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O dia em que Spock quebrou as garras de Wolverine

Wolverine pode estar roendo as garras de adamantium neste exato momento: chegou a vez de Star Trek varrer e voar pelas telas do circuito nacional. E, sejamos honestos: embora já tivesse visto o trailer do filme baseado na cultuada série Jornada da Estrelas, mais uma vez caminhei cético até o cinema, esperando um lance meio [...]

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Wolverine pode estar roendo as garras de adamantium neste exato momento: chegou a vez de Star Trek varrer e voar pelas telas do circuito nacional. E, sejamos honestos: embora já tivesse visto o trailer do filme baseado na cultuada série Jornada da Estrelas, mais uma vez caminhei cético até o cinema, esperando um lance meio O dia em que a Terra parou (ficção científica com uma fotografia legal, mas com enredo desatualizado, ingênuo e irrelevante em relação ao que ocorre na atualidade tecnológica, no frescor pós-moderno do século XXI).

Ledo engano. Com Star Trek, o diretor J.J. Abrams tem a chance de, ao lado de outro grande nome, Christopher Nolan (responsável por Batman Begins e Cavaleiro das Trevas) reacender a chama da indústria hollywoodiana, trazendo de volta a expectativa e frisson em torno dos lançamentos cinematográficos. É o que a crítica especializada vem falando. E há indícios que ela está certa.

Como sou amigo de vocês, preciso conter minha empolgação e ser ponderado em meus comentários, para não ser um Zé-Bombinha que estraga sua diversão. Mas escute o Kadu: Star Trek tem uma linha de diversão de primeira: aventura de tirar o fôlego, origens contadas de forma convincente, personagens diversificados e todos muito bem aproveitados, além de um enredo que trata da relação presente-passado-futuro, que o torna diferenciado, de uma proposta ímpar. É o tipo de filme que não permite 1 segundo de distração, tamanha a velocidade, ação e construção dos eventos que acontecem de forma atemporal, ora regados com comicidade, ora com ação e efeitos especiais de proporções siderais, literalmente falando.

Star Trek une a tríade do tempo paralelo presente-passado-futuro não somente nas telas, mas também na escalação do elenco: Leonard Nimoy, que interpretou o icônico Spock na década de 60, aparece no filme para uma participação vital em toda a trama. É fascinante ver o paralelo criativo feito para um Spock interpretado por Nimoy e Zachary Quinto em uma captação de toda a essência de um personagem em um único filme. E eu preciso parar por aqui, mas imaginem só o que esse tipo de perspectiva pode impactar de forma triunfal nas telonas.

Sim, a história principal tem foco no momento em que o porra-louca do jovem Kirk torna-se o confiante capitão da nave Enterprise e o dilema de Spock em ser meio-vulcano e meio-humano permeia sua personalidade apuradamente lógica, mas desprovida de sensibilidade,  permite-nos estabelecer uma viagem a psique do personagem. Mas os tripulantes da nave que protege os planetas que compõem a Federação mostram seu poder e individualidade que roubam a cena várias vezes.

Sulu, que tem traços orientais, revela-se um espadachim intergaláctico (sempre quis escrever isso!), Uhura, uma bela negra tem conhecimentos em xenolinguística (deveria ser proibido estes termos dificílimos de escrever) garante um triangulo amoroso a bordo e Chekov – o russo que tem um inglês engraçado – torna-se expert em tele-transporte. E esse universo fascinante de personagens ainda conta com McCoy, Scott e por aí vai. Alguém aí com saudades de Watchmen?

A ameaça espacial atende pelo nome de Narada, a nave assustadoramente gigante e dotada de matéria vermelha (não falo nem sob tortura intergaláctica o que é), comandada pelo Capitão Nero, um ser perturbado de origem romulana que age de forma independente, evocando uma espécie de pirata espacial vingativo no vasto universo. Para quem gosta de referências, a lembrança do imperador louco Nero que incendiou Roma está aqui. Acredite: o capitão Nero é interpretado pelo ator que fez o primeiro Hulk, Eric Bana. Irreconhecível, misterioso e ameaçador.

