Posts Tagged ‘série’

14
mai
9mm São Paulo – A vida por alguns fios (literalmente)

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Quem passou pelo centro velho de São Paulo na tarde de ontem se deparou com um rapaz, pendurado a 120 metros do chão, andando de bicicleta por um fio. A ação, criada pela SantaClara Nitro para divulgar o lançamento da nova temporada da série 9mm São Paulo, levou um dos irmãos Fratelli, os únicos acrobatas brasileiros a fazerem travessias nas alturas, atravessar o Vale do Anhangabaú e chamou a atenção dos pedestres.

Seguindo o conceito “a vida por um fio”, a ação foi completada por pessoas usando camisetas com o seguinte texto: “O risco que a gente corre nas ruas é maior do que o dele” (fazendo uma alusão ao risco de andar na corda bamba e a violência do nosso cotidiano.

Para quem nunca assistiu, a série 9mm São Paulo conta o cotidiano do departamento de homicídios de São Paulo bem ao estilo CSI misturado com The Shield.

Cheguei a acompanhar de perto o lançamento da série, pois uma das localizações onde acontecem as gravações é a escola técnica Carlos de Campos (onde algum dos integrantes do Com limão já estudaram). Confesso que cheguei a falar “mais um série brasileira…” O velho e péssimo costume de ser preconceituoso com produções brasileiras. Por sorte fui teimoso e assisti aos primeiros capítulos e até hoje acompanho pelo canal Fox.

Antes de finalizar e deixar essa dica de série para vocês, gostaria de ressaltar duas curiosidades sobre a 9mm. A primeira é sobre o prédio da escola que citei acima, que na série é o hospital e a delegacia, ele é tombado patrimônio histórico da cidade e possui uma arquitetura riquíssima, sem contar que é uma ótima dica para quem procura um bom curso técnico em design gráfico e moda.

Já a segunda são os webisodios, que estão no site da série e complementam os episódios da tv, algo bem parecido como o que Lost já fez e tem se tornado frequente nas séries atuais.

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11
mai
O dia em que Spock quebrou as garras de Wolverine

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Wolverine pode estar roendo as garras de adamantium neste exato momento: chegou a vez de Star Trek varrer e voar pelas telas do circuito nacional. E, sejamos honestos: embora já tivesse visto o trailer do filme baseado na cultuada série Jornada da Estrelas, mais uma vez caminhei cético até o cinema, esperando um lance meio O dia em que a Terra parou (ficção científica com uma fotografia legal, mas com enredo desatualizado, ingênuo e irrelevante em relação ao que ocorre na atualidade tecnológica, no frescor pós-moderno do século XXI).

Ledo engano. Com Star Trek, o diretor J.J. Abrams tem a chance de, ao lado de outro grande nome, Christopher Nolan (responsável por Batman Begins e Cavaleiro das Trevas) reacender a chama da indústria hollywoodiana, trazendo de volta a expectativa e frisson em torno dos lançamentos cinematográficos. É o que a crítica especializada vem falando. E há indícios que ela está certa.

Como sou amigo de vocês, preciso conter minha empolgação e ser ponderado em meus comentários, para não ser um Zé-Bombinha que estraga sua diversão. Mas escute o Kadu: Star Trek tem uma linha de diversão de primeira: aventura de tirar o fôlego, origens contadas de forma convincente, personagens diversificados e todos muito bem aproveitados, além de um enredo que trata da relação presente-passado-futuro, que o torna diferenciado, de uma proposta ímpar. É o tipo de filme que não permite 1 segundo de distração, tamanha a velocidade, ação e construção dos eventos que acontecem de forma atemporal, ora regados com comicidade, ora com ação e efeitos especiais de proporções siderais, literalmente falando.

Star Trek une a tríade do tempo paralelo presente-passado-futuro não somente nas telas, mas também na escalação do elenco: Leonard Nimoy, que interpretou o icônico Spock na década de 60, aparece no filme para uma participação vital em toda a trama. É fascinante ver o paralelo criativo feito para um Spock interpretado por Nimoy e Zachary Quinto em uma captação de toda a essência de um personagem em um único filme. E eu preciso parar por aqui, mas imaginem só o que esse tipo de perspectiva pode impactar de forma triunfal nas telonas.

Sim, a história principal tem foco no momento em que o porra-louca do jovem Kirk torna-se o confiante capitão da nave Enterprise e o dilema de Spock em ser meio-vulcano e meio-humano permeia sua personalidade apuradamente lógica, mas desprovida de sensibilidade,  permite-nos estabelecer uma viagem a psique do personagem. Mas os tripulantes da nave que protege os planetas que compõem a Federação mostram seu poder e individualidade que roubam a cena várias vezes.

Sulu, que tem traços orientais, revela-se um espadachim intergaláctico (sempre quis escrever isso!), Uhura, uma bela negra tem conhecimentos em xenolinguística (deveria ser proibido estes termos dificílimos de escrever) garante um triangulo amoroso a bordo e Chekov – o russo que tem um inglês engraçado – torna-se expert em tele-transporte. E esse universo fascinante de personagens ainda conta com McCoy, Scott e por aí vai. Alguém aí com saudades de Watchmen?

