Posts Tagged ‘Portfolio’

8
jun
Portfolio – Nirrimi Joy Hakanson

nirrimi

Para ser um especialista em uma determinada atividade é necessário muito tempo de experiência? Muito relativo. Se você não concorda com a afirmação é porque ainda não conhece os trabalhos da australiana Nirrimi Joy Hakanson.

Essa fotógrafa de apenas 16 anos possui alguns trabalhos melhores que muitos profissionais com mais de anos de atuação na área. Suas fotos são ótimas do ponto de vista estético, isso sem contar na beleza da própria. Simplesmente fantástico!

2
jun
Portfolio – Entre o belo e o assustador

geoffray

Segurem-se nas cadeiras, pois o artigo sobre o portfolio de hoje será duplo! Sinceramente não consegui decidir qual dos dois fotógrafos mereciam um artigo primeiro, então decidi unir os dois em um texto só, já que um faz contraponto em relação ao trabalho do outro.

O primeiro não é indicado para as pessoas que tem medo de assombração, já que uma das séries do holandês Agnes Geoffray reúne várias fotos noturnas ao melhor estilo “Bruxa de Blair”. Entre bosques desertos e casas antigas, em cada clique de Geoffray você fica procurando aquele fantasma camarada no canto da imagem.

Já os trabalhos apresentados no site de Mary Rozzi trazem as séries Fashion e Beauty, o oposto de Geoffray, com belas fotos de estúdio e externas, porém todas muito claras e objetivas.

mary_rozzi

28
mai
Portfolio – Mikaël Aguirre

donald

Em ritmo de E3, trago para o Com limão o portfolio do francês Mikaël Aguirre. Estudante de cinema e ilustrador “por hobby”, Aguirre possui trabalhos fantásticos com pintura digital, porém o grande destaque é uma série de releituras de games (muito deles da década de 90).

Recriando cena de jogos consagrados, Aguirre coloca personagens como Sonic, Mario, Mickey e outros em painéis que são verdadeiras obras primas para os fãs gamemaníacos.

Sempre usando o Photoshop como base e como linguagem visual alguns efeitos que lembram muito pinturas em aquarela, o portfolio de Aguirre no deviantart é uma ótima dica para quem está buscando referências que usam este estilo visual.

mario

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25
mai
Casa de Bonecas: O Portfolio de Isabelle Ribeiro

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As crianças assustadas com as tenebrosas histórias do Homem do Saco e do Monstro Debaixo da Cama, cresceram. Crescidas, resolveram contar as histórias para as outras crianças crescidas… A banda The Birthday Massacre que eu aprendi a curtir pra caramba, tem essa premissa: Levar para o lado da música com mixagens de sons que lembram o famoso industrial, com um toque da nostalgia dos videogames, a nostalgia da infância que tentamos esquecer em um lugar onde tudo remete aos seus medos obscuros – algumas letras realmente assustam, se você pensar com a mente infantil. Uma lembrança dos medos que você não superou, mas aprendeu a bloquear. E pesquisando esses caras, dei de cara com outra artista, que me encheu os olhos com seu trabalho. Falo da fotógrafa deles, Isabelle Ribeiro.

Por ironia do destino, descobri que era uma brasileira, e pelo próprio vínculo, corri a trocar uma idéia com esta interessantíssima pessoa, pra trazer pra vocês um pouco do mundo de quem trabalha com fotografia, especialmente em se tratando de fotografar bandas. Então, sem mais demoras, apresento-lhes Isabelle Ribeiro e suas bonecas!

D.: Nome Inteiro e idade.

Isabelle: Isabelle Hashem Ribeiro, 24 anos.

D.: Então, minha filha. Não escrevi nada, porque eu quero que seja uma entrevista dinâmica…

Isabelle: Oba, legal. Gosto mais assim!

D.: Acho que a gente tem que começar mencionando seu trabalho, mas em cima da sua formação… O que você viu nas fotos? Do tipo, qual foi o dia em que você encanou de ser fotógrafa?

Isabelle: Bom, eu fiz faculdade de artes. E num dos semestres, tive que fazer uma aula pra conseguir mais créditos. Resolvi pegar fotografia, por falta do que fazer. Nisso eu acabei me apaixonando. Acho que o fato de você segurar uma câmera e ter total controle sobre o restultado final da imagem criada… isso me atraiu!

D.: E depois resolveu viver disso? Teve alguém que te incentivou, te apadrinhou ou foi uma coisa mais sua?

Isabelle: Minha família sempre me incentivou. Meu pai principalmente. Ele me deu meu primeiro kit de luzes, na época nem sabia usar direito. Mas nisso fui aprendendo, e nesses últimos dois anos comecei a expor fotos em galerias e também comecei a fazer retratos para conhecidos. Resolvi desistir de um emprego normal!