Star Trek cumpre a missão de tornar a série que já estava começando a ficar abatida em um produto de “vida longa e próspera” revigorado que permite várias sequências, ameaça e desafia a performance dos próximos filmes que estão por vir (Transformers 2 e G.I. Joe) e pode abreviar a temporada de Wolverine nas salas de cinema. Se você está em busca de uma aventura de grandeza espacial, embarque na Enterprise de Star Trek. E ao voltar do espaço, deixe suas impressões e comentários aqui depois. Vida longa e próspera a todos vocês.

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Coletiva Wolverine – Hugh Jackman no Brasil

Por Miriam Martins e Cyntia Bravo
Na última quarta-feira estivemos na entrevista Coletiva com Hugh Jackman, na manhã de quarta-feira, dia 6, para divulgação do filme “X-Men Origens: Wolverine”! O galã de Hollywood falou bem do Brasil, e com muita simpatia descreveu como foi ser produtor e ator do mais novo filme da série.
Muita gente bonita, [...]

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Por Miriam Martins e Cyntia Bravo

Na última quarta-feira estivemos na entrevista Coletiva com Hugh Jackman, na manhã de quarta-feira, dia 6, para divulgação do filme “X-Men Origens: Wolverine”! O galã de Hollywood falou bem do Brasil, e com muita simpatia descreveu como foi ser produtor e ator do mais novo filme da série.

Muita gente bonita, aparatada (super câmeras, super filmadoras) e famosas também. A coletiva contou com a presença do representante da FOX no Brasil, Tito Liberato, com a tão conhecida apresentadora do “Pânico na TV” Sabrina Sato e com o apresentador do CQC Rafinha Bastos.

Hugh iniciou cumprimentando a todos em português afinado, disse que está muito agradecido pelo carinho dos fãs brasileiros e que vir para o Brasil é quase que “uma coisa dos australianos”, que segundo ele, adoram o Brasil.Questionado sobre o que aconteceria com Wolverine caso ele viesse ao Brasil – se ele lutaria contra o crime, se isolaria numa floresta ou ficaria com as mulheres-, o ator não hesitou em responder que definitivamente ele escolheria as mulheres. Acrescentou que a fraqueza do personagem são as mulheres bonitas, principalmente as do Brasil (que ele pessoalmente considera as mais bonitas do mundo).Foi apurado que 50% do público de Wolverine é formado por mulheres e Hugh disse que ficou muito feliz com esse aumento.

Segundo ele, sua esposa achou o filme sexy e considera o melhor de todos os quatro. Jackman disse que não lê todos os reviews sobre o filme, mas que ele próprio é muito crítico. Segundo o ator, o fato das pessoas saírem felizes do cinema é o que emociona e isso já vale a realização do filme.

O dublador oficial do Wolverine no Brasil, Isaac Bardavid, mandou uma pergunta para o ator: quis saber se ele já ouviu seu personagem dublado em outras línguas e que dica ele daria que facilitaria a dublagem, que segundo ele é muito difícil.

Jackman respondeu que já escutou muitas dublagens em outras línguas e que é sempre estranha a sensação, e reconhece que realmente deve ser difícil dublar o personagem.

O irreverente apresentador do CQC perguntou a Jackman como foi conhecer o Ronaldinho Fenômeno, aproveitando para fazer uma piada sobre o “X-men” (que em inglês pode também ser entendido como travestis). O ator com muita desenvoltura afirmou que todos seus amigos estão morrendo de ciúmes!

Questionado sobre a popularidade do Wolverine e o fato de ele conseguir ter um filme que foca em sua história, o ator disse que mesmo nos HQs, Wolverine já era popular, além de ser um ótimo personagem. Disse que ele era papel forte, assim como o Madmax (filme com Mel Gibson), e que apesar de nunca ter lido os gibis quando era criança, se sente abençoado por tê-lo
interpretado.

Uma característica marcante do personagem é o fato de na maioria das vezes ele resolver seus conflitos na base da violência e Jackman foi muito preciso ao justificar que todos os problemas que Wolverine tem com violência e raiva vem de traumas da infância em situações extremas de quando era criança, assim como alguns vilões da série, e.g. Magneto. O que influenciou muito para isso se tornar uma marca no personagem foi a história do personagem com seu irmão; a essência de Wolverine são os conflitos que ele possui entre seu lado animal e seu lado humano.