A ameaça espacial atende pelo nome de Narada, a nave assustadoramente gigante e dotada de matéria vermelha (não falo nem sob tortura intergaláctica o que é), comandada pelo Capitão Nero, um ser perturbado de origem romulana que age de forma independente, evocando uma espécie de pirata espacial vingativo no vasto universo. Para quem gosta de referências, a lembrança do imperador louco Nero que incendiou Roma está aqui. Acredite: o capitão Nero é interpretado pelo ator que fez o primeiro Hulk, Eric Bana. Irreconhecível, misterioso e ameaçador.

Star Trek cumpre a missão de tornar a série que já estava começando a ficar abatida em um produto de “vida longa e próspera” revigorado que permite várias sequências, ameaça e desafia a performance dos próximos filmes que estão por vir (Transformers 2 e G.I. Joe) e pode abreviar a temporada de Wolverine nas salas de cinema. Se você está em busca de uma aventura de grandeza espacial, embarque na Enterprise de Star Trek. E ao voltar do espaço, deixe suas impressões e comentários aqui depois. Vida longa e próspera a todos vocês.

24
set
Locaweb – O que que é isso? 2° Temporada

Alguns de vocês devem lembrar que no começo do mês passado escrevi um post sobre a série “O que que é isso?“, da Locaweb. Na época a série estava terminando a primeira temporada e, após uma pequena pausa, agora voltou com a segunda e última temporada.

Para quem não lembra, a mega produção foi feita pela O2 Filmes, com criação de Zuza Tuminambá e direção de Rodrigo Meirelles. Nos diálogos, Adriana Falcão, roteirista da fantástica série “A Grande Família”, marca presença.

Uma observação interessante sobre a segunda temporada, o site foi reformulado e ganhou novas áreas como, por exemplo, a ficha de cada personagem. Ótima campanha da Locaweb!

28
ago
Alice – E não é no País das Maravilhas

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Esse post teve como grande marca a coincidência. Justo no dia em que fui fazer uma pequena visita aos meus amigos da ESPM, estava acontecendo uma ação que distribuia pen drives na faculdade. Coincidência ou perseguição, no mesmo dia acabei acessando (por acaso) o site do foco principal da ação.

Ainda sem saber direito o que era Alice, esta semana fui convidado a conhecer. A nova série da HBO, feita pelo diretor cearense Karim Aïnouz, já inicia sua jornada com um investimento de 13 milhões de reais, cerca de um milhão por episódio. Este investimento não tem sido nada comparado ao de publicidade.

Após a distribuição dos pen drives, fiquei sabendo que foi criado uma divertida interação com os usuários, via o msn alice@encantada.tv, onde a personagem divulga novidades sobre a série diariamente. A ação não para por aí, os interessados em saber mais poderão receber sms no próprio celular assim que “Alice chegar na cidade paulista”.

Apesar do tema focar muito na cidade de São Paulo, um fato que tem tornado-se frequente na HBO, a série promete ser muito boa. Ainda não posso adiantar muito sobre a série, mas posso adiantar que ela promete ser polêmica e contará com convidados ilustres como, por exemplo, José Mojica, o Zé do Caixão.

15
ago
Star Wars: The Clone Wars – Review

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Como havia prometido via twitter, ontem fui conferir o mais novo filme da série Star Wars. Diferente dos demais filmes, Star Wars: The Clone Wars é a primeira animação produzida pela Lucasfilm Animation.

Inteiramente em 3D, para quem não sabe, o novo filme dará continuidade a série televisiva, criada por Genndy Tartakovsky (Samurai Jack) para o Cartoon Network, e conta a história entre os longas “O Ataque dos Clones” e “A Vingança dos Sith”. A série deve continuar entre os meses de setembro e outubro deste ano nos EUA, já no Cartoon brasileiro não existe previsão de estréia.

Como bom fã da marca de George Lucas, não poderia deixar a ansiedade de lado. Infelizmente para a minha decepção, e de muitos que assistiram, o filme é bem fraco. Visualmente é um ótimo filme, com uma ótima modelagem e ambientação em 3D, mas o seu grande pecado é o enredo.

Alguns podem falar “mas como assim?”. Simples, o fato de focar em temas pouco ligados a história central e por ser uma ponte entre os filmes e a série animada, a animação acaba não tendo nem começo e/ou fim. Para resumir a história e não criar spoilers (contar pontos importantes), o filme foca na história do jovem Anakin Skywalker, que recebe a missão especial de treinar sua padawan, Ahsoka Tano (que aparece nos filmes apenas em flashs de memória), e juntos resgatas o filho de Jabba, o poderoso gângster no planeta Tatooine.

8
ago
Locaweb – O que que é isso?

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Esse mês uma das maiores empresas da internet brasileira completa 10 anos de existência. Sempre inovando, desta vez a Locaweb lança a primeira websérie brasileira, entitulada “O que que é isso?“.