D.:Muita gente tem essa dificuldade em entender a diferença de tentar uma carreira num negócio dito “incerto” como a arte.  Muita gente tem muita vontade de sair do emprego para escrever, pintar, desenhar, atuar, e não sai porque tem esse senso de que arte não dá dinheiro. Qual a sua posição nesse quesito?

Isabelle: Em parte isso é verdade. Imagino que como ilustrador você também saiba como é difícil! Eu acho que na área da fotografia, as coisas são um pouco mais fáceis comercialmente. O segredo é saber fazer seu próprio marketing, saber se promover. Conseguir lucrar com o aspecto ‘artístico’ da fotografia é bem mais difícil. Já participei de inúmeras exposições, mas até agora só gastei, nada de lucro. Por isso resolvi explorar também a fotografia comercial.

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D.: Você trabalhou recentemente com a banda The Birthday Massacre, que está começando a ficar bem conhecida pelo mundo afora. Aqui no Brasil, ela é um pouco mais underground, mas conheço muitos fãs… Fiquei surpreso ao descobrir que eles tinham uma fotógrafa brasileira… como se deu esse primeiro encontro? Você já tinha contato, ou foi algo que você buscou na “caruda”?

Isabelle: Eu definitivamente busquei na “caruda”. Eu era fã da banda faz um tempo (desde que ouvi Video Kid). Quando soube que eles viriam aqui pra Orlando em turnê, fui atrás do manager dos caras, mandei e-mail e ofereci uma sessão de fotos. Para minha surpresa, ele me respondeu, e disse que a banda gostou do meu trabalho (e nessa hora eu provavelmente tive um mini-derrame). Marcamos a data para o dia do show mesmo, e como eles estavam com pouco tempo, fizemos as fotos no próprio lugar do show. Levei minhas luzes e arrastei uma amiga pra ser minha assistente…e em meia hora fizemos as fotos!

D.: E como é trabalhar com uma banda? Digo, o seu trabalho tem uma responsabilidade bem maior, quando o cliente é mais pesado. Como foi a relação?

Isabelle: Eu já havia trabalhado com bandas antes, mas nesse caso foi um pouco mais assustador por serem uma banda internacional que, mesmo sendo um tanto underground, tem muitos fãs. Fiquei um pouco nervosa antes da sessão de fotos, mas no final das contas, os caras foram super pé-no-chão, simpáticos, e profissionais. Fotografar bandas é muito mais divertido pois eles se divertem e isso gera fotos bem legais!

D.: QUE MASSA! Então você já fez com outras bandas? Alguma conhecida aqui no Brasil, para os eventuais fãs?

Isabelle: Já trabalhei com uma banda local de metal chamada Ring of Scars. Pra quem curte esse tipo de som, recomendo! Também já trabalhei com uma banda chamada Antifaz, eles tem um som muito legal, inclusive com uma influência brasileira!
D.: Que show! No quesito do trabalho pessoal, uma coisa que me chamou muita atenção, bem como a de muitos outros, foi seu trabalho com bonecas… Achei muito original a forma com a qual você fotografa elas. Qual a influência que você recebeu para conceber esse trabalho?

Isabelle: Eu tenho um histórico bem emocional com meus bonecos. Estava passando por uma fase muito chata de depressão e ansiedade, quando vi um desses bonecos na internet. Pesquisei e resolvi colecionar. Na época, também comecei a fazer aulas de fotografia, e uma coisa levou a outra. Meus bonecos foram meus ‘modelos’ para as fotos. Quando eu faço fotos dos bonecos, eu estou em total controle: controlo o ambiente, a posição, a roupa, os cabelos, os olhos, a luz. Eu acho que as fotos que faço dos bonecos são sobre CONTROLE, pois é algo que eu não tinha na minha própria vida. Elas representam o que eu passei, nos momentos de escuridão,e  nos momentos mais leves.

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D.: Acho que a música, o teatro e o desenho são partes importantes na fotografia. Em quais mestres você se baseia para estudar?

Isabelle: Definitivamente acho que outros tipos de arte inspiram minha fotografia! Sou fã de Mark Ryden, Trevor Brown, Ray Caesar… claro que também sou fã de fotógrafos, como Erwin Olaf, Elena Dorfman, e Jill Greenberg.

D.: Alguma experiência única pra passar para os estudantes, fãs e observadores interessados?