Afirma que em sua vida, diferentemente de Wolverine, ele não perde o controle facilmente, mas que quando está quieto demais é um sinal para se afastarem, porque pode ser ‘perigoso’. Sempre concilia seu lado artístico com seu lado agressivo, diz que todos são capazes de tudo, e que as escolhas que fazem no dia-a-dia definem até onde você pode chegar, mas que atuando ele sempre procura ser neutro.
Quanto a sua formação musical, ele disse que a dança e o canto exigem disciplina, e isso ajudou muito na hora das cenas de lutas, em que é exigida muita precisão. Ele acredita que na sua profissão como ator, é preciso sempre estar preparado para mudar e afirma que fazer o Wolverine foi difícil, mas fazer um show por 8 dias seguidos é muito mais cansativo.

Hugh foi indagado sobre a tão falada crise dos 40, e muito animado disse que não sentiu a crise ainda, “se é que ela vai chegar”. Afirma que ainda tem a vida pela frente e que está acostumado com os 40, já que sua esposa é mais velha (Deborra-Lee Furness / 53 anos).
Jackman disse que não tem medo de ter sua carreira marcada pelo personagem. “Uma coisa que sempre trabalhei na minha vida foi o medo”, comenta. Desde criança ele odeia ter medo e diz que se não os perdesse, jamais conseguiria nada. Disse que o
Wolverine é sim um ótimo papel, mas que sempre tenta fazer muitas coisas diferentes.

Ao falar da ligação entre a popularidade do filme com o fato de ele ser também produtor, o ator afirmou que já convivia com os outros produtores há alguns anos e se envolvia cada vez mais, porém não sabia muita coisa de filmes naquela época. Então quando surgiu a oportunidade em Wolverine, a FOX foi muito generosa em permitir que ele fosse mais que um ator, trabalhando também como produtor.
Perguntado sobre qual poder gostaria de ter, Jackman disse que gostaria de ter a habilidade de se teletransportar como o personagem Will.i.am (John Wraith); evitar engarrafamentos e longas distâncias. Comentou que quando era criança, sempre fantasiava que seria como o “Man of Atlantis”, quadrinho que ganhou fama na década de 70/80.

Sobre o incidente do vazamento do filme na internet antes da finalização, Hugh diz que a história parece que se passou há muito tempo e que ele quer seguir em frente sem pensar mais nisso. “Os verdadeiros fãs vão ao cinema”, afirma.

Já sobre quais personagens voltariam para as próximas seqüências, Jackman adiantou que conversando com a FOX e os outros produtores, a série de HQ do Wolverine Samurai tem sido cogitada, e que só precisam achar um bom escritor porque é nessa
direção que querem seguir!

O próximo projeto de Jackman é um musical chamado Carrossel (autoria de Richard Rodgers), no qual ele vem trabalhando há mais ou menos 3 anos. Segundo ele, é um musical sobre vida e morte e considera um dos melhores já escritos.

E assim, ele se despediu, mas não sem antes conseguirmos pegar um autógrafo para o Com Limão e tirar mais fotos!

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Boas vindas e Wolverine – Direto do Rio

Antes de contar a grande novidade do dia, quero apresentar as duas novas editoras que agora fazem parte da “família” Com limão. As cariocas Miry Safire e Cyntia Bravo chegaram ao nosso querido blog com uma responsabilidade enorme: participar da coletiva de imprensa do filme X-Men Origens: Wolverine, com o ator Hugh Jackman.
As duas publicitárias [...]

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Antes de contar a grande novidade do dia, quero apresentar as duas novas editoras que agora fazem parte da “família” Com limão. As cariocas Miry Safire e Cyntia Bravo chegaram ao nosso querido blog com uma responsabilidade enorme: participar da coletiva de imprensa do filme X-Men Origens: Wolverine, com o ator Hugh Jackman.

As duas publicitárias (uma já blogueira experiente), farão parte do “braço” do Com limão no Rio de Janeiro, trarão mais artigos sobre o mercado publicitário desta parte do país e do mundo.

Como não poderia ser diferente de nenhum integrante desta fantástica equipe multidisciplinar, as duas abraçaram a responsabilidade de hoje e às 9:30 da manhã estavam presente no Copacabana Palace para a cobertura do evento.

Não darei muitos detalhes sobre a coletiva, pois afinal elas merecem contar como foi a experiência e as novidades (que devem entrar no ar até o fim do dia), mas, com toda a simpatia do mundo, Jackman respondeu às perguntas dos jornalistas e contou sobre os novos projetos. Para finalizar, quero apenas dizer: Bem vindas meninas! Ótimo trabalho.

