Posts Tagged ‘Novidade’

4
mar
Philips Headset touch – Tecnologia nas pontas dos dedos

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Desde o lançamento da primeira versão do iPhone, as telas touchscreen tem se tornado uma verdadeira febre. Parece um pré requisito para um bom produto tecnológico é possuir este tipo de tela. Confesso que algumas vezes acho que este tipo de tecnologia torna-se um excesso, já em outros momentos são quase que obrigatório o uso delas.

A nova linha de fone bluetooth da Philips conseguiu por meio deste tipo de tecnologia eliminar, o que antes era necessário um mini controle remoto ou inúmeros micro botões, apenas integrando uma pequena tela no próprio fone.

Com cerca de 3.65 cm de circunferência, o modelo SHB7110 além de ser pequeno e comportar 7 horas de uso, possui um design fantástico e bem definido. Design que, por sinal, tem sido adaptado para todos os novos produtos da Philips, indo da televisão ao fone.

O único ponto negativo é que ele ainda não está à venda no Brasil.

Aproveitando que estamos falando de touchscreen e citei a Apple no começo do post. A BlackBerry criou um vídeo digno de prêmio e polêmica. Com uma mensagem (in)direta para a Apple, o vídeo mostra uma maçã sendo perfurada por uma “blackberry” parecendo uma bala e terminando com a assinatura:  “O primeiro Blackberry touchscreen do mundo”. Fantástico

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3
mar
Moleskine Helvetica – Sonho de consumo

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Você tem um moleskine? Oh! Então você é cool! Esta afirmação parece besteira, mas já faz tempo que os famosos cadernos viraram sinônimo de  descolado e antenado. Com donos como Van Gogh e Ernest Hemingway, a Moleskine atingiu o ápice que qualquer produtor de cadernos sonharia um dia ser um dia: Um sonho de consumo.

Hoje existem inúmeros “moleskines” no mercado. Alguns mal feitos, outros tão fantásticos como o original (é o caso dos Molecos. O meu virou diário das aulas de mandarim), porém acredito que para os designers e tipógrafos nenhum supere os Moleskines versão Helvetica.

Simplesmente um sonho de consumo, o pequeno caderno possui duas versões, uma preta e uma vermelha, deveria ser obrigatório para todo designer.

Saindo um pouco do assunto moleskine, gostaria de citar a fonte deste post. Retirado do Baloo Blog, o post acima é um grande exemplo do tipo de blog escrito por Yara Ohashi, Ana Luiza e Tiê Lima. Com apenas um mês de existência, o site promete muitas novidades, até porque ele faz parte de um projeto maior que deve ser lançado dentro de dois meses. Fica aí uma dica de leitura diária para quem gosta de design, moda e decoração.

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7
fev
Feito por um e custa nenhum!

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Se eu te disser que existe um jogo com uma arte fantástica, musica grudenta na cabeça, jogabilidade viciante e história divertida, feita somente por uma pessoa? E se eu completar que ele está disponível de GRAÇA pra quem quiser testar? E se eu finalizar dizendo que isso é por vias legais? Pois é… esse jogo existe!

Cave Story” (a tradução de ”Dōkutsu Monogatari”) é um “side-scroller” nos moldes de “Metroid” e “Mega-Man” feito para PC, Mac, Linux, Amiga OS, PSP, Xbox, GP2X e futuramente também para Wii, através do serviço WiiWare. E já vou dizendo que por estar em tantas plataformas é quase uma acusação, pois não é por falta de plataformas que deixa-se um jogaço desse de lado.

Não se deixe levar pelo ar de “Nintendinho” da aventura. “Cave Story” tem uma qualidade artística pouco vista em jogos dessa geração com gráficos fluídos e coloridos, quando necessário. A música não deixa pra menos, com composições empolgantes e muito bem colocadas nas horas de tensão e/ou tranqüilidade. Sem falar na jogabilidade precisa e, se me permitem, deliciosa (só testando para entender).

Custa acreditar que foi somente uma pessoa, auto-intitulada “Pixel”, a grande criadora e geradora dessa pérola. Devemos aplaudi-lo de pé, pois são essas pessoas que mostram para as grandes empresas que jogos não são somente textura de alta definição e jogatina on-line… uma boa idéia sempre prevalece. Baixem e joguem!

22
jan
Casas Bahia esquenta comércio eletrônico

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E a disputa pelas receitas do varejo online vai esquentar ainda mais neste ano. O novo participante, que ingresserá no comércio eletrônico a partir do final de fevereiro é nada mais nada menos que as Casas Bahia. E a estréia promete trazer um diferencial, um valor agregado ao usuário: no intuito de preservar a identidade da rede e a forma como conhecemos sua forma de abordagem nas lojas físicas, os consumidores poderão experimentar os produtos como se estivessem em uma loja tradicional.