Isabelle : Olha, eu vou falar de uma experiência que me incentivou à não desistir de tentar uma carreira como fotógrafa: Certo dia fui chamada pra uma entrevista de emprego, e o título era ‘fotógrafa’. Fui lá toda animada, não sabia ainda os detalhes. Quando cheguei no lugar, o cara me falou que o trampo era ficar na frente de um restaurante, segurando PAPAGAIOS, e tirando foto de turistas com os papagaios. Para finalizar com chave de ouro, o cara ainda me fala ‘Mas você é brasileira, deve ter visto vários papagaios já!’. Conclusão: saí de lá sem nunca mais olhar pra trás. Naquele dia decidi que iria fazer o máximo pra ter sucesso como profissional freelancer, e que eu não ia trabalhar pra estúdios ridículos ou restaurantes absurdos que tem papagaios. Não desistam!

Quem curtiu a entrevista, curte a banda ou os trabalhos dessa fantástica fotógrafa, pode também segui-la no Twitter!

marg

14
mai
Três vezes Toy Story

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Talvez eu esteja atrasada com as informações, mas se você é fã de animação e não sabe das novidades sobre Toy Story sugiro que pegue a bombinha de ar ou o saco de pão para poder respirar.

Depois de dez anos esperando, nós teremos o Toy Story 3. E em 3-D!

A animação da parceria entre a Walt Disney Pictures e a Pixar será dirigida por Lee Unkrich (co-diretor de Toy Story 2 e Procurando Nemo), e tem seu lançamento previsto para 18 de junho de 2010.

Para “comemorar” a volta das aventuras de Woody, Buzz Lightyear, Jessie, Sr. Cabeça de Batata, Rex, Slinky, Porquinho e afins, para alegria de todos os fãs de Toy Story, os dois primeiros filmes voltarão ao cinema (Toy Story em outubro de 2009, e Toy Story 2 em fevereiro de 2010) também em 3-D.

Com certeza, é o que muitos esperam há um bom tempo. Agora se você não quer esperar até 2010 para ver algumas novidades, basta dar uma pequena olhada no portfolio do ilustrador/designer canadense Shane Zalvin e conferir alguns desenhos feitos (mas não aprovados) para o novo filme da Disney. E que venha Toy Story 3!

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12
mai
Portfolio – Dsone Club

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O portfolio mais adulto que já apareceu no Com limão não possui um trabalho se quer voltado ao erotismo, pelo contrário o próprio site da agência é uma grande brincadeira com o imaginário sexual dos clientes e visitantes.

Com um tom bem ousado, a agência carioca Ds|One Club transformou o seu portfolio em um grande bordel online. Logo ao entrar na primeira página você já é surpreendido com as seguintes perguntar: “Você é ousado e gosta de entrar com tudo?” e “Você é dominadora e gosta de estar por cima?”.

Opções que nos levam para a versão masculina e feminina do site, que apresentam características distintas dos mesmos serviços.

Claro que toda esta apresentação não valeria a pena se não houvesse trabalhos de qualidade no portfolio, que entre os diversos cases, conta com ações como a viralização da série 9mm, da Fox, e parte da campanha do filme Batman: O cavaleiro das trevas.

Vale a pena entrar, conhecer os serviços mais ousados e de tabela deixar seus seus amigos(as) achando que você está acessando um site pornô em plena hora do expediente.

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11
mai
As celebridades de David O’Keefe

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David O’Keefe pode ser o pesadelo das celebridades, mas tanto nas esculturas, quanto nas pinturas exageradas, o caricaturista manda muito bem. Vale a pena corferir seu trabalho.

11
mai
Portfolio – Valérie Morignat

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Se existe uma pessoa que tem respeito para trabalhar com fotografia focando a parte estética, esta é a francesa Valérie Morignat. Nascida em New Calendonia, graduada em Sorbonne e Ph.D em Belas Artes e Ciência das Artes, Morignat já expôs seu trabalho por diversas exibições pelo mundo.

O portfolio de Morignat pode parecer simples, afinal são poucos os trabalhos que ela coloca em seu site, porém basta olhar ensaios como “Miracle Forever” ou “Angels” para ver a qualidade dos trabalhos desta fantástica fotógrafa e suas imagens debaixo d’água.

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7
mai
Entre o Blaster e o Phaser: O portfolio de Ryan Church

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Parece que no mundo cético de hoje, há uma tendência às pessoas acreditarem que tudo é uma questão de circunstância, e a explicação do acaso se abstrai ao destino… Semana passada, estava eu procurando pela presente pauta, sem saber realmente o que escrever. Não sou um cara fechado, gosto de falar do que me vem à telha, mas seguindo o que meu professor na faculdade dizia, você tem que agradar o público, ou seja, vossas senhorias.