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Wolverine: fiasco ou blockbuster?

E o frisson cinematográfico desta semana atende pelo nome X-Men Origens: Wolverine. Aguardado com ansiedade pelos fãs de HQ desde o lançamento do último filme da trilogia X-Men, o filme recentemente vazou, meio mundo baixou, Hugh Jackman reclamou e dividiu opiniões: o longa sobre o mutante com garras de adamantium é um fiasco ou o [...]

wolverine

E o frisson cinematográfico desta semana atende pelo nome X-Men Origens: Wolverine. Aguardado com ansiedade pelos fãs de HQ desde o lançamento do último filme da trilogia X-Men, o filme recentemente vazou, meio mundo baixou, Hugh Jackman reclamou e dividiu opiniões: o longa sobre o mutante com garras de adamantium é um fiasco ou o novo blockbuster da temporada?

Alguns reviews feitos pelas mídias argumentam que o filme tem poucos diálogos, que os efeitos especiais prejudicam a acústica, que há muitos personagens, mas poucos são aproveitados e bla bla bla… quero agradecer a todos estes reviews negativos sobre Wolverine: graças a eles, fui ao cinema sem expectativas, aguardando uma babaquice sem fim e – ainda bem – fui surpreendido por um filme muito legal, com trama muito bem constituída e cenas de ações memoráveis. Go Logan, Go!

Se você esteve no planeta Terra no último ano, sabe que o filme, obviamente, fala sobre como Logan se tornou o mutante celebrado que hoje conhecemos como Wolverine. Mas o filme não se resume a um simples filme de origem. Ele é um highlight que permite participações menores, mas muito bem amarradas. A presença marcante de Gambit como um jogador mercenário está lá. Dentes de Sabre rouba a cena muitas vezes. Emma Frost aparece no final, mas seus poderes destacam-se. E meu herói favorito (devo confessar) Deadpool deixa sua marca registrada também. E ele parece ser o grande trunfo da trama, ao lado da ponta que um famoso X-Men faz no final – e que eu prometo não contar para estragar sua surpresa.

Não que o filme não tenha seu tropeço escancarado: o vocalista do Black Eyed Peas, Will.i.am participa como um dos mutantes recrutados para servir ao país ao lado de Logan e, sinceramente, tive a impressão que ele iria cantar Pump It ou My Humps em qualquer momento. Sei que pode soar preconceituoso, mas a caracterização engraçada que o cantor dá ao seu personagem é totalmente fora de contexto para a história da origem de um Mutante violento e dominado pelos instintos como Wolverine. E a aparição do mutante Blob também cai para esse lado cômico – e até certo ponto, desnecessário. Assim, não se engane: Logan está mais humano e menos animal, o que provocou o questionamento dos fãs assíduos dos quadrinhos. Há espaço para sentimentalismo na origem contada pelo diretor Gavin Hood.

Mas estes detalhes nem de longe ofuscam uma aventura com momentos eletrizantes, como o embate entre Wolverine e o agente Zero, por exemplo. E esse é só um dos “couros” que rolam durante os 109 minutos que o filme dura (e sem falar de um momento desacelerado, mas é muito cool, sobre o porquê de o mutante escolher o seu codinome, Wolverine).

Se você aceita minha sugestão, ignore os apelos de “imperdível” ou “passe longe” que os veículos de mídia estão propagando sobre X-Men Origens: Wolverine e assista ao filme sem qualquer clichê ou expectativa. É a forma mais honesta de constatar o filme e curtir uma diversão cine-pipoca de primeira.

E eu já estou na torcida pelos filmes-solo do Gambit e Deadpool. Go Marvel Go!

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Corta Essas Unhas, Moleque!

Quem esteve retardado de expectativa, como eu, para esta Quinta-Feira, também repete constante e compulsivamente, a seguinte palavra: WOLVERINE. Apesar das más línguas, principalmente das mentes acostumadas com obras primas, como O Cavaleiro das Trevas, no ano passado, desde que me lembro por gente, não é só um personagem cativante, mas é o único personagem [...]

Unreal Engine

Quem esteve retardado de expectativa, como eu, para esta Quinta-Feira, também repete constante e compulsivamente, a seguinte palavra: WOLVERINE. Apesar das más línguas, principalmente das mentes acostumadas com obras primas, como O Cavaleiro das Trevas, no ano passado, desde que me lembro por gente, não é só um personagem cativante, mas é o único personagem 007 dos desenhos animados – com licensa para matar.

