Com limãoCom limão

No ar desde setembro de 2006, o Com limão é um site especializado nas áreas de comunicação social e visual, escrito por uma equipe composta de profissionais do mercado mundial.

Entre em contato pelo e-mail: contato@comlimao.com
 
 
NewsletterNewsletter

Cadastre seu e-mail e receba nossas novidades.

 
 
Siga! @Comlimao
3964 seguidores
5610 mensagens

Fim de semana chegando e deu aquela vontade de comida japonesa? Aprenda como comer sushi: | ... continue lendo
 
Parceiros

 
Publicidade infantil – Proibir ou Liberar?

Na semana passada a publicidade infantil esteve em destaque, quando no dia 18 foi discutida por audiência pública em Brasília. A audiência debateu o projeto de lei nº 5921, do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB – PR), que propõe a proibição de propaganda voltada às crianças. Um dos principais alvos dos opositores desse tipo [...]

infantil_stuart

Na semana passada a publicidade infantil esteve em destaque, quando no dia 18 foi discutida por audiência pública em Brasília. A audiência debateu o projeto de lei nº 5921, do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB – PR), que propõe a proibição de propaganda voltada às crianças. Um dos principais alvos dos opositores desse tipo de publicidade é aquele direcionado à venda de bebidas e alimentos. Com isso mais uma vez a publicidade entre em pauta na capital federal.

Nessa situação o problema central a ser resolvido é até onde comerciais que induzem ao consumo de produtos infantis podem ser prejudiciais ao desenvolvimento de uma criança. Quando um “pimpolho” está na frente de uma TV, é claro que existe um fascínio tremendo quando trenzinhos apitam, rios de chocolates correm por bosques coloridos e bonequinhos engraçadinhos conversam com o “portento” (uma criança fofa e esperta).

Aí é só esperar para que o pequeno chegue perto do produto que viu em um mundo mágico para abrir o berreiro dizendo que se não comprar será a criança mais infeliz do mundo e que depois dos 25 anos não poderá mais ter filhos pelo trauma. É assim que órgãos defensores, psicólogos e superprotetores devem enxergar o mundo. Então cabe aos anunciantes educar a população mirim quanto ao tipo de alimentação que será consumida? Alguém concorda comigo que quem detém o poder de comprar ainda são os adultos?

Não nego o fato de que a publicidade fala diretamente com o povo e qualquer um está sujeito as suas idéias, mas acredito que nesse caso, o que mais vale é o bom senso de quem quer vender seu produto dosado com a educação dedicada pelos pais sob a supervisão do CONAR.

Não acho que devemos gritar na cabecinha em desenvolvimento de ninguém insinuando que só aquele produto que é bom. Mas minha infância passou pelo Bocão, da Royal, pelos comerciais do chiclete Ping Pong, pelas maravilhosas vilas de chocolate do Toddynho e por muito “Compre Baton” em minha mente. Hoje sou grandinha,feliz e muito obrigada.

Eu tive o privilégio de fazer minhas próprias escolhas. Ninguém me privou e me colocou em uma bolha de vidro e assim pude aprender o que é certo e o que é errado muito bem. Principalmente pude entender que nem tudo o que queremos podemos ter e a vida muitas vezes é feita de privações. Acredito que vale muito mais a pena educar os pais a manterem uma vida saudável para seus filhos do que obrigar os anunciantes a se calarem.

A publicidade deve se atentar a qualquer efeito que possa causar em crianças ou em qualquer outro nicho da população sim. Mas será que, por exemplo, quando balas, pirulitos e biscoitos pararem de serem vistos por esse público a obesidade infantil vai diminuir? Espero que se o projeto for aprovado isso realmente aconteça, para pelo menos justificar esses esforços. E que a Coca-Cola não venda mais para adultos com abelhinhas voando, porque as crianças podem se encontrar facilmente encantadas nessa felicidade aberta a todos.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
O Holocausto na Arte

Todos estão novamente falando de holocausto. No cinema, o Exterminador do Futuro novamente se prepara para destruir John Connor. Na vida real, os Norte-Coreanos rosnam para o resto do mundo, “ameaçando a paz mundial” com seus testes atômicos. Fiquei com um frio na barriga, quando em uma conversa escutei algo como: “o Japão terá que [...]