Desta forma, se você estiver interessado em adquirir um freezer, fique a vontade para virtualmente abrir a porta, inspecionar os compartimentos e ainda consultar um vendedor online, caso tenha qualquer dúvida. Para isso, estão sendo realizadas mais de mil filmagens de demonstrações de produtos, que serão ofertados na rede.

A proposta inovadora das Casas Bahia acontece em um momento otimista do Comércio Eletrônico, a despeito da crise financeira que ronda os consumidores – virtuais ou não. Segundo estudos do E-bit e Camara-e.net, as vendas online bateram um mais um recorde de faturamento, alcançando a exorbitante marca de R$ 8,2 bilhões em 2008, ou seja, 30% a mais em relação a 2007.

Esse crescimento deve-se aos fatores: profissionalização e entrada de novos players, aumento da confiança do usuário em relação às compras via internet e o surgimento de novos e-consumidores, com a proliferação da internet em diferentes classes sociais.

Para 2009, estes estudos contam com a previsão de contínuo crescimento do segmento, podendo alcançar o faturamento de R$ 10 bilhões. Realidade ou ilusão?

Enquanto isso, fora do universo virtual, após alguns meses após nosso presidente fazer um comunicado apaziguador na televisão explicando que não há motivos para os consumidores se preocuparem em relação à crise financeira, os cumprimentos que Lula encaminhou ao novo presidente dos EUA, Barack Obama, terminavam com o seguinte pensamento: “a crise iniciada nos países desenvolvidos podem afetar drasticamente os países em desenvolvimento.” Em qual versão podemos acreditar?

18
nov
Interação e projeção holográfica – Futuro ou atualidade

Essa semana recebi uma informação que os fãs de Star Wars irão pirar. Uma empresa brasileira está focada no desenvolvimento de um novo sistema de projeção de filmes holográficos. De acordo com fontes confiáveis, a qualidade vista é simplesmente fantástica e foram vistos testes na qual uma imagem parecia saltar da tela.

Como ainda não podemos divulgar muitos detalhes sobre esta nova tecnologia, encontrei na internet detalhes de outro teste com uma nova interface holográfica, baseada no filme de “ficção ciêntífica” Minority Report.

Criado pela OBlong Industries Inc., o sistema conhecido como G-Speak reproduz o sistema de interação visto no filme lançado em 2002 e estrelado pelo ator Tom Cruise. Apenas assistindo ao vídeo para entender como essas novas tecnologias podem mudar nosso cotidiano.

Infelizmente algumas destas tecnologias ficam apenas nos projetos, como por exemplo, a interface Rino, já comentada por aqui.

30
set
O futuro tem nome: Design Emocional

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Se você é designer – e é bem provável que seja – celebre ao som de The World Is Mine, do DJ David Gueta. E, Stuart, essa é uma boa pedida para incluir em sua coletânea de músicas para levantar o astral na audição pela terça-feira de manhã.

Comemorando uma nova edição – a obra foi originalmente lançada em 2004 - “Design Emocional”, livro do psicólogo, engenheiro elétrico e professor de ciência da computação americano Donald Norman. A obra tem foco na relação do design com o universo das emoções, apresentando a nova tendência de consumo na qual o usuário atribuirá suas emoções diretamente aos objetos, mediante aos sentimentos gerados em suas experiências de utilização. Submersos na onda tecnológica do século XXI, os celulares são capazes de identificar tanto o amor de sua vida quanto um credor, causando alegria ou repulsa no consumidor. Nosso cérebro então, não separará o joio do trigo, ou seja, não atribuirá o sentimento ao designer que desenvolveu o celular ou ao gerente das Casas Bahia que ligou para você. O celular será alvo de sua raiva e você o jogará longe, como se ele fosse o culpado pela ligação ter sido detectada, recebida. Você fez a dívida, o celular que fique quietinho e não ouse contar a você que o boleto precisa ser pago, mesmo três semanas após o vencimento.

Esse impulso emocional relacionado diretamente ao objeto e não ao desenvolvedor explica o fato de você adorar seu fusquinha 1966 e não querer vendê-lo para ninguém, relacionando-o ao tapão que você deu no seu micro ontem por que ele não parava de travar. Isso também está relacionado ao fato de muitas pessoas ofenderem e pronunciarem termos obscenos para seus produtos recém-comprados, como se eles fossem um político corrupto ou juiz de futebol.

“Design Emocional” ainda contém uma série de produtos que intrigam e irritam o consumidor, além de ser uma manifesto contra os manuais de utilização, considerados arquiinimigos do design moderno. Segundo Norman, um design bem elaborado dispensa apresentações e bulas.

O autor ainda prega uma mudança do design, hoje centrado na tecnologia, para um terreno mais fértil, o do software dirigido ao humano: uma forma de profetizar a morte do computador como conhecemos hoje. Tudo se resumirá no uso do celular, categoria de produto que, além de ser apenas um instrumento de comunicação, é uma “ferramenta emocional”.

