
Risco: O serviço já não funciona fora dos EUA por questões legais devido aos altos royalties cobrados pela execução de música. A empresa podem fechar de vez o serviço, se um acordo favorável não for fechado em breve com a indústria fonográfica.

- Second Life
O “revolucionário” serviço prometia ser o futuro da web social quando foi lançado.
Risco: Second quem? Se viver uma vida já anda difícil, imagine a segunda. Os acessos do serviço tem caindo tanto que falta gente para usar e, em consequência, falta dinheiro

- Ask.com
Fundando em 1996 por Garrett Gruener and David Warthen, o Ask.com é parte integrante da elite de sites de busca,
Risco: Como diz o pessoal da CNet: “Ser o quarto colocado numa corrida de três cavalos não é uma boa“. O alto custo de competir no mercado de buscas pode acabar com a ferramenta.

8
Out
Maximídia - Advergames e muito networking

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Ontem (7/10) começou um dos mais aguardados eventos anuais no mercado de comunicação. Em sua 18º edição, o MaxiMídia, hoje o maior evento do setor em toda a América Latina, segue o mesmo formato e reúne um Fórum Internacional de Marketing e Comunicação, uma grande feira de negócios e relacionamentos e um valorizado Prêmio de Criatividade em Mídia em um só lugar. Além de ocorrer na cidade de São Paulo, ele também é transmitido ao vivo, via satélite, para mais de 20 cidades em todo o Brasil.

Entre o ciclo de palestras, o grande destaque foi o painel que fechou o dia. Intitulado “Advergame - Mantendo sua Marca no Jogo”, o debate foi apresentado por Jay Sampson, atual vice-presidente de vendas norte-americanas para a Massive Network, parte integrante da Microsoft Corporation. Durante cerca de duas horas, Sampson expôs a atual ascensão do mercado de advergames norte-americano e as possíveis oportunidades nos países da América Latina. Entre os dados levantados, alguns pontos, tais como:

- Atualmente o mercado mundial de games movimenta cerca de $54 bilhões, e possui previsão de crescimento para $73 bilhões até 2013. Isso representa valores que superam a indústria cinematográfica;

- Nos últimos dois anos o número de casas com console de videogame subiu 18.5%, atingindo cerca de 41% dos lares americanos; - Estima-se que o mercado latino-americano atinja $1.1 bilhões em consoles e jogos vendidos no próximo ano. O que representa um aumento de 19% e aproximadamente 8% do mercado americano;

- A pirataria, que representariam cerca de 85% dos produtos, e os altos impostos continuam sendo a grande barreira para a realização do grande potencial que o mercado latino possui.

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Mesmo sem grandes novidades, os dados acima ainda representam um interessante perfil do mercado de publicidade nos games. Porém, a grande questão posta em debate não foi a ascensão do novo meio, mas sim a medição de resultados nele. Para isso Sampson apresentou exemplos em jogos como Guitar Hero, Rainbow Six Las Vegas, Fifa e, principalmente, o case “Ford Focus no Need for Speed: Pro Street”.

Criada pela gigante automobilística dentro de um dos maiores games de corrida, a campanha resultou em um aumento de 28% no reconhecimento dos atributos chave da marca Ford e, para complementar, a maioria dos jogadores que tiveram contato com a campanha, buscaram mais informações sobre a marca.

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Para completar a palestra, os convidados Leandro Cruz de Paula, da Microsoft Advertising, e Pedro Cabral, da Isobar, levantaram questões importante sobre como atingir seu target e, a melhoe e mais polêmica pergunta, feita por Pedro Cabral, sobre se o mercado não deveria incentivar a pirataria para, assim, aumentarmos a disseminação de produtos ao público. Resposta que foi bem contornada por Sampson com muito bom humor.

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Outra novidade que aconteceu em paralelo com a cobertura do MaxiMídia foi a minha entrada no comando do Media Blog, criado pela equipe de Publicidade e Marketing do iG, o blog é voltado ao mercado de comunicação online. Uma proposta interessante, para eu que estou acompanhando de dentro, é que este novo canal promete vir com algumas novidades bem interessantes (inclusive novo visual em breve!). Acompanhem e aguardem!

1
Out
Single Peer - Falando de e-commerce

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Para entender o tema central desse post, teremos que voltar alguns dias. No último dia 27 escrevi um artigo sobre a entrada do Wal-Mart no mercado online brasileiro, que estava prometido para hoje, mas por razões desconhecidas, o gigante americano decidiu adiantar e lançou o seu e-commerce ontem.

Para não ser repetitivo e montar um post só sobre e-commerce novamente, decidi fazer uma indicação de quem realmente entende do assunto. Escrito a quase um ano, mas só agora atualizado com mais frequencia, o Single Peer é um blog focado no mundo do e-commerce.

Não é para menos, o blog reflete bem a trajetória do autor Tiê Lima, que já teve passagens pelo Submarino, Shoptime.com, Americanas.com e, atualmente, iG Shopping.

Um ótimo blog para quem se interessa pelo mercado de vendas online e o seu aquecimento para 2009.

27
Set
E-commerce - Esquenta a corrida pelo ouro

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O comércio online brasileiros faturou R$ 3,8 bilhões no 1º semestre deste ano, alta de 45% sobre o mesmo período de 2007.

O parágrafo acima faz parte de uma matéria Reuters, divulgada no Info Plantão, em 20 de agosto deste ano e representa bem uma tendência clara para o ano que vem: o aquecimento do e-commerce brasileiro para 2009. Vocês devem estar se perguntando o porque desta introdução, calma que já vou explicar qual a novidade.

O próximo dia 1° de outubro (quarta-feira) marca a estréia de mais um gigante de vendas no mercado online. Composta de onze categorias de produtos não-alimentícios o Wal-Mart promete esquentar o mercado online. Clientes dos hipermercados Bompreço, representante do nordeste e Big, com foco no sul do paí, poderão entrar no site das respectivas bandeiras e serão automaticamente redirecionados para o Wal - Mart.

Segundo Héctor Núñez, presidente do Wal-Mart Brasil, o lançamento do comércio eletrônico é um marco na história da empresa no país, em um momento de expansão e apostas do Wal-Mart no Brasil.

Um ponto que vale a pena destacar é: Será que com este investimento, em breve veremos a entrada da nova marca do Wal - Mart em nossas terras? Ainda não podemos afirmar isto, mas com certeza este fim de ano e 2009 prometem pegar fogo no mercado online brasileiro.

5
Ago
Com limão Drops - Evolução do e-commerce brasileiro

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- Brasil já tem 59 milhões de usuários, o equivalente a 47% da população adulta (acima de 16 anos) ouvida pelo instituto. Destes, 65% acessam a rede gratuitamente, em postos públicos, escolas, universidades e na casa de amigos e familiares. Estaremos no rumo certo para a inclusão digital?

- Vendas online atingirão R$ 300 milhões no Dia dos Pais. Resultado disso tudo? Faturamento das lojas virtuais deve crescer cerca de 30% em um ano.

- A união do Ponto Frio com a expertise de executivos, segundo informações que recebi, todos ex-funcionários da Americanas.com, tem grandes chances de mexer com o mercado. Resultado desta união, a PontoFrio.com já nasce como sendo uma das grandes concorrentes para os líderes do mercado.


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