Akira

Todos estão novamente falando de holocausto. No cinema, o Exterminador do Futuro novamente se prepara para destruir John Connor. Na vida real, os Norte-Coreanos rosnam para o resto do mundo, “ameaçando a paz mundial” com seus testes atômicos. Fiquei com um frio na barriga, quando em uma conversa escutei algo como: “o Japão terá que enfrentar outra bomba atômica“.

Quem gosta de Matrix, deve ter visto o documentário no Animatrix, sobre o holocausto japonês, no qual o produtor dizia que o Japão era, de fato, o único país que poderia dizer-se pós apocalíptico, deixando isso marcado na educação do povo, para que todos lembrassem a gravidade de um comportamento inescrupuloso. Quem tem o costume de se envolver com cultura japonesa, deve ter ouvido falar que há 200 anos, o Japão era um país onde todos andavam a cavalo, usando uma espada na cintura. Não mais que de repente, um surto de evolução causado pela Revolução Industrial trouxe roupas ocidentais, barcos a vapor, metralhadoras e religiões novas. Quase 100 anos depois, o Japão enfrentou a retaliação americana da forma considerada, atualmente, mais desumana possível: As bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki. E isso ficou claramente impresso em todos os artistas que apareceram depois.

A própria difusão do mangá se deu por causa da falta de dinheiro que as pessoas tinham para se divertir, e em meio aos autores, na época, iniciantes, estava um homem chamado Keiji Nakazawa. Nakazawa é autor de uma das obras mais conhecidas sobre o holocausto japonês, o mangá Gen: Pés Descalços, que retrata de forma dura e marcante esse período turbulento. E junto com ele, milhares de outros, da época ou não, dividiram essa fissura com o desastre.

Aprendi ao longo dos anos que a arte é observação da própria realidade, e dentro disso, lembro do choque que foi a verossimilidade de Akira, um dos primeiros animês que assisti. O que me chamou atenção no trabalho da animação japonesa – não só a de Katsuhiro Otomo, mas num contexto geral – não foi apenas a  preocupação com a verossimilidade com a qual o artista tentava retratar a violência em seus trabalhos, por mais fictícios que fossem, mas a temática, que escapava do épico do bem e do mal, para a frieza da ação e da consequência.

Neste terreno, não somos necessariamente bons ou maus, mas sim, capazes de qualquer ato, por pior ou vil que fosse. Temas como em Ghost In The Shell, levavam o espectador a pensar em consequências do próprio desenvolvimento tecnológico, enfatizando o homem brincando de Deus. Na história, a tecnologia da inteligência artificial chega a um ponto, que os robôs agora são capazes de pensar por si sós e até de sentir… “Robôs teriam alma? E agora que foram criados, para onde iriam?”

Ghost In The Shell

E isso se extende a qualquer gênero, seja terror, como em “Panorama do Inferno” ou um live action de homens fantasiados de lagartos gigantes. A presença da figura do sádico destruidor, da catástrofe apocalíptica, ou mesmo, a herança da radiação, constantemente reavivada, como um grande gato escaldado.

Hoje, enfrentamos coisas como aquecimento global, desmatamento, e tudo isso já está surtindo efeitos em nós, que por algum motivo, ignoramos. Não é difícil,ter acesso à cultura, no Brasil, principalmente em cidades como São Paulo ou o Rio, e ainda assim, não é difícil também encontrar lixo espalhado nas ruas. Não é desculpa de rico. Tem rico jogando lixo e pobre educado se irritando com a atitude. A impressão que me dá, quando eu vejo tudo isso é que nos falta, hoje, uma sensação de perda. Temos um país deveras perfeito, em termos de natureza. Recursos abundantes… E ao mesmo tempo, a cultura nos foi construída por pessoas preocupadas apenas em usufruir, gastar, até a extinção, deixando o pepino sempre pro próximo, pro maior idiota, ou pra bola da vez.

Não é de se admirar que um povo, como o japonês, e tantos outros que tiveram essa transformação brusca, como os judeus, por exemplo, são povos reconhecidos pelo esforço e perícia, hoje em dia, em sobreviver. E acho que esse tipo de mensagem tem de ser ouvida. Muitos se preocupam tanto com a violência dentro desses trabalhos, como se eles fossem instigar as pessoas a gerar a violência, quando na verdade tá na cara que a mensagem é “olhe o que você é capaz de fazer, se não for responsável”. Acho que vale dar essa refletida e nisso, entender onde mora a consciência pessoal e social, antes de simplesmente empurrar o termo goela abaixo, e passar isso adiante.