A conclusão de “Design Emocional” gira em torno da existência de produtos “usáveis”, mas nem sempre funcionais, prazerosos de usar. Norman é claro: a lógica pode ser um fator de decisão de consumo, mas objetos que causam emoções podem possibilitar uma evolução em nossa forma de trabalhar. Então tá.

Fonte: Este post apresenta referências à reportagem do Estado de São Paulo, publicada na página 14 do Caderno 2, de 17 de setembro de 2008.

31
jul
XSI 7 – Aula de 3D exclusiva

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Esta semana conheci o blog “Criativamente” e acabei encontrando um artigo que não poderia deixar de comentar. De acordo com eles, no começo desde mês a CGSociety (Sociedade dos Artistas Digitais) lançou uma matéria exclusiva sobre a nova versão do software 3D Softimage XSI.

Para quem não conhece, o XSI é um dos principais programas de criação em 3D, usado para filmes e games (entre eles a maioria dos jogos do Playstation 2). A divulgação da sétima edição do XSI, ocorreu em evento online apenas na CGSociety e contou com a apresentação de Marc Stevens, vice presidente da Softimage.

A vídeo aula apresentou, entre outras coisas, o ICE (Interactive Creative Environment), um sistema de programação visual multi-threaded que ajuda na criação de efeitos 3D mais complexos, como por exemplo, animação e interação de partículas (*suspiro – eu sei como é complicado mexer com partículas em 3D, e garanto que esse novo sistema pode ajudar muio).

Para os que dominam bem o inglês e já possuem uma noção do XSI, vale a pena conferir o evento (abaixo em vídeo) e conhecer algumas funcionalidade deste complexo programa.

31
jul
Portfolio – Novo site da Publicis Brasil

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Sempre escrevo sobre portfolios, porém desta vez este é especial (pois ainda não foi lançado oficialmente). Com exclusividade trago o novo portfolio da Publicis Brasil.

Só no primeiro semestre de 2008 o grupo Publicis obteve o crescimento de 5,4%, chegando a receita de US$ 3,5 bilhões. Com clientes como Nestlé, HP, Sony e outros gigantes, a agência é integrante do quarto maior grupo de propaganda do mundo. Só por isso o site da agência já merecia destaque aqui no Com limão, porém o que mais chama atenção é a qualidade absurda do portfolio.

Já havia visto sites de boas agências sem grandes novidades, mas o da Publicis Brasil inovou tanto na estética, quanto na navegação. Com uma interface leve e amigável, a paleta de cores reforça a identidade visual da agência, sem deixar o site pesado esteticamente. Uma brincadeira interessante é a possibilidade de trocar o fundo do site por diversas imagens diferentes. Vale a pena conferir e comparar com o site atual!

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11
jul
Novas fotos de Harry Potter e o Enigma do Príncipe

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Para os fãs de Harry Potter um presente. A Warner Bros. Divulga algumas fotos do novo filme de Harry Potter e o Enigma do Príncipe. A data prevista de estréia no país é dia 21 de novembro.

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Neste novo filme, enquanto Harry (Daniel Radcliffe) começa seu sexto ano em Hogwarts, Lorde Voldemort (Ralph Fiennes) espalha destruição por toda a Inglaterra e a pressão para derrotá-lo torna-se cada vez mais forte. Usando um antigo livro de poções que pertenceu ao “Príncipe Mestiço”, Harry aprofunda seus conhecimentos de magia e prepara-se para a batalha. Antes, porém, ele precisa ajudar Dumbledore (Michael Gambon) a descobrir o segredo da cruzada de Voldemort para conseguir a eternidade – os esconderijos de seus Horcruxes. Mas a busca pelos Horcruxes leva a uma batalha em Hogwarts, com um terrível desfecho, e Harry acredita que deve seguir sozinho para derrotar o Lorde das Trevas…

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3
jul
Hancock – Um super herói nada convencional

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Você já tentou ajudar uma pessoa e no final acabou piorando a situação? Este é exatamente o principal problema do personagem Hancock. Com pré-estréia marcada para hoje (o qual teremos o prazer de conferir em primeira mão!) o filme conta a história do herói interpretado por Will Smith, que acaba perdendo sua popularidade entre os cidadãos quando suas tentativas de resgate acabam tornando a cidade em um caos.

Baseado nas trapalhadas do herói, foi lançado o site “Hancock esteve aqui”, que incentiva as pessoas a enviarem fotomontagens e vídeos nos quais há uma situação na qual o personagem Hancock pioraria ao tentar ajudar.

Algumas críticas sobre o filme disseram que a história fica entre o humor e a ação. Vamos conferir e em breve dou o meu ponto de vista.


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