Lembro do desenho dos anos 90, em que a única pessoa que realmente precisava de terapia, era nosso amigo peludo. Não lembro de nenhum herói extravasar tão bem a raiva de aparecer em um desenho dedicado ao público infantil, ao arrebentar uma sentinela. Era mágico… “Wolverine, você tem que controlar a sua raiva… Oh! Uma sentinela!” e em seguida, o primeiro a arrancar a cabeça do gigante de metal, com direito a sorver fios para fora, feito tripas, era o temível baixinho invocado de collant amarelo.

E graças à grande influência que ele me trouxe, estou aqui para dividir com vocês o que eu garimpei sobre o jogo baseado no filme, feito pela Activision, empresa responsável pelo game de X-Men Origins: Wolverine, em lançamento conjunto para PS3, PS2, PSP, Wii, DS, PC e XBOX.

Em poucas palavras, para bons entendedores: Activision é Activision. Particularmente uma das produtoras que eu mais curto, por fazer jogos históricos, como Guitar Hero, Quake eTony Hawk.

Vendo os vídeos sobre a produção de X-Men Origins: Wolverine, fiquei abismado. A vontade de jogar é muita. Gráficos muito bacanas, cara de trailer, com direito a rápidas frases de praxe sobre o que eles quiseram atingir. Vale pra quem sabe inglês, mas não espere muitas novidades. Eles estão escondendo tudo o que podem, e jogando todo o marketing na produção das fases, que por sinal é de babar.

Concept Art - Wolverine: X-Men Origins

A arte é assinada pela parceira Raven Software. Em poucas imagens, vemos que o ponto forte no design do jogo é que há uma dedicação especial para os lugares onde Wolverine vai passar, enfatizando, também, que muitos deles – senão todos -,  locais que não condizem com o filme, levando o jogador além do que ele vai ver na telona.

Você estará desde no meio de uma floresta interminável, durante uma nevasca, até num bar todo arrebentado, para enfrentar Dentes de Sabre.O High Point está demonstrado nas arenas e fases modelados, com iluminação cinematográfica e um constante carinho em fazer as texturas das roupas o mais verossímeis possível, através da Unreal Engine, ferramenta de criação de projetos muito usada hoje em dia, muito forte em termos de recursos gráficos… E pra quem não conhece, ou está louco para conferir, não se desespere! No site, já estão disponíveis para visualização, alguns cenários em Screenshots de 360 graus. Você visualiza com o movimento do mouse – não tire de cima da tela, ou você vai girar e girar e girar, e acabar vomitando.

As roupas para os personagem, que parecem seguir fiéis ao filme, exceto por algumas excessões, são muito bem feitas, e têm uma dedicação invejável em termos de detalhe em texturização. A todo momento, parece que a roupa fala com o cenário em questão, sem exageros. Tanto os vilões como o boneco controlado pelo jogador, parecem fazer parte da linguagem sugerida no cenário, o que ajuda a situar-se em um lugar, coisa usada a favor da história, até nos momentos mais cômicos, como a cena em que Wolverine enfrenta Blob num supermercado.

Com cenas dinâmicas e muita pirotecnia, o herói passa as fases fazendo o trabalho que lhe foi dado. Ser o exército de um homem só, pilhando o máximo de inimigos que aparece à frente.

Blob

O que me irritou um pouco, foi o fato de todos os personagens parecerem às vezes, ter luz própria, outras serem feitos de plástico, por um exagero na texturização da pele. Mesmo sendo um tratamento invejável, algumas vezes fica difícil entender se é um problema dos vídeos que eles lançam, por estarem em baixa resolução, se é parte do design para representar os poderes dos personagens, simplesmente um caráter de destaque, ou ainda, se foi mesmo um problema com o artista de iluminação.

A resposta para isso tudo, só virá ao lançamento do jogo, de acordo com seu crítico de games favorito. Por enquanto, vou me contentar com o filme e fuçar as entrevistas do blog do jogo, que mostram um pouco mais do trajeto e da vida dos artistas da equipe. Ou, se vocês gostaram das figuras, cliquem para saber mais sobre elas!

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Jakpak – A jaqueta que se tranforma em barraca impermeável em poucos segundos

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