Ainda em fase inicial, a série terá oito capítulos atualizados semanalmente, com episódios de três a cinco minutos de duração, e contará com uma mega produção feita pela O2 Filmes, com criação de Zuza Tuminambá e direção de Rodrigo Meirelles. Nos diálogos, a grande surpresa, Adriana Falcão, roteirista de “A Grande Família”.

Contando de forma bem humorada a história de uma empresa que está conhecendo as facilidades do mundo tecnológico, a série já está no seu 7º episódio e o próximo sai dia 15 deste mês, fechando assim a primeira temporada. Para os que ainda não conheciam a série, vale a pena assistir o primeiro capítulo no final do post.

De acordo com Victor Sebastian, gerente de marketing da Locaweb, “Nosso objetivo é mostrar como as atividades rotineiras de trabalho podem ser bem mais práticas com o uso da internet”. Na minha opinião não sei se ela tornam-se mais práticas, mas engraçadas sim.

20
jun
Puf! – Uma novidade audaciosa

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Quem acompanha o Com limão ou me conhece sabe que sou fã de desenho animado. Uma série que acompanho sempre que posso são “Os Padrinhos Mágicos”. Criado por Butch Hartman, o desenho, que apesar de ter tema infantil, possui piadas e referências que apenas alguns adultos entendem.

Lendo o blog do Guilherme Briggs, dublador brasileiro com fantásticos trabalhos, entre eles a voz do engraçadíssimo personagem Cosmo (ou será que não?), fiquei sabendo que a nova temporada do desenho trará uma grande novidade.

De acordo com o próprio Briggs, Cosmo e Wanda (casal de fadas do desenho) terá um bebê. O que poderia ser um simples episódio, pode tornar-se uma ação arriscada, já que será introduzido um novo personagem na série já cultuada por muitos fãs, compostos de várias idades (entre eles, crianças e adultos).

Na história, o bebê Puf! nasce de dentro da barriga do personagem Cosmo(!), ao invés da Wanda, e será o primeiro bebê a nascer no mundo das fadas depois de 10 mil anos.

Os novos capítulos devem estrear em breve na Nickelodeon, canal da tv paga, e o elenco de dubladores continua com Briggs no time.

30
mai
Mina e Lisa – Cultura nipo brasileira

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Quem assiste ao primeiro vídeo da série Mina e Lisa – Garotas procuram garotos, criada pelo diretor e videomaker Hélio Ishii, pode achar que não passa de um vídeo “teen”, porém quem não acompanhar os episódios seguintes pode se arrepender.

Com produção do Núcleo Virgulino, que tem como objetivo a reflexão sobre a produção e difusão audiovisual e artística, a série apresenta temas que vão desde o simples conflito sexual da adolescência até os problemas dos imigrantes nipo brasileiros que vão tentar a sorte em terras orientais.

Como fui curioso (e sortudo) continuei assistindo a série até o 15° episódio e descobri que neste ponto a trama muda totalmente. Com um SHOW de atuação das atrizes Liana Naomi (Mina) e Evelyn Matsuoka (Lisa), que merecem um grande destaque pelo ótimo trabalho.

A discussão apresentada no curta sobre a luta de brasileiros que vão tentar a vida no Japão é totalmente atual e merece ser lembrada, ainda mais este ano, onde comemoramos o centenário da imigração japonesa no Brasil.

Ainda merecem destaque a ótima produção (câmera, fotografia, direção, etc) e as músicas da cantora Haikaa. Vale a pena assistir a série, que conta com vídeos de cerca de 3-4 minutos, e está na 22° edição.

17
abr
Muito sangue em ação publicitária

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Imagina você entrando em um banheiro de balada onde o local está iluminado apenas por uma luz negra e com as paredes cheias de manchas de sangue.

Seu primeiro pensamento foi sair correndo? Não precisa se apavorar. Esta é apenas a ambientação feita para divulgar o canal 13th Street. Criado pela agência alemã Jung von Matt, a ambientação assustadora foi feita em uma balada de Hamburgo e funciona da seguinte maneira: Ao entrar no banheiro, as luzes se apagam suavemente, sendo substituídas pela luz negra e, em poucos segundos, você está no meio da cena do crime.

Para finalizar o ambiente, pode-se ler a seguinte mensagem no espelho: “Você vê o que os outros não vê? 13th Street. O canal de ação e suspense.

Na minha opinião, é uma das ambientações e publicidade mais criativa que já vi. Gostaria muito de conhecer de perto a ação.

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16
fev
Download de filmes e seriados

O IsFree é um portal muito bem organizado e elaborado onde é possível baixar filmes e seriados. Vale a pena dar uma conferida, resta saber até quando o site ficará no ar, afinal pirataria é crime previsto pela lei 10.695 de 01/07/2003 e a grande maioria das pessoas que acessam a internet hoje, no Brasil, não faz download de nenhum material protegido por direitos autorais.


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