Todos somos responsáveis pelo espaço onde estamos!

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Cobertura – Posse de Obama ao vivo na web

A semana está realmente badalada. Amanhã, bilhões de olhos estarão voltados para a posse de Barack Obama.
O Comitê de Inauguração Presidencial (grupo que cuida de absolutamente todos os assuntos da posse do novo presidente dos Estados Unidos) fechou um acordo com a Microsoft, e sua posse será transmitida na web via Silverlight.
Além do acordo com [...]

obama

A semana está realmente badalada. Amanhã, bilhões de olhos estarão voltados para a posse de Barack Obama.

O Comitê de Inauguração Presidencial (grupo que cuida de absolutamente todos os assuntos da posse do novo presidente dos Estados Unidos) fechou um acordo com a Microsoft, e sua posse será transmitida na web via Silverlight.

Além do acordo com a Microsoft, o grupo fechou parcerias com YouTube, Twitter e Flickr. Assim, quem não pode assistir a posse pela televisão, amanhã, terá a chance de acompanhar o discurso de Obama usando a internet.

Se você quer assistir e, assim como eu, o único jeito é pela web, terá de instalar o Silverlight (uma janela de download aparece quando você entra, se você ainda não o instalou). O download é bem rápido e a sua permanência no site depende disso.

A cobertura e os comentários desse grande acontecimento para a história mundial você vê aqui no Com Limão!

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Política – Nem com vudu…

Já vi muitas situações engraçadas e absurdas envolvendo políticos, porém o vereador Cláudio Roberto Insaurriag, integrante do Partido Verde de Pelotas, superou todas as bizarrices.
Conhecido pelo apelido de Cururu, o vereador praticou um ritual de exorcismo na Câmara de Vereadores após encontrarem bonecas dentro de pequenos caixões com fotos dos vereadores na última quinta-feira (15/01). [...]

vereador.jpg

Já vi muitas situações engraçadas e absurdas envolvendo políticos, porém o vereador Cláudio Roberto Insaurriag, integrante do Partido Verde de Pelotas, superou todas as bizarrices.

Conhecido pelo apelido de Cururu, o vereador praticou um ritual de exorcismo na Câmara de Vereadores após encontrarem bonecas dentro de pequenos caixões com fotos dos vereadores na última quinta-feira (15/01). Abaixo um trecho do vídeo em que o vereador “liberta” seus colegas do vudu.

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
O misterioso ataque ao Pentágono

O ataque ao Pentágono em 11/09 sempre atraiu a atenção das pessoas que acham que o 11/09 faz parte de uma teoria conspiratória. Eu particulamente nunca havia pensado nisso, mas confesso que depois de assistir o vídeo do site Pentagon Strike, começo a ter algumas dúvidas. São incríveis os detalhes apontados pelo vídeo, vale a [...]

O ataque ao Pentágono em 11/09 sempre atraiu a atenção das pessoas que acham que o 11/09 faz parte de uma teoria conspiratória. Eu particulamente nunca havia pensado nisso, mas confesso que depois de assistir o vídeo do site Pentagon Strike, começo a ter algumas dúvidas. São incríveis os detalhes apontados pelo vídeo, vale a pena assistir e tirar suas próprias conclusões

Avalie: 
Muito ruimRuimRegularBomMuito bom
Compartilhe:
 
Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos
Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

Tags: , , ,

Info: Empresa americana lança jaqueta com design simples que vira barraca e não exige montagem complexa
 
Fotografia & Ilustração

Alexa Meade – Como dar vida (literalmente) para pinturas sem tirar a textura do pincel

Mathieu Beaulieu – Um freelancer que se destaca na multidão

Matthew Scott – Ilustrações para adultos e crianças

IMP Awards – Os melhores cartazes do cinema e da televisão

Avanaut – A arte finlandesa de fotografar Legos na neve

El Cabriton y amigos – Camisetas criativas, uma por dia até o Natal!
   Páginas:   1  |  2     Próximo >