Estava conversando com o Victor sobre o que escreveria esta semana, já que Wolverine está no auge das badalações. Pensei em lembrar de Star Wars, já que tivemos o Star Wars Day, mas não foi uma coisa tão explodida a ponto de todos ficarem um mês dizendo o quanto foi legal, o que me desanimou. Aí, com sua paciência de sempre, o ilustre editor-chefe menciona Star Trek. Eu particularmente gosto de Jornada nas Estrelas, mas estou esperando pouco do filme, já que pelos trailers, ele aparenta ter mais cara de filme de ação, ao invés do já conhecido parêntese envolvendo psicologia e filosofia, o que também me desanimou, para a frustração de todos. Assim, eu, em meus devaneios de hora de almoço, resolvi garimpar mais coisas de internet pra falar, e resolvi voltar às origens, parando no site de um Concept Artist, chamado Ryan Church… E foi aí que eu resolvi dar o braço a torcer às ironias do destino.

Primeiro. Vocês sabem quem é esta ilustre pessoa? Ryan Church não é ninguém menos que um dos cabeças do departamento de arte no Rancho Skywalker. Em seu extenso currículo, passou por filmes como Star Wars – duuh –, Guerra dos Mundos, Transformers, e mais recentemente, adivinhem… Star Trek!

Um cara centrado, Church leva a o trabalho de ajudar a explicar uma história por meio de suas ambientações a um novo nível. Com trabalhos caracterizados mais especificamente em cenografia e veículos, seu currículo ficou extenso, aparecendo em muitos filmes e jogos famosos, como Battle For MiddleEarth II, onde em cada fase – no início e no fim –, suas pinturas aparecem com as narrativas da história, logo depois transformando-se animações 3D, dando uma linguagem única ao jogo, que merece aplausos para sua época, pela cuidadosa produção.

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Church é simples, mas talentoso. Diz ele, em uma curta biografia em seu site, que sua paixão começou cedo, porque ele adorava dinossauros. O pai dele, observando o filho aos 5, 6 anos desenhando-os por toda parte, resolveu ensiná-lo a fazê-los de forma mais coerente para que pudesse criar seus próprios livrinhos.  Anos depois, ao fim de seu colegial, foi estudar na UCLA dizendo visar algo seguro para sua vida em termos de formação, mas à noite, estudava um curso de arte no Art Center College of Design.

A mencionada influência do pai é visível em seu trabalho. Seu foco foi sempre manter ao máximo a visão e a verossimidade afiadas, e por isso se especializou, não só no âmbito da ilustração, mas tentou absorver ao máximo o desenho industrial e a perspectiva, para que assim, pudesse mesclar o técnico ao artístico em veículos e ambientações. Seu interesse por Design de Entretenimento o garantiu, ao fim da faculdade, um emprego na Walt Disney Imagineering. O verdadeiro ápice, porém, chegou quando foi contratado pela Industrial Light + Magic de George Lucas. Trabalhando como supervisor do departamento de Arte, Church ficou famoso entre os concept artists no mundo inteiro, até hoje sendo procurado e citado em muitos trabalhos grandes, como os descritos acima. Em 2003, juntou-se a Alex Alvarez da Gnomon School of Visual Effects – uma escola, da qual eu vou dedicar um post inteiro pra falar – para criar DVDs explicativos, onde ele ensina não a forma de usar programas, mas seus critérios e técnicas no dia-a-dia.

Particularmente, Church é um favorito meu, por esse mesmo motivo, no qual a visão de um artista mesclada à sua técnica e dedicação são muito mais importantes do que possuir um programa avançado ou um computador de ponta. E quem é fã de Star Wars vai poder conferir não só o que estou dizendo em primeira mão, mas o de muitos outros talentosos artistas de seu time, nos livros “The Art Of Star Wars II: The Attack Of The Clones”  e “The Art Of Star Wars III: The Revenge Of The Sith”, disponíveis em megastores e superlivrarias pelo país. Quem preferir, também pode visitar seu portfolio online.

Ryan Church é uma excelente referência, sempre, para modeladores e ilustradores, e um perfeito ponto de partida para quem gosta de ilustração e quer seguir carreira.

Ah sim… ele vende DVDs com aulas e Prints de suas obras em seu site, então se algum de vocês baba como eu nos trabalhos desse cara, aproveitem.

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5
mai
Portfolio – Alessandro Barbucci

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Quem conhece apenas os traços suaves e femininos da série Witch, aqui no Brasil com o sub-título “As bruxinhas”, não sabe como o ilustrador Alessandro Barbucci pode tratar temas sensuais e violentos.

O italiano que começou trabalhando na Disney e mantem seus traços suaves até hoje, possui trabalhos (que na minha opinião) são muito mais complexos e experimentais que a série Witch.

Um dos exemplos é série Sky Doll, que em parceria com Barbara Canepa, a colorista de Witch, e distribuído pela Marvel, mostra uma história adulta que mescla temas como ficção científica e religião.

Além da série publicada na França, Barbucci possui um portfolio de dar inveja para alguns ilustradores. Vale destacar os rascunhos presentes em seu blog, que mostram o processo de criação dos projetos.

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alessandro_barbucci


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